26 de setembro de 2009

O amor acontece...

Desde que criei o e-mail do Cantinho, tenho recebido bastantes e-mails de pessoas que estão a viver fases complicadas nas suas vidas e que procuram algumas palavras de ânimo e, em alguns casos, conselhos. Um dos casos mais comuns é o de fim de uma relação que se queria para sempre.
Podia dizer que eu, enquanto mulher casada e feliz, não seria a pessoa mais indicada para falar sobre o assunto, mas, em certa medida, até sou – e escrevo “em certa medida” porque, como já referi bastantes vezes, nas questões do coração e das relações, não existem verdades absolutas. Eu já vivi um fim, já me senti muito sozinha e já vivi todas as angústias de quem termina uma relação e se dedica a procurar todos os seus próprios defeitos e atribuir a si mesmo todas as culpas do mundo. Porque já senti que nunca mais iria ser amada, nunca mais iria sorrir, nunca mais iria sentir algo por alguém. Após o fim de uma relação de 4 anos, vivi um período de procura do meu eu interior, muito suportada pelas pessoas que me são mais próximas: amigas (a G., a R., a Minie e a M. Inês – estas duas últimas, aqui presentes na blogsfera), mãe e a minha irmã C. Mas o que mais me assustava era que, até ali, na minha pura ingenuidade, acreditei que as relações poderiam ser para sempre e que todos os maus momentos, todas as imperfeições que eu tentava não ver, poderiam ser ultrapassados e um dia tudo seria perfeito e cor-de-rosa, como nos contos de fadas e os seus happy endings. E por isso, a esta distância, posso afirmar hoje, que esse período foi dos mais importantes da minha vida. Porque aprendi a conhecer-me, cresci, amadureci, identifiquei os meus erros e, sobretudo, tudo o que estava mal numa relação minada pelo ciúme e que não me fazia minimamente feliz. Eu não sorria, eu era cinzenta e deixei-me quase anular enquanto mulher e enquanto pessoa. E só o descobri bastante tempo depois de terminar…só o descobri quando, algum tempo mais tarde, quando menos esperava, quando menos queria, o amor entrou, sem pedir licença, pela minha vida a dentro, como se de um furacão se tratasse e me fez perceber que uma relação só vale mesmo a pena quando nos sentimos felizes, quando nos faz querer ser pessoas melhores, quando queremos viver cada momento, cada dia, cada etapa, como sendo únicos, quando queremos sorrir a toda a hora e a todo o momento. Hoje sei que só amei verdadeiramente uma vez, mas foi preciso sofrer para o perceber. E tenho a felicidade de viver esse amor todos os dias. Se é para sempre não sei, sei que será para viver ao máximo enquanto os nossos olhos brilharem apenas porque o outro está lá.
E por isso, tudo o que quero dizer a todos os que estão a viver algo assim é que, nos primeiros tempos é difícil ter esperança por dias melhores, mas com o tempo isso muda. Amem-se sempre a vós próprios, conheçam-se, mimem-se e não permitam nunca que alguém os faça infelizes. E acreditem que, quando menos se espera, o amor acontece. Não é algo que se procure, é algo que se encontra…
Porque um fim nunca se limita apenas a isso, porque é sempre, um novo começo…
Nota: A imagem representa o P., eu e o nosso gato Tobias e foi desenhada pela minha irmã M. quando tinha 12 anos, como imagem para o nosso casamento. Por isso, nenhuma outra imagem faria mais sentido hoje.

Amanhã...


Blogoqueridos, amanhã votem...Seja em que partido for, seja porque razão for (excepto votar nos vermelhinhos só porque o Avante foi "muita fixe" - isso não é razão!), seja no Socátas, na Manuelinha, ou mesmo no Garcia Pereira, à esquerda ou à direita, seja no PS, ou no MRTRE-PSDD. Não interessa - votem- é a vossa voz e o vosso direito! Por isso mesmo, façam-se ouvir ou então, depois não se queixem, ok?

Vá, para trás de mim, na fila às urnas!
(E não vale inventar dores de cabeça, unhas encravadas ou borbulhas na cara, viagens surpresa, ou visitas de familiares, etc, etc, etc.)

24 de setembro de 2009

Maus conselhos...

Durante as minhas férias e como sempre faço quando o tempo é passado na praia, comprei algumas revistas, daquelas bem femininas, com dicas de moda, de beleza, testes parvos (para os quais não tenho qualquer paciência) e novidades culturais, entre outros, para me actualizar e passar o tempo sem pensar em coisas sérias. Numa das minhas leituras, ainda distraída entre os mergulhos divertidos do P., um sol maravilhoso e uma praia calma, típica de Setembro, dei comigo a ler um artigo, no qual sobressaía a foto de um rapazinho de corpo bem-feito a tomar banho. Embrenhei-me na leitura, sem dar qualquer atenção ao título, certa de que viriam aí algumas dicas de sedução (não que eu precise, mas informação desta nunca é demais) mas, quando dei por mim, estava prestes a ser bombardeada com truques, dicas, conselhos de autêntica espionagem relacional, daquela que mete investigação passional no telemóvel, nas facturas de almoços e compras, na conta do banco, no computador, nos bolsos dos casacos e das calças e mesmo, pasmem-se, nos boxers deles (!!), etc, etc, etc, sem se ser apanhado – cada subtítulo, cada dica.
Nesse momento, atirei com a revista para o lado, incrédula e cheia de pontos de interrogação na minha cabeça. A minha grande dúvida prendeu-se com a ideia de que estas revistas tinham como objectivo dar dicas para que as mulheres, no geral, se sintam mais confiantes, saibam tirar partido de si mesmas, conheçam novos truques e mesmo que identifiquem alguns sinais de que uma relação pode não estar bem (nenhum deles envolvendo o CSI do coração), entre outros milhentos objectivos, mais ou menos relevantes. Ora um artigo desta natureza vai contra tudo o que referi na frase anterior. Serve para minar a cabeça de uma mulher, colocar dúvidas na sua cabeça e mesmo estragar a sua relação. E não, não vou aqui fazer juízos de valor sobre quem usa estes “truques”, sobre quem controla, porque cada um sabe de si, cada um tem a sua história e os seus fundamentos (ou não). Já conheci muitas pessoas que o faziam, a maioria das vezes sem qualquer razão, apenas porque sim, inclusive eu, já fui “investigada” numa relação passada. Não o faço. Acho feio. Acho que é uma grande invasão da privacidade do outro e acredito que existem sinais bem mais óbvios de que uma relação não está bem, do que a conta de um almoço num restaurante, ou uma mensagem aparentemente suspeita. Acredito na força do diálogo, nos sinais emocionais que se transmitem nos momentos do dia-a-dia. Se algum dia o farei? Adorava poder dizer que não, mas a verdade é que não sei. Espero nunca chegar a esse ponto, espero nunca ter razões para o fazer…mas, se tal acontecer, espero ter a capacidade de conseguir sempre resolver tudo através do poder da palavra.

23 de setembro de 2009

Ai Jesus!

Como boa benfiquista que sou, confesso que estou a amar o trabalho iluminado do Jesus mas, não posso deixar de me rir com o que se diz e escreve por aí - hoje li este post aqui e não é que é mesmo assim? Ora vejam com atenção os próximos jogos e podem ter a hipótese de assistir a uma quase sessão de strip, ali, na hora.
É que o homem é um poço de gaffes, disparates e figurinhas a acompanhar. E a pastilha na boca? Ai a pastilha...A não perder, as cenas dos próximos jogos!
PS: espero que uma dia todos tenham a oportunidade de o ouvir falar em inglês (como eu ouvi há uns anos atrás, num programa)- um verdadeiro must!

22 de setembro de 2009

C.C.

Hoje fui buscar o meu cartão do cidadão e a minha dúvida é a seguinte - sou só eu que estou horrível, pindérica, um verdadeiro trambolho deplorável, naquela fotografiazita monstruosa, que vai acompanhar todos os meus passos, em todos os serviços, até 2014? Hein? Isto para não falar na assinatura mal-jeitosa, que mais parece que foi feita enquanto me equilibrava em cima de uma lata de sumo vazia, num dia ventoso...nem que me esforce muito, nunca mais conseguirei fazer igual!
PS: eu queria muito por aqui uma imagem feiotinha, que ilustrasse o meu dilema, mas não conseguir arranjar uma tão má quanto a minha e essa não posso partilhar!

Prada...


E depois de ler atentamente todos os vossos conselhos (em especial os da minha querida Rotax), depois de muito escolher e de experimentar uns 325 pares de óculos, de várias cores, marcas e feitios, fiquei-me por estes Prada, um bocadinho arrojados para mim, mas giros giros e que me assentam mesmo bem. Confesso que não sou grande adepta de exibir marcas brilhantes e garridas, que se vêm a km de distância - não critico nos outros e muitas vezes até gosto de ver, mas em mim não gosto, não tem muito a ver comigo - mas estes são perfeitos e discretos, mesmo com esta corzinha da moda. E ainda trouxe um segundo par grátis, que me vai dar muito jeito, porque ando sempre a perdê-los...qual avozinha distraída, que procura os óculos que estão na ponta do nariz. Agora vou tentar portar-me bem e não abusar das lentes.
PS: E sim S. isso significa que me vais ver mais vezes com ar de executiva - seja lá qual for o problema que isso provoca na tua cabecinha! =D

21 de setembro de 2009

O peso da idade...

Pitosga como só eu, hoje fui finalmente fazer o exame para alterar as lentes dos meus óculos. Já há anos que uso e abuso das lentes de contacto e por isso, os óculos andam por aí a ganhar pó e eu, a ganhar graduação.
Quando faço aqueles exames das letras sinto-me sempre numa prova oral, prestes a meter a pata na poça e ansiosa por acertar nas letrinhas todas, livrar-me de uma reguada e ter uma boa nota. E depois ainda me perguntam sobre quase todo o tipo de doenças e mais alguma que posso ter - e por isso mesmo, só hoje, depois de 15 anos a usar óculos e 5 a usar lentes de contacto, soube que as rinites e sinusites podem exigir lentes especiais.
Exame feito, sem muitas réguadas, descobri o que já sabia - estou cada vez pior. Parecia até que não sabia ler: os D's e os O's eram todos iguais, assim como os E's e os F's. Uma tristeza. E depois, escolher a armação não é mais fácil. A marota da Diana Chaves ficar gira gira com todos os modelos e mais alguns, como se vê nos catálogo espalhados por aí: sejam cor-de-rosa, vermelhos, pretos, giros ou bimbões. E eu, sinto-me uma verdadeira totó com qualquer modelo, dos mais baratuxos aos óculos de marca fina. Não tenho uma cara fácil para óculos: é sempre um martírio de escolha - por isso estimo religiosamente os meus ray-ban escuros, que me ficam mesmo muito bem. Às tantas, experimentei tantos que não gostava de nenhum e vim-me embora sem escolher. Tenho que levar alguém que me conheça bem e me ajude a optar por aqueles que realmente me ficam bem, dentro do possível (tenho cá para mim que depois de meia hora a experimentar óculos de todas as marcas, cores e feitios, a rapariga que me atendeu estava capaz de me aconselhar os mais feinhos, só para se livrar de mim).
Agora, estou sem poder usar lentes o dia todo (e como eu odeio andar de óculos) e ainda ganhei uma dor nas costas...ou seja, o peso da idade hoje caiu-me todo em cima (brincadeirinha, que eu uso óculos desde os 15 anos)...Porque há dias assim e a acrescer à gripe que não me deixa, estou que nem posso e ainda só é segunda-feira...

19 de setembro de 2009

Defeito ou feitio

Invariavelmente, quando se pergunta a alguém quais os seus pontos fracos, 99,9% das pessoas assume, com muita veemência que é teimoso. Única e simplesmente isso. Muitos acrescentam mesmo - quando sei que tenho razão - para não ficarem mal na fotografia, pois assim acrescentam a possibilidade de serem vistos como pessoas firmes, decididas e com personalidade forte, demarcada. E eu pergunto-me se será medo de assumirem outros defeitos ou incapacidade para olharem para si e verem o que poderiam melhorar? É que eu prefiro, sem qualquer dúvida ter a mente aberta e conseguir olhar de fora para mim própria e reconhecer as minhas falhas e os meus defeitos. Não quer dizer que consiga mudar todos e melhorar, mas, pelo menos, posso tentar. E se tiver a informação necessária e reconhecida do meu lado, tanto melhor.
E eu tenho tantos defeitos, tantas coisas que gostava…não, que adorava mudar em mim. Por exemplo, considero-me uma pessoa extremamente comichosa, daquelas que fica cheia de urticária perante determinados comportamentos, correndo mesmo o risco de não o conseguir disfarçar (nem que seja com um olhar fulminante), como por exemplo, pessoas que roem as unhas e ainda fazem barulho (desculpem-me os roedores, eu sei que há muitos, mas não gosto nadinha nadinha – o Homem aqui do Cantinho muito tem sofrido com esta minha intolerância à roedose). Sou preguiçosa quanto baste: sou bem capaz de deixar para amanhã aquilo que podia e devia fazer agora mesmo. Sou mais do que distraída, sou uma desgraça, a toda a hora faço disparates tão comuns como colocar a roupa suja no caixote do lixo e o saca-rolhas no frigorífico. Mesmo no trabalho, de tão distraída que sou, perco tudo, especialmente aquilo que está mesmo à minha frente. Sou desorganizada e por isso mesmo, muito exigente quanto a este ponto, sobretudo no trabalho. Por saber que facilmente desarrumo tudo, ando sempre a fazer listas de pendentes, urgências e a perder tempo a organizar as coisas que levo dois segundos a desorganizar. Sou rabugenta. Não sempre, porque normalmente sou muito bem-disposta e brincalhona, mas, quando estou rabugenta, não há quem não repare. Posso ser pouco tolerante ao erro…demasiado honesta nas palavras e falo muitas vezes com o coração na boca. Sou sensível à crítica – quando infundada, ou partilhada apenas por maldade ou com o intuito de deitar abaixo. Sou totalmente a favor de críticas construtivas e fundamentadas, que me permitam melhorar.
Se sou teimosa? Pois claro que sou, mas sou muito mais do que isso. E sou tanto mais teimosa, quanto mais teimosa é a pessoa do outro lado. Aguça-me o engenho da teimosia ;)

E vocês? Quais os vossos principais defeitos, aqueles que gostariam de poder melhorar?

Back!

De volta ao cantinho, ao sossego do lar. Eu, o P. e a dona gripe que me visitou na 4.ª à noite e não me largou mais. E não é a Gripe A (penso eu), esta é mesmo a gripe B(ê). Estou que nem posso. Mal deu para dar um mergulhinho no mar e para curtir um belo passeio de barco. Os restantes dias foram passados entre casaquinhos, mantas e chá bem quentinho para me acalmar a garganta.
Vou só ali ver se me livro da malandra e se volto com mais capacidade para a escrita e para a leitura (estou com uma dor de cabeça que nem me aguento). Bom fim-de-semana a todos, cheio de sorrisos (o meu será cheio de espirros...).

15 de setembro de 2009

Fui...

Sem tempo para escrever e, pior ainda, sem tempo para visitar os vossos cantinhos** (os últimos dias têm sido uma correria), vou só, num instantinho, passar uns dias de férias e já volto, com tempo, revigorada, descansadinha e cheia de coisas boas-e-divertidas-e-tudo-e-tudo-e-tudo para partilhar.
Em relação ao post em baixo, apenas escrevo: Obrigada...fiquei com um sorriso enorme a cada comentário, a cada palavra, a cada desejo vosso. A blogosfera é mesmo mesmo fantástica.
** A todos os que me têm enviado e-mails e que são cada vez mais, mails de partilha, de dúvidas, de apoio, desculpem e ausência de resposta, mas tenho andado cheia de trabalho, como sempre acontece, antes de ir de férias. Prometo dar resposta a tudinho assim que voltar.
Fui...

14 de setembro de 2009

Só passei para avisar...

É hoje...!!






...Para mim e um feliz dia para todos vocês! Cheio de sorrisos!
E porque neste dia há coisas que se repetem ao longo dos anos, sei que vou ouvir, uma vez mais, a história do dia em que nasci, contada pela minha mãe (ainda estou para perceber o que levou o meu pai, benfiquista mais que ferrenho, a levar-me para a zona de alvalade, para nascer), a partilha da supresa incrédula da minha avó, por ter, finalmente, uma menina na família, a música maravilhosa que marcou o meu pai neste dia e que ouvimos, consecutivamente, nos dias 14 de Setembro de todos os anos, a história do ciúme terrível que assolou o meu irmão, apenas dois anos mais velho do que eu, assim que me viu, com a sua célebre frase familiar "para qé que eu quero essa pocaía"- sentimento que acho que o acompanhou até aos 15 anos, altura em que, finalmente nos tornamos amigos e confidentes. Sei também que vou relembrar, como sempre acontece, todos os que já partiram e que fizeram parte da minha vida, porque neste meu dia, bate sempre a saudade, acompanhada da nostalgia de muitos momentos que não vou esquecer nunca. E porque hoje é o meu dia, vou fazer o favor de ter um dia muito feliz!

11 de setembro de 2009

Fim-de-semana!


E porque é hoje é sexta-feira e eu adoro as sextas-feiras* e porque o tempo está mais fresquinho e porque estou quase quase a fazer anos (e não deixo que ninguém se esqueça, incluindo a blogsfera) e porque estou a prosperar como agricultora na minha quintinha virtual e porque para a semana vou ter uns dias de férias e vou partir para parte incerta e porque as aulas na faculdade estão quase a começar (não me lembro de ficar feliz com isto - a idade traz mesmo benefícios)- bom fim-de-semana para todos, cheinho de sorrisos! O meu vai ser, com toda a certeza ;)


*E porque ontem discuti com a chefe, estou mesmo, mesmo a precisar de distância...antes que lhe diga umas verdades...mais verdades, porque ontem já lhe disse uma ou outra...oppsssss...

10 de setembro de 2009

Na quinta...

Sempre fui uma menina muito ligada à terra, à natureza, ao campo, aos animais, and so on...por isso, agora ando por aqui, na minha quintinha virtual (ou em cima dela): Já tenho plantações de morangos, de soja e beringelas e algumas árvores de frutos. Ando o dia inteiro com umas jardineiras de ganga muito práticas, pronta a colher tudo o que está "no ponto". Vamos ver se pega (se for com o SIM'S, estou tão feitaaaaa).
E agora, vou apanhar morangos, com licença ;)
By the way, é impressão minha ou andamos perigosamente a desenvolver vidas paralelas e virtuais? Ele é sims's, facebook, second life (este nunca experimentei, nem quero!), etc e tal...vidas essas que permitem ser o que não somos, fazer o que não podemos fazer.Parece-me um bom assunto para um post futuro!

Para familares, amigos e afins...

Certa de que não se esquecem de que o meu aniversário está para (muito) breve e para evitar os naturais desconfortos e inseguranças relativamente a prendas e, porque sou muito prática nestas coisas, aqui fica uma listinha para vos facilitar a vida e fazer-me feliz (sou amiga, não sou?):
- Não me comprem coisas para a casa - (depois de 6 anos na minha própria casa, posso dizer que já a tenho bem cheia de tralha à qual não sei o que fazer) - a não ser que queiram oferecer-me uma máquina de lavar louça, o que me iria fazer (assim como ao P.) muitoooo feliz;
- Não me comprem roupa, a não ser alguma peça pela qual me tenham visto a babar perante uma montra, nos últimos tempos, ou o vestido de cor pérola do catálogo novo da Mango (no qual a manequim tem uma borboleta ao pescoço), ou uma boina da H&M (azulão, linda que só ela, com as luvinhas a condizer e a chamar desperadamente o Inverno) ou mesmo um cheque oferta da mango;
- Não me comprem nada na Parfois, a não ser as encharpes giras giras que por lá andam - especialmente a azul petróleo, ou a cor-de-rosa, ou a verde;
- Não me comprem perfumes, a não ser que seja o Emporio she ou o DKNY, da Donna Karen (ainda não cheirei o novo da Donna Karen, mas ando desejosa);
- Não me comprem livros, a não ser que tenha saído, muito, mas mesmo muito recentemente (tipo, nos dois dias antes do meu aniversário), algum livro daqueles meus escritores de eleição, como Isabel Allende, Gabriel Garcia Marquez, Carlos Ruiz Zafon, Mia Couto...Sepúlveda... - nestes casos é obrigatório uma dedicatória, ou então, ofereçam-me um chequezinho da fnac que será muito bem empregue;
- Não me comprem cd's (remeto, uma vez mais, para o cheque oferta da fnac);

E se me comprarem algumas destas coisas, espero, do fundo do coração, que não leiam este post...:D
Agora, mais a sério, como escrevi atrás, sou muito prática nestas coisas. Não me faço difícil, tipo "ah, não sei, não precisas de dar nada...e tal, e tal..." - adoro dar prendas e adoro recebê-las e ter o meu momento de futilidade. Adoro fazer as pessoas felizes e poder acertar exactamente o que gostariam/precisam de ter. E, como tal, prefiro dar a oportunidade de poderem sentir-se bem com aquilo que me dão e de me poderem fazer felizes também. Não há nada mais desagradável do que receber uma prenda de que não se gosta e ter que disfarçar perante o ofertante.

As prendas mais importantes que recebi até hoje, valem não pelo lado material, mas emocional e estimo-as com muito carinho, por serem tão importantes para mim: uma planta linda que o P. me deu no início da nossa relação (por saber que não gosto de receber flores), os brincos que a minha avó comprou a muito custo e que usou toda a vida e que nem tenho coragem de usar, com receio de perder, as canecas do gato preto que o meu irmão me deu, por saber que as adoro, os postais que a minha mãe me escreve desde sempre, os desenhos e invenções das minhas irmãs, os livros do meu pai, com mensagens especiais só para mim...entre muitas outras. Se já recebi prendas mais valiosas? Sem dúvida, em termos somente monetários. Mas as que são dadas com o coração são as que mais valem para mim e as que manterei para a vida.
Por isso, desde que venham com o coração, eu receberei com um sorriso e com a certeza de adorar - Porque quem me conhece, sabe como o fazer...

9 de setembro de 2009

Rebobina-me!

Às vezes adorava ter a capacidade de poder rebobinar determinados momentos da minha vida, nem que fossem somente uns segundos - aqueles da decisão inconstante e mal tomada, em que digo ou faço algo de que me arrependo logo de seguida*...e são tantas as vezes em que isso me acontece. Maldito coração na boca, que me causa tanta lamentação.
*Não que as pessoas ou a situação não o mereçam por vezes, mas, com a maturidade que a idade e a vida nos deve trazer, devemos aprender a mediar a nossa inconstância e espontaneidade - e eu ainda não domino essa capacidade. Tão depressa lanço uma gargalhada ou uma piada sarcástica, como digo o que não devo, nas horas erradas...

Que cheiro...

E não é que hoje, quando saí de casa, estava um cheiro (mais do que) maravilhoso a terra molhada? Amei...

Atirem-me pedras, calhaus mesmo, mas adoro uma boa trovoada como a de hoje de madrugada, seguida do som intenso da chuva. Claro que não durmo desde as 6:30, mas isso é só um pequeno detalhe...

8 de setembro de 2009

Mariquinhas

Parece que, a partir da semana que vem, este vai passar a ser (mais um) meio de deslocação da família do Cantinho. É ver-me à pendura, com um sorriso estampado no rosto e cabelo esvoaçante, sentada numa scooter igualzinha a esta...NOTTTT - se estiver a sorrir é de medo, muito medo e...e-de-nervoso-miudinho-e-de-receio-e-de-ter-o-coração-na-boca-prestes-a-fugir. A verdade é que sempre tive algum receio de motas, não obstante a sensação de libertação e a possibilidade fuga ao trânsito, sobretudo na época veraneante. Eu sei que é só uma scooter, que não permite andar muito depressa, mas, mesmo assim, ando receosa. Mas o P. anda todo entusiasmado com a ideia e eu não me senti no direito de lhe pedir sequer para não avançar com a mesma. Posto isto, parece-me lógico que surjam, daqui para a frente, alguns post's sobre esta nova experiência...
BTW - Agradecem-se partilhas (positivas) de experiências semelhantes. Casos dramáticos e histórias de acidentes não são permitidos neste post, faxfavori - não me matem do coração que já anda tão acelerado ultimamente!
PS: a nossa é igualzinha à da foto! Gira gira que só ela, tenho que admitir!

6 de setembro de 2009

Mais...?

E assim se passou um fim-de-semana: entre sushi, chilli, grelhados e enchidos, vinho tinto com sabor a vida, vinho branco a refrescar a alma, mojitos carregadinhos de hortelã, como se quer, sorrisos e gargalhadas, beijos apaixonados e beijos carinhosos, sol na ponta do nariz e nas bochechas, calor a mais e na dose certa, areia nos pés e nas mãos e em todo o lado, sal na pele, mergulhos no mar, boas leituras e muito descanso, no sossego do meu lar. Quero mais!

(E como eu odeio as segundas-feiras, espero que esta passe bem depressinha...)

5 de setembro de 2009

Ai ai, vergoooonhaaaaa...

Fi)(/lho da P%$%$#! Anormal do cat&%$%#! Raios partam o (/%$#"! do árbitro! Ai ai,vai, vai&%$%$##""!!! $#"! Mer#$""!! Que me%$# de remate!
Foi este o tipo de discurso cá no palácio na última hora e meia... porque o P. , bem, o P. é o P. e eu, sou do mais educado que há, mas, a ver futebol sou pior que muitos homens (shame on me) - não digo todas estas asneiras, mas saem algumas, ai isso saem. Não me consigo controlar. É mais forte do que eu..., que grito, que me levanto irritada, esbracejo (só não puxo cabelos), morro um bocadinho e tudo, para estarmos cada vez mais e mais longe do mundial...(diria mesmo que hoje, nos despedimos dessa hipótese). Não se faz...! Tanta asneirinha em vão...Estou triste...

Prazos de validade

Nas relações, assustam-me os prazos de validade atribuídos a cada uma das suas fases. 6 meses é quanto dura a paixão, diz-me uma grande amiga, psicóloga clínica, que bebe tudo quanto são estudos e teorias dos amores e desamores. 7 anos é o tempo médio de uma relação de qualidade, tempo após o qual os sinais de desgaste surgem e normalmente o casal entra em crise, dizem…(não sei se os especialistas, ou se é a voz do senso-comum).
E eu pergunto-me: como podemos dar um prazo de validade ao amor, à paixão, ao desejo? Nas emoções humanas tudo e nada vale. Não há regras. Cada um é única e simplesmente igual a si próprio: com os seus desejos, as suas angústias, as suas fantasias, as suas frustrações, a sua forma de amar, ou de não amar. Pelo menos é essa a minha crença e a minha esperança.
Perto de festejar os sete anos de namoro (e, pouco depois, 7 anos de coabitação), quase que dou por mim a procurar sinais que indiquem que estamos em crise. Quase, porque não acredito nisso. Não posso acreditar, não enquanto me levanto de manhã, feliz pela pessoa que tenho ao meu lado e quando passo o dia inteiro a fazer planos para programas a dois, a ansiar pelo fim-de-semana, ou por tempo para nós. Não, enquanto sei e sinto que, do outro lado, se passa a mesma coisa. Não, quando dou connosco, a fazer planos para o futuro. Claro que temos pequenas crises, pequenas discussões, fases mais complicadas na nossa relação em que podemos até por em causa algumas coisas. Mas isso faz parte. Porque além da relação, há todas as condicionantes que pesam no dia-a-dia da mesma, como o stress no trabalho, o cansaço físico e emocional, problemas com a família, desmotivação no trabalho and so on...E isso tem impacto na relação, porque, normalmente, os que nos são mais próximos são os que levam com as nossas frustrações e mau-feitio.
Acredito no amor para sempre, assim como acredito na força apaixonante das relações fugazes e puramente físicas. Acredito também em relações de amor forte e intenso, mas que pode não ser eterno. Acredito que não é possível viver sempre em harmonia e que há sempre obstáculos a ultrapassar na vida a dois. Não acredito em contos de fadas nem em relações perfeitas, mas sim que há pessoas perfeitas uma para a outra. Por isso mesmo, não acredito em timings nos assuntos do coração, acredito sim e sei que as coisas devem durar enquanto nos fazem bem, enquanto nos fazem felizes e enquanto nos fazem querer ser pessoas melhores.

Crise dos 7 anos? Não me parece. Não reconheço os sinais na minha relação…Sou feliz ;)

4 de setembro de 2009

Tanto Mimo

Hoje, sexta-feira, será dia de actualizar o blog. Tenho recebido imensos mimos por essa blogsfera fora e não tenho tido tempo para os postar(será que os mereço?). Espero não me esquecer de nenhum, mas se tal acontecer, é favor darem-me um puxãozinho de orelhas, ok?
Quanto a regras de cada um dos selos, já sabem que não é o meu forte...
Posto isto, vamos ao que interessa:
Das Me7ades, da P*, da Hermione, da Sandy e da MM:









Vou apenas ter em consideração uma das regras, que se prende com a enumeração de 3 desejos: ser feliz, sorrir sempre com vontade e fazer os outros à minha volta felizes.

A Lia, que é uma querida e que se farta de me mimar, ofereceu-me estes (entre outros, que já tenho aqui no Cantinho):













Da minha querida *B*, um dos meus blogues preferidos (sei que já o disse várias vezes, mas hei-de continuar a dizer sempre que possa, porque é verdade, adoro, adoro, adoro!), recebi este:

E pronto. Está feito e deu-me uma trabalheira, além de que estou a escrever este post durante o horário de trabalho (vergoooonha). Sei que tenho que passar cada um deles a várias pessoas, mas não o vou fazer...custa-me ter que escolher e custa-me acima de tudo, não ser tendenciosa, porque tenho blogues preferidos, tenho bloguers que adoro, mas acho, na verdade, que toda e qualquer pessoa que entra nesta aventura que é a blogsfera merece este carinho, este incentivo e reconhecimento. Por isso, a todos os que passem por aqui, levem-nos! São vossos - do coração.

3 de setembro de 2009

Caminhar...

Hoje estou muito satisfeita comigo mesma. Finalmente retomei os meus hábitos saudáveis e fui fazer caminhada e, de seguida, fiz 10 mnt de pesos, quando cheguei a casa. Estou orgulhosa. Estou feliz. Tão feliz que cheguei ao trabalho e comi dois pastéis de nata. Para festejar as minhas boas decisões. E estou ali a olhar para a caixa na mesa, ainda com 4 lá dentro (maldito colega ZL que resolveu oferecer-me uma caixinha cheia deste manjar delicioso), cada um deles a chamar por mim... e estou tentada...estou a lutar comigo mesma para me controlar. E está a ser muito difícil.

Sou só eu que, depois do exercício físico, como que nem uma lontra descontrolada, desperdiçando assim todos os benefícios que poderia retirar do mesmo??

Organizar ou encaixar?

Ontem, depois de uma amiga referir as preocupações de como organizar a sua vida com o novo namorado, saí-me com esta pérola: Os casais não se organizam, encaixam-se. Claro que foi risota total, minha incluída, porque todos levámos para a marotice no momento imediato, mas, na verdade, não era essa a minha intenção. A minha ideia era dar-lhe a entender que as coisas não podem ser demasiado rígidas entre um casal. Não devem haver obrigações e horários, regras e procedimentos previamente estabelecidos e segundo os quais devam gerir a relação. Claro que não deve, nem pode, ser a anarquia total. Há que haver bom senso, há que dialogar e há que saber mediar entre o que se quer, o que se sente e a vida a dois. Hoje, ao pensar nisso, enquanto seguia minha rotina matinal, sob a companhia sempre atenta dos meus felinos, pensei no fundo da questão e lembrei-me de como, em 6 anos de relação, durante 5 o P. jogou futebol, nas 2.ª e 3.ª divisão e ainda na 2.ª divisão alemã. Foram 5 anos de treinos quase diários até às 22h. De viagens para fora, o que incluiu muitos fins-de-semana comigo mesma. De domingos sozinha ou a caminho das cidades onde jogava (quando era perto), para o poder ver, vibrar, tirar fotos e partilhar a sua paixão. De jantares de futebol até às tantas, etc, etc. Para não falar dos cinco meses com milhares de km de distância entre nós. E nunca, neste período de tempo, eu reclamei ou tive sequer a coragem de lhe pedir para deixar de o fazer. Nem tal pensamento cruzou a minha mente. Pelo contrário, no ano em que decidiu que seria o último, preocupou-me o impacto que o mesmo iria ter: sempre o considerei um privilegiado por poder trabalhar e, ao mesmo tempo, poder fazer algo que adorava, que lhe enchia a alma e ainda lhe dava um segundo ordenado. Sempre vi, senti e vivi a importância do futebol na sua vida e isso permitia-me ultrapassar todas as saudades, horas perdidas e domingos solitários, por saber que ele estava feliz - sabia que deixar de o fazer iria mexer muito com ele. Por isso me permiti nunca organizar a nossa relação, mas antes, encaixar nas necessidades dele e sei que ele também se esforça por se encaixar nas minhas - sim, porque exige algum esforço, claro. Mas acho que lidamos muito bem com as necessidades um do outro, com o espaço que cada um deve ter, porque nos conhecemos muito bem e sabemos o que é importante para o outro. E não é que, mesmo desorganizados, nos temos dado muito bem? Claro que agora ele se meteu num campeonato com os colegas da empresa e ainda arranja uns jogos durante a semana e eu? Eu acho óptimo e, na verdade, o tempinho que sobra para mim tem sido sempre muito bem aproveitado: jantares com amigas, idas ao cinema, vegetar no sofá a ver todas as séries tipicamente femininas, and so on... E se hoje acho óptimo que ele jogue, tenho a certeza que vou continuar a achar sempre…Mesmo já velhinho, enquanto as pernas o permitirem e a paixão se mantiver ;)

2 de setembro de 2009

Não atirem pedras, mas...

Serei a única farta do Verão e do calor, dos dias quentes e da moleza que os mesmos acarretam? Com vontade de voltar às roupas aconchegantes de Inverno? Cheia de saudades do cheiro da terra molhada, do barulho da chuva, dos cachecóis macios, das camisolas grossas e das tardes de sábado a beber um chá de jasmim bem quente, debaixo de um cobertor quentinho, no sofá, enroscada no meu mais-que-tudo ou a ler um bom livro, daqueles que nos agarram até à última página? Serei a única que gosta do som das trovoadas, da luz dos relâmpagos e que anseia pelos dias frios de Inverno, aqueles dias curtos, em que o sol espreita e sabe realmente bem na pele? É que sinto que habita em mim um bicho estranho, de cada vez que o digo. De cada vez que chamo pelo Inverno...de cada vez que sinto saudades do frio. Serei a única? Às vezes sinto que sim...

Feng qualquer coisa...

Nas duas últimas semanas andei empenhada em fazer umas mudanças no meu palácio. Comprei coisas novas: almofadas, cómodas, prateleiras, etc, mudei a disposição de outras, organizei divisões da casa que mais pareciam ter sido atacadas por um tornado e deixadas ao abandono, como por exemplo o armário dos tupperware's, no qual o que havia mais eram tampas sem caixa e caixas sem tampa. Dediquei-me a 100%, esfreguei, lavei, limpei, enfim - uma canseira, mas valeu bem a pena. Nada como sentirmo-nos bem, na harmonia que deve ser o nosso espaço, o nosso canto, o nosso refúgio de todas as horas.
Certa de que o P. partilharia comigo o encanto final de uma tarefa bem cumprida e, na minha opinião, modestamente genial, de tão cosy e gira que ficou mas, mesmo com a ajuda de apenas pequenos pormenores, rapidamente verifiquei (confirmei) que os homens (quase todos, acredito que já há excepções) e as mulheres são muito diferentes no que toca a sensibilidade estética e gosto pessoal. Eles, mais práticos, nós, como em tudo na vida, mais complexas e completas. Para eles, almofadas são almofadas e servem única e exclusivamente para deitar a cabeça à noite. Podem ser feias e velhas e pirosas, que não interessa nada, têm é que ser confortáveis. Não servem para mais nada. O mais importante é a forma, altura e material, enquanto que nós, mulheres, gostamos das mesmas para dormir claro, mas também para enfeitar a cama, o sofá, até mesmo o chão e investimos nas cores, tecidos e feitios. Os cortinados podem ser algo dispensável para o lado masculino, mas para as mulheres são uma peça fundamental e harmoniosa, tendo que ser escolhidos com critério e rigor e estão muitas vezes colocados de forma a poder ver as flores na varanda e a não tapar a cómoda por baixo da janela, onde estão peças estrategicamente colocadas: velas, caixas, fotografias...As velas e candelabros são um dos exemplos mais flagrantes, pois para eles, são úteis para quando falta a luz, enquanto que para nós, mulheres, são, muitas vezes, fundamentais para iluminar os jantares românticos ou mesmo com amigos. Eu cá adoro-as com cheiro de alfazema.E o Incenso líquido? Para eles coloca-se a questão - que raio de porcaria é esta? Eu cá adoro, é óptimo para dar um bom cheiro à casa, além de que cria um ambiente zen. Coisas tão básicas como uma colcha para a cama ou capa de edredão são facilmente esquecidas por muitos homens, que se contentam com os edredões de mil novecentos e qualquer coisita, mesmo com um padrão que nunca na vida esteve na moda e cuja tonalidade está para lá de desbotada. Para a maioria das mulheres é obrigatório, tendo que condizer com os cortinados ou com a parede da cabeceira da cama, ou com o tom do papel de parede, contribuindo para a beleza do quarto, mas também para proteger o edredão. Pout-pourri: Mas que mer&%54 é esta? – perguntará a maioria dos homens…Pois eu tenho uma tara com estas coisas e acho que fica muito bem dentro de taças de ferro forjado, com cores e cheiros a condizer com a restante decoração. E poderia continuar e continuar numa lista quase infindável. E até nem me estou a queixar. Não mesmo, porque, pelo menos cá em casa, as diferenças são muito bem aceites e tenho total liberdade de escolha, embora procure sempre, a opinião do P. Mesmo que ele esteja bem mais preocupado com a qualidade da televisão, a potência das colunas e do dvd, a playstation e afins. Coisas das quais não entendo nada e que, provavelmente, escolheria tendo por base a estética…o que não é, de todo, o melhor critério ;).

1 de setembro de 2009

Votações

Decorridas duas votações aqui no Cantinho, parece que os meus visitantes votantes blogsféricos (e foram tantos, goooodddd) me querem mandar para Cabo Verde, beber água* e sangria de frutos silvestres! E quem sou eu para contestar? Cabo Verde será, lá para Outubro, em jeito de segunda lua-de-mel ;). Ah pois é!


By The Way - eu que sou uma perfeita viciada em água, não podia estar mais de acordo, mas a sangria também cai que é uma maravilha e os-mojitos-e-caipirinhas-e-sumos-de-fruta-e-tudo-e-tudo-e-tudo-a-que-tenho-direito!