31 de julho de 2009

Desculpa

É tão importante saber pedir desculpa, como saber aceitar um pedido de desculpas*...de uma forma muito mais profunda do que cingindo-nos à palavra em si, são os gestos, os olhares, as atitudes subjacentes e o tom de voz que manifestam a vontade sincera de se pedir ou aceitar desculpas.
Sim, eu sei, as desculpas não se pedem, evitam-se e bla, bla,bla. Mas isso seria num mundo imaginário, no qual teríamos sempre tempo e capacidade para pensar antes de agir, antes de falar, antes de sentir. No mundo real não é assim. No mundo real as pessoas magoam-se, irritam-se, zangam-se, dizem o que querem e o que não querem. E é nesse mundo que eu vivo. Claro que depende das situações e das pessoas. Depende de tanta coisa e mesmo de traços vincados de cada um de nós. Eu sei pedir desculpa, sou facilmente a primeira a dar o passo em frente, já perdoei um milhão de coisas nesta vida, mas também não perdoei algumas - quando magoam demais, quando me cortam por dentro, quando me apertam coração só com a sua lembrança, quando trazem associada mentira, traição, desilusão entre outras sensações que dilaceram. Não sou de mágoas, mas quando algo me magoa profundamente hoje, a sua lembrança vai magoar-me eternamente, por isso, tenho por hábito consumado, deixar o passado lá bem atrás e tentar viver o dia de hoje, sem sofrer com o que pode vir amanhã.
Se me arrependo? Até hoje, nunca...
E se há coisas que me tiram do sério, são pessoas que não sabem fazer nenhuma das duas.

30 de julho de 2009

Anatomia do Choro

Ver compulsivamente episódios da Anatomia de Grey, quando se está com dor de cabeça não é, de todo, uma boa ideia. Especialmente quando se é lamechas como eu (o que se enquadrava perfeitamente no espírito da série) e, em cada 3 episódios, se chora em 2 e no outro se fica com o choro entalado na garganta, não sobe, nem desce. Fica apenas ali a remoer e a ameaçar sair a qualquer momento, qual avalanche que apanha tudo e todos se surpresa. Choro por tudo. Choro quando as coisas correm mal e muito mal, choro, emocionada, quando as coisas correm bem. Choro com os happy endings, com as histórias que se cruzam e com as reacções dos personagens. E ainda não cheguei ao último...e nesse, já sei que vou ter que estar equipada com, no mínimo, três pacotes de lenços e talvez um alguidarzinho. Sou assim com séries, filmes, desenhos animados (sim, eu sei que sou crescidinha, mas é uma verdade) e sou assim na vida real. Demasiado emotiva. Embora com a idade (como eu odeio esta expressão) tenha vindo a aprender a controlar-me, mas, na verdade, ainda não domino esta arte.
Ontem chorei como se não existisse amanhã, ao ver um senhor, já de certa idade a perder o amor da sua vida. Ficou ali, a tentar reanimá-la, horas a fio (uma vez que os médicos não o podiam fazer, dado que ela tinha assinado a ordem de não reanimação), primeiro com esperança, depois com medo e, no fim, já exausto, sem coragem de ser ele a deixá-la morrer. E aí entra a minha personagem preferida - a Nazi, mais conhecida por Dr. Miranda Bailey - personagem que mais consegue arrancar-me gargalhadas, sorrisos e lágrimas (sou um pouco atípica nestas coisas, porque nunca prefiro o personagem principal, ou o pseudo-bonitão, mas os que me parecem mais humanos, mais reais). E eu fiquei ali a chorar só com a expressão de solidão, tristeza, angústia do senhor e com a compaixão nos olhos da Bailey.
Resultado: a dor de cabeça piorou, claro. Estúpida que só eu. Se tivesse ficado quietinha a ver o Dexter, o Seinfeld ou o Mentes Criminosas, não chorava de certeza. Hoje estou um pouco melhor, mas ainda não passou. Vou à farmácia, seguindo um dos muitos conselhos (vocês são uns queridos), embora alternativas como acupunctura e reiki me pareçam muito interessantes e são algo a pensar.
A todos, obrigada ;)

29 de julho de 2009

Sem título

E a dor de cabeça continua - já lá vão quatro dias!! Depois de ontem à tarde me ter enganado e quase desaparecido, eis que à noite sentiu saudades e voltou em grande. Pronto, era só mesmo para partilhar isto, o que justifica a falta de capacidade de bloggar e de navegar pelos vossos cantos...Hoje o dia vai ser longo: das 10h às 21.30, por isso, não se esperam grandes melhoras...
Se alguém conhecer uma fórmula mágica, faça o favor de se chegar à frente que eu fico mui agradecida. Acresce que já tomei ibuprofeno 600 ml, o que normalmente me corta o mal pela raíz e evito alimentos (como queijo e chocolate) que pioram a dor. Tenho dormido bem e só tive um stresszito no trabalho, mas que ficou logo resolvido. Alguma solução? Por favor...

27 de julho de 2009

Como dói...

E a neura continua, mas hoje vem acompanhada de uma dor de cabeça fortíssima, daquelas que chega qual bomba atómica, prestes a rebentar com o que sobra na minha cabecinha e sem pedir qualquer licença...Porque juntar uma segunda-feira, já de si um péssimo dia (senão o pior dia da semana para a comunidade em geral), ao primeiro dia de trabalho, depois de duas curtíssimas e maravilhosas semanas de férias deixa-me assim, sem nada de jeito para escrever, ou para contar. De sexta-feira até hoje, sonhei todas as noites com o trabalho e esta noite dormi pouco mais de 4h. E agora, eu, que até sou uma colega bem disposta, alegre, brincalhona (até demais), só peço para me deixarem sossegadita, a ganhar balanço e arrumar neurónios. Não me abandonem, ok? Eu penso que isto com uns comprimidinhos-uns baldes de café-chocolates-gelados-mimos-quem sabe uma ida às compras-um livro daqueles tão bom que apetece esquecer, para poder ler novamente-um fim-de-semana de dois dias no Meco-umas comidinhas de babar-uns mojitos na praia-uma ida ao sushi e comer sashimi como se não houvesse amanhã e uns dias para me habituar outra vez ao ritmo, resolve-se...Penso eu...Por enquanto, só me apetece estar assim:

26 de julho de 2009

Na praia?!

Não consigo entender este recente fenómeno que é tirar pelos e pelinhos em plena praia, onde, obviamente o sol é bem forte e ilumina qualquer pelo mais teimoso, escondido em zonas desnudadas e que se querem macias e libertas, mas onde também há a maior concentração de olhares indiscretos e curiosos. É que há coisas que só se fazem no sossego do lar (ou na esteticista). Coisas que nem ao marido se confessam, que é como quem diz, que para eles, nós somos naturalmente depiladas e perfeitas. Claro que eu própria penso, por vezes, que estou muitíssimo bem depiladinha e maravilhosa e depois, na praia, lá está aquele pelinho teimoso que me apetece arrancar, porque parece que toda a gente o vai ver, mesmo que para isso seja necessário eu estar a fazer o pino e a espargata em simultâneo. Pronto, um pelinho ainda vá, assim como quem não quer a coisa, bem discretamente e no momento em que todos olham para o senhor que vende fresh donuts, coca cola e water e que apresenta um bronze de 365 dias, mais coisa, menos coisa (mas sem pinça, por favor). Mas eu vi raparigas e mulheres de pinça em riste na praia, não se inibindo de estar de perna aberta e todas dobradas sobre as virilhas a fazer o serviço...cheguei mesmo a ver uma rapariga com um daqueles espelhos que aumenta (dos quais já falei por aqui, no Cantinho) e pinça, a dedicar-se a arranjar as sobrancelhas, depois de tratar das virilhas. E não sou eu que vou para praias esquisitas, porque constatei este facto nas praias da Costa e em praias ainda mais a sul, por esse nosso Allgarve...Sou só eu que acho isto assim...vá, feinho???

25 de julho de 2009

Regresso...

Parece que estou de volta...embora com uma neura gigantesca por regressar ao trabalho já na segunda-feira. Foram duas semanas maravilhosas, que passaram, como todo o tempo bem vivido, a correr, sem quase se fazerem sentir, como uma fina e leve brisa, que sabe e faz bem...ao corpo e à alma. Conto agora os dias para as próximas férias: alguns dias em Setembro, para festejar o meu aniversário e uma semana em Outubro, para umas férias bem diferentes e bem longe, noutro continente. Resta-me acreditar que o tempo que me separa desses dias ansiados, passará também a correr.
Durante todo este tempo não consegui vir ao blogue, não só porque o acesso à internet não correu muito bem, mas porque, na verdade, precisava de tempo para mim, para o P... - um tempo só para nós. Por isso, tenho muitas leituras para por em dia, às quais me vou dedicar já de seguida. Agradeço a todos os que aqui passaram e deixaram comentários, bem como e-mails (cujas respostas tenho em atraso) aos quais prometo dedicar-me esta semana.

13 de julho de 2009

E finalmente, as férias...

Passei de fugida só para informar que já estou de férias. Tristezas não apagam mágoas, por isso peguei no sorriso, nas havaianas, biquinis e livros, no P. e nos gatos e já estamos a banhos, algures por aí, neste nosso cantinho à beira-mar plantado. Logo à noite volto com mais tempo para visitar os vossos cantos e partilhar um pouco das minhas férias. Até lá...

10 de julho de 2009

Não...

Não falem comigo...estou fula da vida por causa disto aqui! Já sabem, se alguém me rogou uma praga e andou por aí a pregar rasteiras, vai desde já, daqui, uma praga daquelas ao quadrado...É que não se faz...

9 de julho de 2009

E falta um dia...

E depois há aqueles últimos dias antes das férias, em que o trabalho parece triplicar, os problemas de última hora surgem uns atrás dos outros, em que temos uma pilha de papéis sobre a mesa, pilha essa que terá que ser reduzida a nada, a internet mal funciona e temos mil e uma coisas inadiáveis para tratar e somos os únicos a desempenhar aquela função e a ter aquela responsabilidade. Hoje é um desses dias...mas a proximidade das férias e a sensação de plena paz, de descanso merecido, de estar com o P. sem horários nem preocupações, que aí vem é suficiente para não me tirar o sorriso* parvo da cara...Por hoje, encosto-me na cadeira, ponho os phones nos ouvidos, ouço Sigur Rós bem alto (têm o poder de me manter zen e abstraída do mundo à minha volta), trabalho que nem uma doida, oriento processos, organizo papéis e preparo uma sessão que ainda vou dar, seguida de entrevistas até às 22h, mas, totalmente focada no fim do dia de amanhã, o qual vai ter um gostinho muito especial.
Por isso, espero que desculpem a ausência de comentários nos vossos blogues, bem como dos comentários que aqui me deixam...Prometo voltar em força, ainda nas férias.
*E o concerto dos Depeche Mode também...Porto, aí vou eu!

8 de julho de 2009

Opções II - os meus devaneios, num post assim para o chatinho...

Não esquecendo que adiei o fundamento deste post aqui, dada as minhas mais recentes incursões pelas lides hertzianas, o que me baralhou as ideias e os post's que tinha pensado escrever e, posteriormente, as boas notícias partilhadas aí no post em baixo, devo dizer que fico satisfeita quando me apercebo que os meus devaneios e dúvidas existenciais, tristezas e angústias, merecem a vossa atenção e conselhos. Na verdade, dei comigo a matutar sobre o assunto nos últimos dias e alguém escreveu que é bom procurar um equilíbrio entre os dois estados. De facto é bom, mas difícil de conseguir. Sobretudo quando se vai ganhando experiência profissional e mesmo de vida e o sonho ou ambição de salvarmos o mundo e fazermos a diferença se desvanecem, como se de pó se tratassem. Sobretudo quando nos apercebemos que por mais que mudemos de emprego, de área profissional e até de zona geográfica, haverá sempre alguém cujo objectivo na vida é fazer-nos engolir sapos, uns atrás dos outros...ou não. Alguém que, quando confrontada com um cargo de chefia, mais parece um ditador com pele de freira. Cujos erros se sucedem escandalosamente, mas a única preocupação é encontrar erros nos outros, mesmo quando não existem. E seu já engoli muitos sapos... mas devo confessar que cada vez me falta mais a paciência e ficam-me entalados na garganta e normalmente saem por onde entraram, quase instantaneamente e do tamanho de elefantes. Tenho o coração na boca e quando me apertam os calcanhares, não me consigo conter, sou assim na vida pessoal e profissional - sai-me o coração disparado em todas as direcções, mas sempre primando pela boa educação, fundamentação e sensatez (ou pelo menos tento, mas é algo que se aprende com o tempo a controlar e eu ainda sou muito novinha, só tenho 30 anos). Por isso passei de braço direito a unha encravada, em meu prejuízo, mas com a consciência mais tranquila quando deito a cabeça na minha almofada, à noite. E o que eu gosto de dormir tranquila...

7 de julho de 2009

Nova etapa

Na sequência deste post aqui, posso finalmente partilhar que, depois de muito matutar, resolvi finalmente abrir os cordões à bolsa e candidatar-me a um mestrado, no qual, soube agora, entrei! Eu, o S., a A. (sim, os meus colegas de trabalho e amigos para a vida, aos quais já dediquei um post) e a V., que praticamente não conheço, mas oportunidades não vão faltar!
Confesso que depois de acabar a licenciatura, no longínquo ano de 2001, só queria distância dos livros, dos exames, dos trabalhos de grupo, das fotocópias, dos professores e afins, ou seja, de tudo. Mas de há uns dois anos para cá, essa ambição de distância mudou. Comecei a encantar-me pelos livros técnicos, na minha área e o facto de começar a dar formação abriu-me o apetite para aprender ainda mais. A grande dificuldade era a possibilidade de conciliar com o trabalho e também o investimento necessário, mas, felizmente, neste momento, tenho disponibilidade para o fazer e estou feliz. Eu e o S. já demos pulos de alegria e já nos rimos feitos tontinhos perante a, quase impossível de acreditar realidade, de que entrámos os quatro, para o mesmo mestrado, para o qual a experiência profissional na área conta bastante. Neste momento já estamos a planear boleias, jantares, horários e tudo o mais.

Para sorrir mais ainda e concretizar alguns dos desejos que partilhei algures no fim do ano passado, quando apenas uma ou duas pessoas visitavam aqui o Cantinho, só falta saber que fui aceite como voluntária num projecto social, para o qual estou em conversações e aí sim, sinto que, finalmente, ando a lutar pela concretização dos meus objectivos e que, quando acreditamos, queremos e lutamos, não há meta inalcançável. Porque nós somos, muitas vezes, o nosso próprio obstáculo... e não há nada como contornar isso.
Mãe Bê - não queria que soubesses por aqui, mas não me atendes o telefone e como sei que não perdes pitada do Cantinho, toma lá esta pérolazinha que sei que te vai fazer feliz!

6 de julho de 2009

Quase lá...

Estou quase quase a ir de férias* e, parece que desta vez, a Internet vem comigo. Só não sei se terei capacidade para postar algo decente, entre concertos, viagens, praia, saídas à noite, jantares, descanso e comidinha da boa. Por outro lado, para quem fica a trabalhar, também não será, com certeza interessante, viver os meus devaneios veraneantes e post's a roçar a parvoíce típica da silly season, depois de um dia de sol e, a acumular, fotos de sorrisos gigantes e aparvalhados depois de jantares animados, ou em praias fabulosas e quase desertas...a ver vamos! Como já alguém me disse, há uns tempos atrás, não sei se conseguirei ficar tanto tempo longe da escrita, do blog e dos blogs que acompanho. Alguém quer apostar?
Esta semana, por anteceder as férias, não vai ser muito fácil, dado que quero deixar o trabalho todo organizado e em dia, o que, a par com uma péssima** ligação à Internet, não me vai deixar muito tempo para escrever mais do que meia dúzia de linhas, uma a duas vezes por dia...
* Faltam apenas cinco dias, que me vão parecer os mais looooooongos de sempre...
**Haverá, por mero acaso, algo mais irritante do que ligações sempre a cair, textos perdidos, tempo deitado fora e horas à espera que abra um link???

5 de julho de 2009

E depois...

E o que é que se pode escrever depois de o nosso blogue ter "aparecido" na rádio? Apenas que agradeço os vossos comentários: dos que me deram os parabéns, dos que ouviram, dos que não ouviram (apenas desculpável se, em alternativa, estavam a fazer algo de muitooo interessante e inadiável*) e dos que querem ouvir. De facto, ainda não está disponível no site da rádio, mas assim que estiver, eu faço um link directamente daqui do Cantinho.
* Euzinha apenas ouvi meia hora ontem, porque tive um jantar e hoje, o Homem aqui do Cantinho, mais conhecido por P., fez questão de acordar às 9 e pouco, para, deitadinhos e confortáveis, ouvirmos o restante através do Mp4.
Tem uma certa piada, ouvirmos as nossas palavras, mas também é estranho, porque algumas coisas parecem fazer mais sentido quando escritas, do que lidas...Enfim, venha a televisão e o livro - brincadeirinha ;)!

3 de julho de 2009

Diz por aí...

Pois é...diz por aí que o meu blog vai dar um programa de rádio...é já amanhã e é aqui* e eu não posso deixar de me sentir vaidosona! Nada como um bombom destes para adoçar um dia menos fácil.

Bom fim-de-semana, cheio de sorrisos!
* Sábado, dia 04, das 21h às 22h e repetição no domingo, dia 05, das 9h às 10h. A Voz é da Ana Isabel Arroja, os disparates são todos meus...

Opções

E quando temos duas opções na vida:

Sermos o braço direito de alguém e, por isso mesmo, estarmos sempre protegidos, acabando por levar uma vida bem tranquila, mas fugindo ao que acreditamos e aos nossos valores, correndo mesmo o risco de prejudicarmos os outros;

OU
Mantermo-nos fiéis a nós próprios, aos nossos valores e crenças, lutando pelo que acreditamos e consideramos justo, mesmo que isso implique passarmos de braço direito a unha encravada...
Qual a melhor opção? - Discussão para o próximo post. Porque há dias em que não me apetece mesmo escrever mais nada...Porque há dias em que desanimo e me sinto frustrada, porque ainda quero acreditar que o mundo é um lugar justo, mas parece-me exactamente o contrário...porque há dias em me apetece largar tudo e partir para outra. Hoje é um desses dias...

2 de julho de 2009

Futilidades #2

Uma visitinha aos saldos resultou em dois vestidinhos (um para a praia, outro para sair à noite), uma blusa, um colar e várias pulseiras, lindas, lindas de morrer (adoro acessórios). Livros não comprei para já, porque preciso de um bom par de horas para me dedicar à sua compra e até porque, as sugestões foram tantas e tão boas, que não vai ser fácil, mas já andei a investigar. Hoje não tinha tempo para essa tarefa que adoro - sim, porque o mais provável é, além de demorar horas a ler as capas e contra-capas, as críticas, as primeiras palavras, ainda ser apanhada a cheirá-los - tara que já assumi algures pelo Cantinho. De qualquer forma Mia Couto e Sepúlveda já estão preparados para irem de férias comigo (já só falta uma semana), assim como o Crepúsculo (ler, para crer, no que a maioria das críticas diz), embora tenha algum receio que este último possa ser demasiado teen. Normalmente não consigo ler só um livro, preciso de ter duas ou três opções, que vão variando consoante o meu estado de espírito. Um autor que eu aconselho vivamente: Carlos Ruiz Zafón - li os seus dois únicos livros traduzidos para português e são qualquer coisa...em especial A sombra do Vento, um livro sobre livros, no qual quase conseguimos visitar Barcelona, através dos olhos da personagem principal. Um livro que se devora e que me fez mesmo desejar mais horas de viagem dentro de um avião, algures sobre o oceano atlântico, de tão embrenhada que estava.
Neste momento estou fechada para balanço, que é o mesmo que dizer que roupa, sapatos e acessórios (colares, pulseiras, brincos e afins) estão proibidos, até às novas colecções.

1 de julho de 2009

Futilidades #1

Apeteceu-me: Confesso que o vi num blog vizinho e não resisti!
(comprei a parte de baixo com bolinhas e não com flores - fica lindo de morrer e cai tão bem)

Adoro havaianas! Haverá algo mais confortável e com sabor a Verão?

Por vezes uns devaneios nas compras fazem tão bem...amanhã vou atacar livros e, quem sabe, algumas lojinhas! Digam o que disserem, é fútil, mas, por vezes sabe bem e faz bem ao ego (e não só ao feminino, que os homens também gostam, eu bem sei). Alguma boa sugestão literária para levar comigo nas férias que estão quase quase aí?