26 de janeiro de 2009

O meu fim-de-semana

Mais uma segunda-feira de chuva, mas a esta antecedeu-se um óptimo fim-de-semana: sexta-feira uma visita de um casal muito amigo com uma notícia maravilhosa (vou ser "titi"), sábado visita à feira de turismo de Lisboa (deu para coleccionar alguns panfletos e ver a quantidade de pessoas que passam horas numa fila para levarem para casa sacos, saquinhos e sacolas cheios de...panfletos, valeu pelo espetáculo de uma contorcionista que me deixou com os olhos virados ao contrário e a mente de muitos homens povoada de ideias...) e um jantar numa marisqueira em Alcântara, daquelas em que os empregados de mesa primam pela antipatia mas, igualmente, pela rapidez e se bebe cerveja como quem bebe copos de água num dia de calor. No Domingo, dia de festejar o nosso aniversário de namoro (juntando-se agora o aniversário do "pedido" de casamento - já foi há um ano!) fomos ver Stomp à tarde, pela segunda vez e pela segunda vez confirmo a qualidade e originalidade deste grupo, que me pôs agitada, a vibrar e a participar entusiasticamente sempre que se exigia uma interacção por parte do público, seguindo-se um jantar romântico no Doca Peixe, regado a um bom vinho e com o rio tejo, a ponte e o céu como testemunhas. Haverá melhor?

23 de janeiro de 2009

05 de Fevereiro

Rx torax- ok;
ECG - ok;
Análises - ok (mas quase fora de prazo)
e um milhão de outros exames, entre biopsias e afins.
Cirurgia marcada para dia 05 de Fevereiro...Está quase e eu estou, estranhamente (dada a proximidade) mais tranquila. Pelo sim pelo não, achei por bem pedir ao P. que dê muitos miminhos à minha gata se algo acontecer (aos outros ele dá sem eu ter que pedir - há ali uma relação ciumenta entre ele e a menina dos meus olhos, que está neste momento aqui ao meu lado a lavar o seu pelinho com toda a minúcia do mundo).
Está quase...ah pois está...

16 de janeiro de 2009

Addiction II


Olá, o meu nome é Bê e sou viciada em chocolate, esse malvado...

Pois é, parece que o natal habituou o meu corpo a elevadas doses de açucar (em virtude de ter recebido umas 32 caixas de chocolate, mais coisa menos coisa) e, ultimamente, como chocolate como quem come pipocas no cinema e o mundo acabasse amanhã, literalmente! Às vezes parece que, de tão rápida, mal lhe sinto o gosto. Basta saber que há chocolate em casa e não consigo pensar noutra coisa, não descanço enquanto não o acabo. Cheguei mesmo ao triste ponto de ter acabado com os chocolates que o P. recebeu no Natal. Claro que disse que lhe oferecia outros, mas, na verdade, acho que se comprar um chocolate, como-o na viagem até casa. Ontem pedi-lhe mesmo que escondesse uns bombons deliciosos, recheados de caramelo (já estou a salivar) e que não me dissesse onde estão - estou "chocolatomaníaca" - ele colocou os chocolates ainda sobre o meu alcance visual e eu dei comigo a fazer "olhinhos" à embalagem (é triste, muito triste). Numa reunião na escola, comi quase todos os bonboms que uma colega trouxe de casa...

Por isso, a este ritmo, a jogar sims horas a fio e a alimentar-me a chocolate, penso que no espaço de um mês deixo de andar e começo a rebolar...segue-se o divórcio, uma depressão, terapia, enfim...
Hoje, quando fui à consulta de anestesia e preenchi um papel com os meus dados, no qual coloquei o meu peso, tive dúvidas, muitas dúvidas em relação ao mesmo- devo ter ganho uns três kg desde a minha útlima visita à balança. Socorro!!

14 de janeiro de 2009

Addiction

Estou com um problema, uma addiction: estou viciada no SIMS...
Pois é, já há muito que ouvia falar no Sims e na forma como vicia as pessoas, mas nunca pensei que pudesse ser atacada por este vício (nem sequer o compreendia). Recentemente fizemos o download (será que posso referir isto na net) do mesmo no nosso portátil e, uma noite desta semana, lá me decidi explorar, pouco certa de achar alguma piada ao mesmo (não sou grande adepta de jogos, PSP, etc) - mas fiz o esforço porque ele há muito que tenta aliciar-me para estas coisas. Mal sabia eu no que me ia meter. Depois de criar algumas personagens (uma delas a Bê, pois claro) e de, numa só noite (real) ter conseguido mobilar uma casa, arranjar um emprego, socializar (a minha personagem tem, de facto, uma vida social muitooooo mais activa do que eu, mas também não dorme tantas horas quanto eu), fazer triqui trique (quem joga sims sabe do que estou a falar, quem não joga, é fácil imaginar - ainda tentei fazer bebés, mas não deu), dar beijinhos, discutir e ficar desempregada (parece que não gostei do meu trabalho como recruta e fiz alguma coisa mal - pois claro, a levantar-me todos os dias às 6h, não podia correr bem).
Depois disto já muita coisa aconteceu. Criei várias personagens e assim o meu bairro está cheio de bonequinhos engraçados e bem vestidos (sim, que há lá uns muito mal vestidos, bimbos mesmo). E pronto, agora tenho que assegurar que a minha personagem esteja feliz e, para isso, é necessário assegurar algumas coisas básicas do seu dia-a-dia: que coma, faça xixi, tome banho, socialize, namore, se divirta, durma, que mantenha o ambiente à sua volta cuidado e limpo, que dê festas, pague as contas (já fui penhorada duas vezes porque me esqueci deste pormenor) e consiga fazer amigos. E ainda há que evitar os seus medos, que podem ser tão variados ou disparatados, como alguém recusar triqui triqui comigo ou engordar (gosto deste, tão real e que me obriga a por a minha bê a treinar que nem uma louca). O divertimento, depende de cada personagem (conjugando o seu signo, com as suas aspirações e desejos): pode ser a leitura, pintura, jogar, ver as estrelas, cozinhar ou simplestemente ver televisão. Ora o grande problema é que temos que assegurar os seus níveis altos em todos estes aspectos e isso é que ainda não domino: está a fazer xixi e o telefone toca, ou está a dormir e é assaltada, ou tem que namoriscar com alguém e ele não quer... no meio disto tudo eu, Bê, esqueço-me de comer, de ir à casa de banho, de me arranjar, de namorar e de dormir (não me esqueci de tomar banho!). Ora aí está o efeito perverso da coisa! E ele, que tanto queria que eu me rendesse, deixou de ter espaço para jogar ao seu Footbal Manager.
Conclusão das conlcusões: nem em atrevo a experimentar o second life!

12 de janeiro de 2009

E se eu batesse...

Já não me lembrava de um ridículo episódio da minha vida como condutora, não fosse uma colega minha despoletar essa lembrança na minha consciência, com a palavra "Afrodite". Falava-se então de um restaurante afrodisíaco (gosto disso), mas eu, imediatamente, passei a relatar o dia em que eu ia batendo com o carro, por causa de uma Loja que se chama Afrodite e que colocou um cartaz gigante (e quando escrevo gigante é giganteee mesmo), logo após uma curva, numa estrada bem movimentada, onde se lia "Anal Anestésico" e, em letras pequenas mais qualquer coisa que já não recordo. Sei que vi aquilo, fiquei pasmada e quando dei por mim estava quase a entrar pelo passeio a dentro. Imaginem se eu batesse com o carro, a minha desculpa? Que vergonha...e ainda passava por tarada, pois concerteza que passava...E o cartaz ali ficou meses e meses...

11 de janeiro de 2009

Meu querido sofá...

Enquanto ele foi jogar futebol e lá fora se faz sentir um friozinho neste belo dia de sol junto à capital (pelos vistos o único sítio onde não nevou nos últimos dias na Europa :S), eu enrosco-me no meu sofá, com os meus gatos como companhia e vejo, pela milésima vez, o "sexo e a cidade", essa série incompreendida pelos homens e amada pelas mulheres (quase uma biblia de sobrevivência neste caos que são as relações do século XXI).
Diz a Carrie no final: "É assim que são as relações, por vezes aparentam ser melhores vistas de fora" - quantas de nós não sentimos já isso? Embora não seja o meu caso actualmente, já o senti e muitas vezes a tendência é deixarmos os outros com essa visão distorcida da realidade, do que assumirmos que perdemos o controlo da relação ou que, na verdade, já não somos felizes. Felizmente, acredito que aprendo com os erros do passado e que consigo assim enfrentar o futuro com algumas "armas relacionais" que me permitem lutar pela minha felicidade.
Os meus companheiros de todas as horas:

8 de janeiro de 2009

Finalmente...



A adiar há tempo de mais o inadiável, hoje, finalmente ganhei coragem e fui fazer os exames que me faltavam para ser operada (RX e ECG, para a consulta de anestesia). Não sei porquê este receio, esta fuga...mas é algo que me assusta um pouco, tenho que confessar...e que está para breve. Penso que quando somos novos nunca pensamos que a saúde é um bem tão precioso, apenas quando a sentimos ameaçada lhe damos valor e percebemos a influência que tem e o importante que é para todos os outros campos da nossa vida. É por isso que nunca vou esquecer o dia em que o resultado da minha biopsia foi benigno e os dias que o antecederam, nos quais, penso, passei a olhar para o mundo em meu redor com outra perspectiva. Foi, por isso, mais uma aprendizagem da vida. Agora falta o grande final e, confesso, nem é da operação que tenho medo, mas da anestesia, dado que somos confrontados diariamente com casos de negligência. Acho que preciso de mimo...

6 de janeiro de 2009

Não custa ajudar...







Porque o meu amor por animais é inquestionável, fica aqui um artigo retirado do Correio da Manhã on -line, de hoje:




"Às portas da cidade de Lisboa, em São Domingos de Benfica, cerca de 500 cães, entre rafeiros, rottweilers, huskys, dálmatas, perdigueiros e cães de caça convivem no parco espaço da União Zoófila. A lotação está esgotada e não há lugar para mais. Na zona do gatil há 150 animais, desde bosques da Noruega a persas e siameses. Para tratar e alimentar tanta bicharada falta espaço e, sobretudo, verbas. A instituição não recebe qualquer ajuda do Estado e vive das quotas dos sócios (25 euros por ano) e de donativos.
"Alguns animais são operados e não temos um sítio quente onde possam convalescer. Outros necessitam de cuidados, mas as verbas não chegam para tudo", lamenta ao CM Luísa Barroso, presidente da União Zoófila referindo que há uma centena de cães e cerca de 30 gatos em tratamento médico diário.
A instituição, de 57 anos, acaba por ser o porto de abrigo para muitos animais abandonados: "Quando morre alguém que tem gatos em casa, por exemplo, ninguém na família quer ficar com eles e entregam-nos. Mas os gatos sentem a ausência do dono e suicidam-se, recusam comer e viver apesar de todo o carinho com que são tratados", explica Maria da Luz Cândido, uma das funcionárias do gatil.
A maioria dos animais que a União acolhe são abandonados ou são ninhadas de rua, mas na memória de Luísa Barroso ficaram marcados alguns episódios: "Uma vez apareceu uma senhora grávida para entregar o cão que tinha há anos, simplesmente, porque a médica a tinha aconselhado por causa do bebé. Outro episódio foi o de um casal que se divorciou e nenhum dos dois quis ficar com o cão. Deixaram-no à porta do canil."
No gatil os animais estão escrupulosamente divididos entre os mais velhos, os portadores de doenças contagiosas e os mais novos. Ao contrário dos cães, cuja hora do recreio e do passeio é rotativa, os gatos não saem do seu espaço. "Não temos recreio para gatos", explica a porta-voz da União.
VOLUNTÁRIOS AJUDAM NINHADAS DE RUA
João Sacramento tem 23 anos e desde 2006 que é voluntário na União Zoófila. De segunda a sexta-feira passa as manhãs no gatil a ajudar na limpeza, alimentação, tratamentos e em tudo o que for necessário: "Tenho uma grande paixão por animais e há dois anos ofereci-me como voluntário. Em casa tenho um gato e uma cadela", conta o jovem ao CM. O voluntário desenvolve ainda um trabalho paralelo que é o de gerir uma ninhada de rua: "São 22 gatos que vivem na zona de Sacavém. Ajudo e acompanho a ninhada", conta o jovem. Na maioria dos casos, os animais que vivem nas ruas são esterilizados e vacinados pela União Zoófila e ajudados pelos voluntários da instituição.
"A nossa equipa de trabalho resgata animais de sítios como as telhas dos telhados, os tubos e outros nos quais parece impossível um animal sobreviver. Acho que todas as escolas primárias deviam ter um animal para ensinar às crianças a cuidar deles. Depois seriam as crianças a ensinar aos pais que não se abandonam cães nem gatos", sublinha Maria da Luz Cândido, funcionária do gatil.
ABANDONADOS DEPOIS DAS LUTAS
Os animais chegam à União Zoófila em duas épocas-chave: depois da temporada de caça e após as lutas (ilegais), que ocorrem em vários pontos do País. "Aparecem dezenas de pitbulls e outras cadelas, que estiveram envolvidos em lutas e em condições absolutamente miseráveis", explica a responsável do canil e do gatil. E prossegue: "Os pitbulls são meigos para as pessoas e são cães muito ternurentos e potentes. São sedentos do seu dono. Só são perigosos para os outros animais."
Ocasionalmente aparecem pessoas no canil em busca de um cão, que a responsável adivinha ser para lutas: "Querem com determinadas características específicas e eu não dou. Os cães mais pequenos servem de saco de boxe nas lutas que, apesar de serem ilegais, acontecem muitas vezes a olhos vistos", remata Luísa Barroso.

COMO AJUDAR
COMIDA
Entregue ração e/ou latas de comida para cães e gatos de qualquer marca.
MEDICAMENTOS
Alguns medicamentos de uso humano podem ser utilizados em cães e gatos. A União recolhe em comprimidos e injectáveis Atarax, Nizale, Bisolvon, Primperan, Ulcermin e Clamoxyl. Também necessitam de soros e de seringas de 2,5 e de 5 cm3.
DONATIVOS
Pode entregar o seu donativo em dinheiro e receber automaticamente o seu recibo ou através de cheque endossado à União Zoófila para Apartado 14090; 1064-811 Lisboa. Receberá em casa um comprovativo da doação.
PRODUTOS
Neste momento a União Zoófila necessita de uma máquina de lavar roupa (industrial), coleiras desparasitadoras, detergentes, areias para gatos, camas para cães e gatos.
FAÇA-SE SÓCIO
Basta preencher uma ficha de inscrição e pagar uma quota de 25 euros por ano. Receberá em casa o cartão de associado
."


Vamos ajudar? Eles agradecem...

5 de janeiro de 2009

A melhor prenda...


A melhor prenda: o meu MP4, da creative, em cor-de-rosa (claro) e com 4GB de memória. Já não o largo - quase me faz desejar esperar mais tempo nas salas de espera e no caminho para o trabalho... :D
Adorei todas as outras prendas também, mas esta foi especial!