29 de agosto de 2016

À(ao) Anónima(o) que comentou o post anterior

E cujo comentário não vai ver a luz do dia:

Começar o seu comentário dizendo para eu não levar a mal e a seguir ofender-me e ofender uma pessoa da minha vida é piada, mas uma piada das más. Já lhe conheço o toque e sei que anda por aqui de vez em quando, sempre a destilar veneno, sem que eu perceba porquê, muitas vezes comentando algo que não tem nada a ver com o post, ou referindo terceiros que não têm nada a ver com o blog. 

Chama-me tonta porque não namorei mais e não me diverti. Pois pasme-se:

Primeiro, não referi todos os namorados da minha vida nem o tempo que namorei com eles (isto não é a minha vida, mas uma parte da minha vida), apenas destaquei os de adolescente (até aos 15 anos) e o meu marido, o homem que me mudou a forma de ver e sentir (era essa a essência do post, pena que não tenha entendido);
Segundo - e preste atenção - não é só com os namorados que nos divertimos! Não é espectacular? Não preciso de saltar de namorado em namorado para ser experiente e feliz. Eu diverti-me tanto mas tanto com as minhas amigas (amigas daquelas para a vida), com a minha família (ricos verões no Alentejo, onde passava os dias com primos e amigos, a correr as lagoas, as barragens, os campos, com o sol a queimar a pele e a cabeça cheia de sonhos), com as viagens que fiz, com as aprendizagens que consegui, saí tanto mas tanto à noite, fui a Itália com amigos ainda na adolescência, com passagem por Espanha e por França, fui para o Algarve com amigas anos e anos seguidos, fosse nas férias, ou na passagem de ano, fui para casas de amigos com grupos grandes e divertidos nos fins de semana (querida M. que sei que por aqui andas, foi tão bom não foi?). E ainda me divirto hoje, como mulher casada. Seja com o meu marido, seja com amigos, seja com a família. E sou feliz assim, segundo os meus padrões e não segundo os seus ou os de qualquer outra pessoa. 

Posto isto, resta-me dizer que mais nenhum comentário seu será publicado neste blog, por isso escusa de comentar. Guarde para si as palavras pouco simpáticas e fique-se com estas palavras que hoje e só hoje lhe dedico, apenas com uma réstia de esperança que perceba que, mesmo não sabendo quem é, isso diz tão mais de si do que de mim. Seja feliz, muito feliz. Quanto mais felizes somos, mais felicidade espalhamos pelo mundo. 


25 de agosto de 2016

Tenho sorte, muita sorte

Durante anos da minha vida fui uma descrente no amor. Não acreditava em contos de fadas, em finais felizes, em relações eternas pautadas por gestos grandiosos de amor. Não acreditava nem compreendia a necessidade de as pessoas se casarem, se depois para se divorciarem tinham que enfrentar a família, os amigos e a sociedade, ou pior, não se divorciarem exactamente para não enfrentarem os amigos,a família e a sociedade, condenando-se a uma vida sem amor. Talvez fruto de uma família desestruturada, com um divórcio parental quando tinha apenas seis anos e uma longa e complicada experiência nos afectos e nos exemplos destes nos mais próximos de mim, cresci a não acreditar nos homens, a achar que todos tinham características comuns, intrínsecas às suas hormonas e ao seu género. Fui pouco namoradeira, mesmo muito pouco. Durante a minha adolescência apenas tive dois namoricos, de dias, daqueles a quem dava as mãos e uns beijinhos e que me deixavam insegura e envergonhada quando me declaravam palavras bonitas e quando me queriam dar a mão à frente de todos. Tive pretendentes frustrados com a minha compaixão para com as suas tentativas de me conquistarem o coração. Um eles chegou mesmo a ficar zangado comigo por não aceitar namorar com ele só porque ele gostava de mim, como se os namoros pudessem ser unilaterais. Para mim não. Nunca fui de fácil conquista e uma amiga minha, daquelas mais antigas e duradouras dizia sempre que no dia em que alguém me conquistasse verdadeiramente, lhe iria dar os parabéns. Eu achava que tal coisa seria difícil de acontecer. 
Hoje, tantos anos depois, olho à minha volta e vejo tantos descrentes no amor, que lhes lamento as más experiências, os desgostos, as lágrimas constantes. Talvez na adolescência muitos deles acreditassem no amor para sempre, nos finais felizes, nos casamentos eternos e depois a vida aconteceu e roubou essa visão. Eu tive sorte, muita sorte.O universo pôs no meu caminho um homem que quebrou por completo as minhas barreiras, que me mostrou o que é amar e ser amada. Que me fez ver o casamento com outros olhos e que me mudou de uma forma que só um grande e feliz amor pode mudar. Um homem que é perfeito para mim e sei que juntos, somos perfeitos na nossa imperfeição, somos cúmplices, somos amigos, somos parte um do outro. Um homem que me dá uma força tremenda a ultrapassar cada barreira que a vida me apresenta, que está sempre lá, mesmo quando não concorda com as minhas escolhas. Tenho sorte, muita sorte, não sei se já vos tinha dito...

23 de agosto de 2016

Insta*moments

Depois do regresso das férias, nada como aproveitar cada momento e, em especial, o calor e os dias maravilhosos que temos tido. No passado sábado rumámos a Tróia, para ir ter com o meu pai e a boadrasta, para um almoço, que se prolongou para jantar e que acabou por implicar dormida (sorte que sou mulher prevenida e como havia piscina pelo meio, levei roupa interior e alguns produtos de higiene). O giro foi enfiar as lentes de contacto num copo com soro fisiológico (não ia preparada para ter que as tirar nem levava os óculos) e colocar o copo numa zona onde pensei que ninguém ia, esquecendo-me eu que o meu pai é super organizado. Pois que as lentes foram pelo ralo do lava-louças em menos de nada, perante as minhas gargalhadas (fazer o quê) face à expressão aflita do meu pai e boadrasta. Foi um dia feliz, com muita comida, passeios, piscina e conversas até altas horas.



 Passeios pela Comporta, para comprarmos ingredientes para o meu jantar. Ser vegetariana tem destas coisas, mas nem por um segundo me lamento. Tenho um absoluto fascínio por cegonhas e a sorte de trabalhar numa zona onde também há imensas

Sol Tróia e ao longe o Sado, visto de uma varanda onde apetecia ficar por horas e horas não estivesse um vento desgraçado que se alapou por aquelas zonas até bem altas horas da noite (fotografia muito mal amanhada, tirada com o telemóvel, mas a ideia é perceber a envolvência)

 O porto de Tróia, o azul do céu e do mar, a serra da Arrábida, lindíssima logo ali. Tivéssemos nós avistado os golfinhos do Sado e teria sido a perfeição. 

 De regresso ao trabalho - se tivesse que me definir numa cor, seria sem dúvida o branco. Adoro. Devo ter mais de metade do meu guarda roupa nesta cor. Longe vão os tempos de adolescente em que era o pólo oposto e o preto era a minha cor. 

 Sapatinhos vaidosos, que adoro. Não são para todos os dias - também longe vão os tempos em que me aguentava em cima de uns saltos o dia inteiro sem os sentir, corria para todo o lado, andava de transportes públicos. Agora confesso que os uso muito menos vezes e dependendo do dia que tenho pela frente. 
No regresso ao trabalho, uma oferta de uma senhora que cá trabalha. Adoro figos.

E ontem, para começarmos a semana em grande, fomos jantar a Sintra, uma das minhas zonas de eleição, com toda a sua magia e beleza. Jantámos num restaurante engraçado, moderno e bem decorado, com vista para o palácio da Vila, mas que não nos deslumbrou com a comida (tínhamos investigado no The Fork um restaurante que tivesse pratos vegetarianos e bons comentários, mas não nos encheu as medidas). Esta semana segue-se folia da boa - hoje aniversário da cunhada, amanhã aniversário da avó catita, que faz 85 anos e ainda suspira pelo George Clooney.  E na minha cabeça começam já a desenhar-se os planos para o próximo sábado, já que domingo será dia de trabalho noutro local maravilhoso,, também com um céu de encantar e vista para o mar (sou uma abençoada),  pelo que sábado será dedicado a nós os dois. 

Boa semana, cheia de sorrisos!


*post agendado

18 de agosto de 2016

Terrível murro no estomâgo

E dor, muita dor com esta imagem, esta calma aparente de um menino tão pequenino que deveria estar na praia a brincar na água, no parque infantil a andar de escorrega, ou no colo da mãe a receber amor. Guerra maldita...


17 de agosto de 2016

De volta

E não, não estou deprimida com o fim das férias, até porque não tarda nada e rumamos outra vez para parte incerta para mais uns dias especiais, em jeito de comemoração do meu aniversário que está quase aí.
Ficam algumas fotos de dias tão felizes, tão nossos, tão quentes e descontraídos. Foram dias de chinelo no pé, sal no corpo e sorrisos nos lábios, de muita e boa comida, de comemoração do aniversário do meu pedaço de homem, de brindes à vida. O mar estava perfeito, as praias não estavam a abarrotar, como seria de esperar, Lagos continua maravilhosa e solarenga (por vezes ventosa, mas faz parte desta zona que adoro), a viagem de mota correu muito bem (embora as minhas costas tenham reclamado um pouco), mais longa, claro, mas com um sabor diferente e consegui enfiar lá tudo o que realmente precisava. A repetir!

 Os primeiros dias foram ainda na nossa margem, mas muito bem aproveitados

 Um pouco mais a sul, praia da Figuerinha 

 Meia praia, em Lagos, bastava andarmos um pouco a pé e conseguíamos uma distância bem simpática das outras pessoas, que se concentram mais nas zonas concessionadas
 Detalhes de Lagos

 Praia quase só para nós e um mar de uma cor sonhadora

 Quando ainda estava super bronzeada (maldito seja o bronze dos Algarves que se vai em menos de nada)
A aproveitar uma noite quente para brindarmos na praia

Já por cá, depois do regresso às corridas no parque de sempre

 A aproveitar Lisboa descomplicada

Detalhes do mercado de Campo de Ourique

31 de julho de 2016

Finalmente!

De férias. Merecidas. Caramba, mais do que merecidas. Por isso não prometo nada de espetacularmente interessante ou inteligente nos próximos post's, mas sim muitas fotos de nós, de mar, de praia, de sol, de livros, de comidinha boa e de muitos sorrisos. Muitas, até enjoar! (Mentira, que eu nunca enjoo de férias!)

25 de julho de 2016

Insta*moments


 Comidas vegetarianas by P. (cogumelos à bulhão pato)


Nós


 Na semana passada, um mar maravilhoso e um areal a perder de vista
 Dois dos meus amores - os mais velhotes


 Faço alisamentos e depois é isto, uma preguiça tremenda em secar o cabelo


 Regras no palácio


 Almoços vegetarianos

@Psi - restaurante vegetariano em Lisboa

23 de julho de 2016

O nosso sábado

Enquanto todos rumam à praia, nós rumámos de mota até à nossa cidade, linda de se ver e viver, sobretudo nesta altura mais deserta. Umas compras para ele no Chiado, a pensar nas férias que estão quase quase aí e um almoço serenamente maravilhoso e vegetariano, claro, no Psi (fotos no intragram). Subimos a Avenida da Liberdade, sempre maravilhosa e regressámos ao lar para preguiçar um pouco antes de sairmos novamente. Amanhã é dia de trabalho, como têm sido todos os domingos nos últimos meses. Tem sido cansativo, porque só tenho os sábados (por vezes apenas uma parte dos sábados) para nós, mas a partir de Setembro (após a pausa de Agosto para descansar e criar coisas novas) já decidi mudar, porque nem só de trabalho se faz a vida e, abençoadamente, posso optar por diminuir o ritmo.
Para todos, um feliz fim de semana, cheio de sorrisos :-)

22 de julho de 2016

Guerra às manchas - ganho eu!

aqui tinha contado sobre o meu problema com as manchas na cara que, com a chegada do verão, se intensificam e se tornam profundamente inestéticas. É algo que me tem acontecido nos últimos 4 anos e que me tem levado a tentar várias formas de combater. Todas sem sucesso, até agora. Atenção que, o que funciona para mim não tem que funcionar com todas, até porque várias questões poderão estar por trás desta condição e acredito que a minha alimentação também ajuda a ter um ar mais saudável (e a sentir-me verdadeiramente melhor). Partilho apenas aquilo que comigo fez efeito e quem sabe não poderá ajudar alguma de vocês. Ora então passei a usar este creme todos os dias de manhã ao acordar (depois da minha higiene matinal: 


Deixo actuar um tempo e, depois de lavar os dentes, aplico um creme hidratante com factor 30, independentemente do tempo lá fora. Como uso Bio-oil no corpo, à noite aplico também um pouco na cara, já que uma das suas funções é também a de minimizar as tão malfadadas manchas. Uso uma máscara de vez em quando (menos vezes do que seria desejável) e esfoliante uma vez por outra. 
Quando vou à praia, ponho sempre factor 30 - em casa antes de sair e assim que chego à praia, reforçando a dose sempre que necessário e considerando o tempo que lá estarei. Longe vai o tempo em que o grande objectivo era ficar douradinha. Agora, acima de tudo, quero proteger-me ao máximo e ter a pele saudável por muitos e bons anos. Finalmente, em anos, não há comentários frequentes a chamar a atenção para as minhas manchas - que ainda estão lá, mas que quase não se notam - as fotos que por aqui andam são prova disso :-)



Post escrito sem qualquer patrocínio, 'tá? 

21 de julho de 2016

Sinto que estou no caminho certo

Quando a senhora da limpeza do nosso local de trabalho me pára para me dizer que alguém comentou que eu era simpática, acessível e fácil de lidar e ela concorda e ainda acrescenta mais palavras simpáticas, deixando-me envergonhada, mas agradada por ela se sentir com esse à vontade para mo dizer. Quantas vezes, nas empresas pelas quais passei se sentia uma hierarquia tremenda entre as pessoas, não havendo lugar para se saber sequer os nomes dos que estavam na base, uma diferença de tratamento que sempre mexeu comigo. Porque para mim, uma empresa faz-se das suas pessoas e todas elas têm o seu lugar e a sua importância. Por isso perco uns minutos para falar com a senhora que limpa as casas de banho sobre o casamento da filha, ou com a senhora do bar sobre a gata que recentemente adoptou, como falo com qualquer outra pessoa, independentemente da sua posição. E gosto de sorrir, muito. Acho que com tão simples gesto podemos facilmente trazer uma energia feliz a qualquer pessoa, como quando ajudamos alguém a fazer algo que não nos compete. Não trabalho para mim, trabalho por algo que quero que seja melhor a cada dia.   

20 de julho de 2016

Compras de Verão

 Oysho
 Oysho
 H&M
 Oysho
H&M

Mango 

Este blog não é de moda, nem vai ser nunca sobre moda, mas desde sempre gostei de partilhar por aqui algumas das minhas escolhas, coisa que já não fazia há algum tempo, também porque a verdade é que compro muito menos do que em anos anteriores (excepção talvez feita este ano, já que encontrei peças mesmo ao meu gosto, a preços irresistíveis e se posso, porque não?). O que faço, no início de cada estação, é uma escolha no que tenho em casa, deitando fora o que já não está em condições e dando muita da roupa que, na estação anterior, usei poucas ou nenhumas vezes. A verdade é que já tive momentos daqueles em que, com tanta roupa no roupeiro, não fazia ideia do que vestir, chegava a perder imenso tempo de manhã só com as decisões a tomar e agora, que tenho menos de metade do que noutros tempos, nunca me acontece ter essas dúvidas e é tão mais fácil manter tudo organizado. Outro hábito que tenho é, por cada peça que compro, escolher uma para dar, porque mesmo ao longo da estação vou-me consciencializando de peças que optei por manter, mas que na verdade estão só a ocupar lugar e há tantas pessoas a precisar de roupa, que valorizarão bem mais do que eu.
No Verão sou assídua nas roupas fluídas, confortáveis, mas elegantes e é para mim altura para deixar as calças mais de lado (sobretudo as de ganga, que tanto adoro, mas que não aguento com estes níveis de calor). Aposto sobretudo nos vestidos compridos, embora também goste dos curtos (como os dois da imagem que comprei em saldos) e adoro macacões, saias compridas e blusas de um estilo mais boho. Não considero que tenha um estilo definido e não sou de modas, compro o que gosto, porque gosto, porque me faz sentir bem e mantenho este estilo há já uns anos, por vezes meio hippie, 100% descontraída e confortável. Sentirmo-nos bem e confiantes connosco é a melhor forma de estarmos verdadeiramente bem e isso é algo que os 30 me trouxeram, com alguma serenidade que se vai aprofundando conforme me aproximo dos 40. Já lá vai o tempo em que era obrigada a andar de fato, salto alto, com o cabelo bem alinhado (como se fosse tarefa fácil quando se tem uma juba como a minha) e agora, felizmente, posso ser mais eu, sem me preocupar com o que os outros dizem ou pensam (também já lá vai o tempo). Da mesma forma, o que antes me impedia de usar determinadas peças, por me centrar no que considero serem alguns defeitos do meu corpo, agora não me preocupa minimamente. A verdade é que algumas de nós mulheres temos muitas vezes a tendência de nos limitarmos nas nossas escolhas por algo em que só nós reparamos.
Vou mantendo algumas peças mais clássicas para momentos que as exijam, como uma formação ou reunião de trabalho noutra empresa, mas o estilo mais clássico não é de todo a minha imagem. Estas peças que mostro comprei este ano, algumas com promoções especiais (ai as newsletter que recebo no meu e-mail com códigos e promoções e promoçõezinhas e o diabo a sete e a facilidade que é hoje em dia comprar on line!), outras em saldos e outras antes dos saldos, mas a preços maravilhosos. 
Compras de verão fechadas por aqui, porque agora que faço o balanço, sei que não preciso efectivamente de mais nada e já sei que, quanto mais tenho, maior é a dificuldade de tomar decisões! Agora é tempo de usufruir de cada uma destas peças :-)


16 de julho de 2016

Das férias

Pela primeira vez desde que saí da faculdade, vamos tirar férias em Agosto. Nunca foi uma opção para nós, certos de que todos os destinos ficam inundados de turistas e mais turistas, que fazem fila para comprar o jornal, beber café, para ir à praia, sem falar das idas ao mercado ou aos restaurantes mais apetitosos. Enchem as praias deste nosso Portugal mas, felizmente são importantes para o nosso turismo e para a nossa economia e por isso não me queixo, adapto-me. Por termos casa de família em Lagos, para nós essa é sempre a escolha durante, pelo menos, uma semana no verão e este ano não será excepção. Deixamos as viagens com destinos mais originais e distantes para o mês da celebração do nosso casamento e, em Agosto, após os anos do meu pai, lá rumaremos a um lugar onde somos sempre tão felizes e onde celebraremos os anos do P. Vamos de mota, porque queremos fazer uma viagem diferente, a outro ritmo, pelo litoral alentejano, parando em cada praia que ainda não conhecemos (creio que não nos faltam assim tantas) e porque a mota nos permitirá fugir de alguma possível fila que surja no caminho, bem como chegar a praias com acessos mais difíceis e habitualmente mais desertas.
O primeiro desafio foi equilibrar também a agenda e conseguir que todos os meus projectos tivessem também direito a esta pausa e que a minha cabeça desligue verdadeiramente. O segundo desafio será enfiar apenas alguns vestidos, livros, biquinis, calções e t-shirts na mota, que não tem muito espaço de arrumação - apenas debaixo do banco e uma pequena mala na parte de trás. O terceiro desafio e, claramente o mais dificil, será lidar com as saudades com que sempre fico dos meus gatos. Um bocadinho do meu coração fica sempre cá com eles. Mas o restante parte livre e preparado para uns dias de muito calor, de muita praia, de muitos sorrisos. 
Nós, numa das nossas praias ❤

14 de julho de 2016

Sê bem vindo verão de temperaturas altas

Na semana em que se esperam as mais altas temperaturas, avaria-se-me o ar condicionado do carro. Sendo eu a pessoa mais profundamente encalorada à face da terra e trabalhando num concelho para lá de quente, esperam-se dias difíceis por aqui... com as janelas todas abertas, o cabelo assustadoramente ao vento e ainda assim não se aguenta! Será que está sauna diária forçada emagrece?

11 de julho de 2016

E o desporto é isto

É esta emoção vibrante que nos faz sentir orgulhosos dos que nos representam lá fora, é estarmos todos do mesmo lado, com a mesma energia, com a mesma ambição. É o sofrer nos momentos de tensão, é o gritar de alma que nos faz acreditar. Que dia feliz para os nossos atletas, para o nosso desporto e para o nosso país. Ver a nossa bandeira a brilhar é sempre algo que me toca no coração. 




4 de julho de 2016

Insta*ntes

 Detalhes - uma das minhas pulseiras favoritas de sempre

 Leitura para esta minha fase de mudança feliz

 Quando muitos rumam à praia, nós aproveitamos para passear pela linda Lisboa

Ou por Sintra, esse lugar encantado

Sapatos novos!

A descobrir onde uma vegetariana pode lanchar

Cabelo a crescer! (e olhos esbugalhados sim, muito. Nada a fazer!)

29 de junho de 2016

Quando andamos a mil, dá nisto

Sabemos que o ritmo anda demasiado acelerado e automatizado quando de manhã, ao sairmos do banho, olhamos para os pés de princesa, que gostamos de ter sempre arranjados e vemos que duas ou três unhas estão ligeiramente lascadas. Vai de pegar no verniz e dar um retoque nas mesmas, passar o secante por cima e toca a fazer todo o ritual matinal que inclui preparar a marmita, dar mimos aos gatos, vestir, perfumar e sair porta fora para chegarmos ao trabalho às 8h30 da manhã (com quase 50km pelo meio). Se há coisa que acho que estraga a melhor das figuras são pés por arranjar e unhas lascadas. Pois que só quando cheguei ao trabalho e olhei com olhos de ver (ou seja, com luz natural) é que me apercebi que tinha pintado duas unhas de cor de rosa, quando a cor de todas as outras era vermelho. Sim, eu sei, provavelmente ninguém reparou, os tons não eram gritantemente diferentes, mas o facto de eu saber o que para ali ia só me dava vontade de andar toda encolhida. E sim, também sei que agora se usa uma ou outra unha de outra cor, mas eu não sou dessas misturas. Faço questão de as ter arranjadas, mas todas da mesma cor e sem berlicoques. Estou para ver o dia em que ponho rímel só num olho ou vou com a roupa do avesso, que pessoa para isso sou eu.

25 de junho de 2016

De hoje














Sou daquelas que, embora já tenha viajado bastante por este mundo fora, reconhece que devemos em primeiro lugar conhecer o nosso país, tão rico em beleza, em monumentos com história, em gastronomia, em cores e calor. Sintra é, para mim, dos lugares mais mágicos e únicos que conheço, onde é sempre maravilhoso voltar, seja pelo seu verde exuberante, seja pela energia de conto de fadas. Hoje o passeio foi por aqui, pela Quinta da Regaleira. Proximamente quero voltar ao palácio da Pena, que visitei na adolescência e que tanto me encantou. 
No final e como sempre nos acontece, um encontro com um gato que, independentemente da movimentação encantada, não largou a sua árvore, qual gato do país das maravilhas. 

Bom domingo, cheio de sorrisos :-) O meu será certamente, já que será dedicado a trabalhar em algo que me faz profundamente feliz!