31 de março de 2010

Rituais!

Na imagem - Poko Pano, a minha marca de eleição em biquínis...

Aliada à minha paixão mais que forte por todo o tipo de cremes e óleos e loções, está a minha preguiça para aplicar tudo o que requer regras e rituais diários. Adoro-os e adoro a sensação de pele bem hidratada e cheirosa, mas confesso que, a maior parte das vezes, fica para um depois que nunca chega. E assim se acumulam embalagens de todo o tipo lá pelo meu palácio, muitas vezes deitados fora ainda com bastante produto, para não me arriscar a usar já fora de prazo. Embora não falhe (quase) nunca a limpeza diária da pele da cara e o creme hidratante, tudo o resto se limita a um entusiasmo inicial que desaparece com tanta rapidez com que veio. Mas ontem comprei um super hiper mega creme anti-celulítico que, embora me custe a acreditar no seu poder miraculoso, me foi muito bem referenciado, quer por amigas, quer em blogues, quer pela senhora da parafarmácia que me atendeu e que me deixou tão entusiasmada que paguei o dito e me vim embora sem o cartão multibanco, pronta a correr para casa, exfoliar-me e besuntar-me toda, a tempo do Verão que aí vem (tão típico da minha pessoa deixar o cartão por esse mundinho fora, que já perdi a conta às vezes que tive que o cancelar) e ficar como a menina da imagem (NOT). Ora como eu gosto sempre de saber estas coisas, imagino que as meninas que por aqui passam também possam gostar, mas, como não sou de publicidade enganosa, prometo experimentar o produto e, se realmente funcionar, aliado a uma alimentação saudável, exercício físico (esta é a parte mais difícil) e pelo menos 2 l de água por dia e o bla bla bla do costume, prometo divulgar! Quem é amiga, quem é?

29 de março de 2010

Mulheres solteiras Vs mulheres casadas - Verdade ou mito...

Ainda no espírito da crónica mulheres solteiras Vs mulheres casadas, pensa-se por aí, que os casados só o fazem no conforto da caminha. E embora este seja de facto um lugar muito apreciado, confortável e que permite uma grande liberdade de movimentos, será que os casados deixam de o fazer noutros sítios? Hum? Digam de vossa justiça! Claro que eu depois partilho a minha opinião, num post que incluirá a generalidade das opiniões aqui expostas.


(eu queria ter a coragem de vos perguntar qual o sítio mais original onde já o fizeram, mas eu sou uma moça elegante, educada...por isso não faço perguntas dessas...)

28 de março de 2010

Haverá algo melhor?









Haverá algo melhor do que passear sem horários por esse Portugal fora, com a melhor companhia do mundo, descobrir novos locais, com um sol fantástico e uma temperatura bem primaveril, dar as mãos, beber um bom vinho durante um jantar romântico, sorrir e namorar até mais não, durante momentos nos quais só existimos nós, o nosso amor e a nossa cumplicidade e o resto do mundo não passa de um cenário? Não me parece...

25 de março de 2010

Modo speed #2



Agradeço a todos os santinhos e mais algum a invenção dessa coisa maravilhosa que é a maquilhagem* que me permite, diariamente, disfarçar as malditas olheiras (obrigada às minhas queridas mais que atentas leitoras que me avisaram que tinha escrito orelhas) que teimam em prolongar-se até ao pescoço, os olhos cansados das noites mal dormidas e recheadas de preocupações e a cor macilenta que domina as minhas faces, exacerbando o meu mau aspecto. Não se aguenta. É que stress e boa cara não são minimamente compatíveis e aqui para estes lados vivem-se dias muito difíceis. Por isso conto as horas e os minutos que faltam para fugir com o Homem aqui do Cantinho, por esse país fora e durante dois dias existirmos só nós os dois no mundo.


* E o café também dá uma ajudinha preciosa, pois claro!

24 de março de 2010

Modo speed

Quanto mais stressada ando, mais energia tenho: durmo pouco, acordo bem mais cedo e mais pareço o coelhinho da duracell lá pelo trabalho, sempre de um lado para o outro em modo speed, sem ouvir os pedidos dos colegas para desacelerar (e se não me saem da frente eu atropelo). Aproveito e pego até naquelas tarefas pendentes, nas quais não dava grande avanço, por serem mais chatinhas. Rio-me mais ainda (e se eu me rio demais) e pareço renovada, mas por dentro sinto-me toda corroída. E pouco como, porque perco o apetite e o pouco que como é porque me obrigo. Tenho cá para mim que isto não é uma boa combinação...

22 de março de 2010

Vida de solteira Vs Vida de casada #2 - conclusões

Adorei as vossas respostas. É que adorei mesmo, porque provam que sim, nos dias que correm, nós mulheres não deixamos de investir em nós só porque casámos, até porque não é por causa deles que nos arranjamos, que nos cuidamos, mas por nós próprias! E haverá melhor razão? Claro que ele passa a ver-nos com aquele pijaminha bem velhinho, do qual não nos conseguimos ver livres porque é o mais confortável e quentinho de sempre e que por vezes usamos um dia inteirinho enquanto consumimos séries compulsivamente e comemos baldes de pipocas. E também nos vê de carinha lavada de manhã quando acordamos, por vezes ainda com uma remelinha teimosa no canto do olho e alguns restos indesejáveis do rímel do dia anterior.Vê-nos no nosso melhor e no nosso pior, nos bons e nos maus momentos. Vê-nos radiosas e brilhantes quando acabamos de nos arranjar e um verdadeiro caco emocional e esborratado, quando acabamos de ver o filme mais dramático de sempre. E ama-nos sempre, porque sabe que nós gostamos de nós próprias e porque ama muito mais do que apenas o nosso físico. Obviamente que não podemos andar sempre arranjadas, mas nem ele o esperaria, óbvio.
Em relação aos hábitos, depende e muito de cada um. Por vezes temos mesmo que fazer algumas cedências, sem nunca por de parte quem nós somos, a nossa identidade: eu, no meu caso, pus de parte a preguiça e vou por vezes correr ou jogar ténis, porque o P. é super ligado ao desporto. E apurei o meu gosto musical para certos géneros que antes nem punha a hipótese de vir a gostar. Ele aceita ver a Anatomia de Grey e o Project Runaway porque sabe que eu gosto e discute-o comigo. Ele deixou de roer as unhas (pelo menos à minha frente) e eu deixei de me deitar no sofá de forma a ocupá-lo quase todo. E tento, esforço-me muito, mesmo muito, para deixar de adormecer no sofá confortavelmente até de madrugada depois de um dia daqueles no trabalho. Mas nunca deixo de ser eu própria nem quero nunca que ele mude.

17 de março de 2010

Coisas que me irritam #453...


O facto de, no meu prédio, todo o santo dia, haver algum vizinho que se lembre que precisa de martelar uma parede, ou fazer um buraco, ou deitar alguma coisa abaixo (parece-me a mim que só pelo prazer de partir qualquer coisa). E logo pelas 8:00 da manhã. É que não há um diazinho em que não acorde com o som do martelo, ou do berbequim, ou de alguma outra maquineta cujo nome e função desconheço totalmente. Não se aguenta. Será que o prédio está a cair aos bocados, ou estou rodeada por pseudo construtores civis, desejosos de mostrar os pelos no peito e as tatuagens antigas, enquanto seguram a sua ferramenta de eleição, qual momento máximo de demonstração de virilidade contida??

15 de março de 2010

Vida de solteira Vs Vida de casada #2


E a(s) pergunta(s) de hoje é (são):


Investimento em nós próprias - Mantemos os cuidados habituais, ou acabamos por entrar na rotina e desleixamo-nos um pouco? Mantemos os nossos hábitos de sempre, ou cortamos com eles, sem dó nem piedade, só porque ele não partilha dos mesmos gostos e vontades? E que tipo de hábitos é que perdemos ou evitamos quando partilhamos uma casa com o sexo oposto? Hein?? Então vamos lá dissecar tudinho...

14 de março de 2010

Novo amor


(Suspiro) Este é o meu novo amor. Lindo que só ele, branco, muito clean, pequenino, fácil de transportar e de levar para todo o lado. Com uma autonomia de cerca de 10h30m...Escolhido depois de analisar as propostas e conselhos de uma revista muito conhecida e séria, na qual figurava no topo da lista. Agora é que ninguém me pára. Algo me diz que vou escrever a toda a hora, em todo o lado, em todos os momentos, como se não houvesse amanhã...
Qual Samsug Diva, qual quê!! :P

12 de março de 2010

Mudanças!


Estou em mudanças por aqui! Gosto de variar e, por isso mesmo, não estranhem a variedade de fundos e imagens (e se algum for assustador ou piroso por favor, chamem-me à atenção, que isto de andar a fugir ao trabalho e a procurar fundos pode ter efeitos estranhos) e estejam à vontade para fazer sugestões. Afinal de contas, este cantinho é vosso também!

Bom fim-de-semana, cheio de sorrisos!

11 de março de 2010

MJ


Ontem, enquanto passeava pela lista de contactos do meu telemóvel, parei no teu número MJ. E, como sempre que tal acontece, fiquei a olhar para o mesmo e a lembrar-me de outros tempos, em que trabalhávamos juntas, do teu sorriso contagiante, da tua boa-disposição e da tua alegria constante. Tive a sorte de te conhecer e de me cruzar contigo nos longos corredores do meu primeiro trabalho "a sério", naquele em que eu era a mais jovem doutora de todo o organismo e, no alto dos meus 22 aninhos, tinha que provar o meu valor e ultrapassar uma série de obstáculos. Enquanto os meus olhos fitavam o teu nome, lembrei-me da tua voz, das tuas expressões típicas e até do teu cabelo muito louro e indisciplinado. Lembrei-me do optimismo com que enfrentavas a vida, mesmo quando esta te provocou uma queda de todo o tamanho. Lembrei-me de quando te fui visitar no hospital e me controlei para não chorar quando te vi sem cabelo, sem sobrancelhas, mais magra do que nunca, mas tão alegre como sempre e, com orgulho, me apresentaste à tua mãe, cujo sorriso tímido mal disfarçava a dor que sentia. Sei que o teu optimismo te salvou a vida uma vez...mas não foi suficiente para te salvar quando essa doença maldita voltou e te levou, tão cedo minha querida...
A vida pode ser injusta. Eras nova, muito nova, não fumavas, não bebias, não cometias excessos. Foste obrigada a deixar o teu trabalho e não chegaste a ter tempo para viver tudo o que uma mulher deve viver intensamente. E enquanto escrevo estas linhas, penso em como foste uma lição para todos os que te conheceram...Marcaste as nossas vidas e permanecerás para sempre na nossa lembrança.
Uma coisa eu prometo: nunca me vou esquecer do som do teu riso...


E fica o alerta a todas vós...a Mj morreu de cancro da mama, sem pertencer aos chamados grupos de risco. Sejam conscientes e protejam-se, façam o teste, estejam atentas aos sinais...Por vocês e por aqueles que vos amam.

10 de março de 2010

Vida de solteira vs vida de casada #1 - conclusões


Ora bem, discussão lançada e as opiniões, naturalmente, dividem-se. Umas suportadas em bases científicas (mas haverá ciência aplicada às leis do coração?), outras na experiência pessoal. Na sua maioria, parece mudar para melhor, embora possa diminuir de frequência – não sei se concordo com esta questão estatística. Acho que não estamos a considerar todos os critérios. Quando somos solteiras e não vivemos com o nosso namorado, é natural que sempre que estamos com eles, arranjemos forma de o fazer. Vamos de férias e é a loucura, toma lá 5 por dia, para compensar o último mês em que apenas conseguimos qualquer coisinha no banco de trás do carro, nas traseiras do prédio dos pais, mas fomos interrompidos pelo vizinho a passear o cão. Apanhamos os pais fora de casa e vai uma rapidinha no quarto, durante a qual quase somos apanhados pelo irmão mais novo. Quando vivemos juntos, estamos todos os dias um com o outro e não o fazer todos os dias, não quer dizer que o façamos em menor número, no geral, quer dizer sim, que temos uma vida mais cheia, mais preenchida, mais ocupada e que privilegiamos também outros momentos com eles, que embora não nos proporcionem prazer fálico por si só, proporcionam muita satisfação a outros níveis. E deixamos as cinco rapidinhas diárias, que trocamos por um ou dois momentos mais calmos e de qualidade (não que as rapidinhas não sejam boas, mas todos os dias convenhamos que ninguém aguenta). E, como refere a Mulher a 1000/h (e eu não o teria escrito melhor) quando somos casados ou vivemos juntos: " temos sempre casa e à vontade para o fazer" - é bem verdade. Perdemos as restrições e alargamos o espaço de acção. É de manhã, à tarde e à noite, em qualquer divisão da casa e ainda temos todos os outros sítios onde fazíamos antes; "já sabemos como proporcionar maior prazer um ao outro" - sem sombra de dúvida. Porque no dia-a-dia aprendemos a conhecer o corpo do outro tão bem como o nosso e aprendemos também a dialogar, o que é fundamental para sexo de qualidade e para evitar más experiências; "o sexo com amor é pão com queijo e mel" - para mim é como um petit gateau com gelado de baunilha.Nhami nhami! E é algo que, pasme-se, não se perde com o tempo! Não me digam que a paixão tem os dias contados e que entramos na monotonia. Não é verdade e eu sou a prova viva disso. Há é que investir e ser criativo e imaginativo. Se as coisas estão mornas, nada como apimentar a relação: uma lingerie sexy e diferente, a recriação de uma fantasia, um jogo erótico, brinquedos, uma mensagem atrevida durante o dia, um telefonema erótico a relembrar o que lhe vamos fazer logo à noite, ou demonstrar a nossa vontade em momentos imprevisíveis e um sem número de outras coisas que dependem única e simplesmente de nós. Nada melhor do que seduzir a pessoa por quem estamos apaixonados, todos os dias da nossa vida. E, por último"podemos fazê-lo muito mais vezes e sabemos e confiamos plenamente na pessoa com quem o fazemos" - haverá melhor que isto? É algo tão cheio, tão pleno, a combinação perfeita. Sexo com amor e com tempo e sem restrições é simplesmente perfeito e único.

Claro que, e concordando com a Gingerbread Girl e com algo que eu refiro sempre que falo nas relações humanas, não podemos generalizar. Não é assim com todos. Para o bem e para o mal. Portanto não vamos generalizar o prazo de validade do amor e da paixão. Não é por estarmos casados que perdemos a paixão e o desejo, não é por estarmos casados que perdemos a vontade de estar com o outro e o sexo se torna uma obrigação desleixada. Muitas vezes, o que acontece, é as pessoas acomodarem-se e habituarem-se de tal forma a ter o outro sempre ao seu lado, que se esquecem de investir na relação e aí sim, pode ficar difícil voltar a trás e alcançar a qualidade e a tesão perdidas (isto hoje está um bocadinho porno, desculpem lá). Mas depende de cada um de nós e da nossa vontade de permanecer numa relação que nos dá a volta à alma e nos aquece o corpo. Não é o tempo que prejudica a relação, somos somente nós...

9 de março de 2010

Vida de solteira vs vida de casada #1


Então vamos lá a ver:

Vida de solteira (com e sem namorado) Vs Vida de casada*!
Nos próximos dias vou colocar-vos algumas questões relacionadas com este tema e gostava que me dessem a vossa opinião sincera - os homens também podem responder. A Bezinha agradece e muito e depois aproveita a informação e publica um texto com as conclusões, ok? E sim, claro que darei a minha opinião!

Primeira questão: Sexo? Muda depois do casamento? E se sim, para melhor ou para pior?

* - inclui quem vive junto, mesmo que não seja casado!

A blogsfera

Às vezes sinto-me assim um bocadinho triste com a blogsfera. Descontente, vá. Porque tem tanto de bom, como de mau para oferecer a cada um que se atreva a percorrer estes caminhos virtuais. E se considero que cada um de nós, que constrói um blog, é livre de o fazer dentro da sua própria linearidade e estilo pessoal, também acho que muitos aproveitam para se tentarem projectar, muitas vezes à custa de escárnio e mal-dizer, outros para descarregarem as suas frustrações, normalmente sob o escudo covarde do anonimato. E isso cansa-me os neurónios. Assistimos a verdadeiras guerras de palavras, de coscuvilhice pura, de maldade transparente e mesmo dolorosa. E custa-me perceber o porquê de tanto veneno destilado por aí, atirado em toda as frentes, sem qualquer critério aparente. Quem é que se deita à noite de cabecinha livre e feliz e de consciência limpa, depois de tratar e destratar pessoas que nem conhece, afirmando peremptoriamente alegadas verdades, que não passam de pura mentira e maldade? Será que ficam todos inchados e vaidosos depois de chamarem nomes feios a pessoas que nunca viram na vida?
É por isso que os comentários são controlados por aqui e é por isso que, embora normalmente publique o bom e o mau, os elogios e as críticas, as concordâncias e as discordâncias, me reservo o direito de excluir o que considero de mau-gosto e que ultrapassa a barreira do sensato e sustentado. E espero, muito sinceramente que este, que não é o primeiro post sobre o assunto, seja definitivamente o último. E tenho dito!

E agora, uma liçãozinha para aquelas pessoinhas malvadas e sem um pingo de sensatez: podemos sempre discordar dos outros em tudo na vida, mas quanto mais o fazemos deitando o outro abaixo e procurando argumentos sem sentido e exagerados, mais provamos não ter razão e mais demonstramos as nossas próprias frustrações e fragilidades. Sejam muito felizes e sorriam, que faz bem à pele e à alma, Ok? Estamos conversados!

5 de março de 2010

Bom fim-de-semana, cheinho de petit gateau's!

E ontem, depois de um longo dia de trabalho, seguido de uma aula na faculdade que terminou a horas impróprias para a maioria das famílias decentes, o meu nível de cansaço era tão grande como a minha incapacidade de estabelecer um diálogo coerente e minimamente lógico.
Por isso, uma frase como "ele está a morder o coiso do coiso*", cheia de convicção como se estivesse a dizer algo repleto de sentido, foi apenas uma de muitas e até dei comigo a dar pistas a colegas para eles me dizerem a palavra que queria usar, como se de um jogo se tratasse, porque a minha cabecinha não dava para mais...E tenho cá para mim que hoje não vai ser melhor, depois de uma semaninha bem longa daquelas que me faz ansiar pelo fim-de-semana e por petit gateau's acompanhados de geladinho de baunilha e jantares de amigos e mojitos e caipirinhas, a fazer lembrar a saudade do Verão,entre abraços e gargalhadas...
Bom fim-de-semana para todos, cheio de sorrisos!
* "ele (o gato Tobias) está a morder o carregador do telemóvel" - o que vale é que o P. tem uma grande capacidade de descodificação ;)

4 de março de 2010

Pessoas bonitas #6

Nelson Mandela...


Palavras para quê...? Sempre admirei este grande senhor e foi com emoção sentida que em 1990 assisti à sua libertação. Para informação detalhada, leiam aqui.

Votos?

Eu, apelar aos votos em mim própria. Não consigo, nada contra quem o faz, muito pelo contrário. Mas porque acho que só deve votar quem o queira realmente fazer, não por um pedido meu ou por algum sentido de obrigação...
Eu, votar em mim própria? Não consigo...Não me faz sentido nenhum...Sou uma parvinha, o que fazer??

Tenho cá para mim que, pelo andar da carruagem, a coisa vai ser feia para estes lados! E agora, com licença, que vou votar única e simplesmente nos meus preferidos (ainda só votei em dois, porque não tive tempo para mais)!

Das relações e de mim...


Nas relações que vão surgindo na minha vida, quer sejam de amizade, de trabalho, ou outras, sou sempre muito cautelosa. Adopto a regra do "pare, escute e olhe", como que a proteger-me de um possível atropelamento repentino, daqueles que não afecta o corpo, mas sim a alma. Preciso de conhecer bem as pessoas que tenho à minha frente e preciso de algum tempo para isso. Evito deixar-me levar pelas primeiras impressões, porque acho que todos precisam de um tempo para se deixarem conhecer verdadeiramente. E dou segundas hipóteses às pessoas porque, por nada deste mundo consigo ser rancorosa e considero que perdoar é uma virtude. Quando era mais nova, mais imatura e menos conhecedora da vida e das pessoas, era uma menina de entrega imediata para todos os que fossem simpáticos, prestáveis e disponíveis para mim. Embora tímida e discreta, fazia amigos com facilidade e podia afirmar que tinha um grande leque repleto deles. E levei tantos, mas tantos pontapés por ser assim, por não ser pessoa de dizer não, por estar sempre lá quando precisavam, por confiar aberta e cegamente naqueles que considerava meus amigos, que mudei drasticamente, por exigências da vida. Era mais espontânea emocionalmente, dava-me a conhecer nos primeiros momentos e agora já não sou assim. Perdi a minha timidez característica, a minha ingenuidade apreciada por muitos, mas ganhei alguma sensatez que me permite analisar as pessoas e os contextos antes de me atirar de cabeça, impensadamente. E sou muito, mas mesmo muito transparente.
Hoje o leque de amigos está bem mais pequeno, porque não faço amizades com a mesma facilidade, mas as que faço são sem sombra de dúvida assentes em laços muito mais fortes e sinceros, laços inquebráveis - são amizades para a vida.


Claro que os pontapés que por vezes ainda levo, me custam muito mais agora do que quando era mais nova, por não os conseguir prever, mas com eles aprendo muito e preparo-me para o dia de amanhã...

1 de março de 2010

E depois...

E depois há aqueles momentos na vida em que, mesmo que tenhamos imensas pessoas à nossa volta, mesmo que estejamos acompanhados em todas as horas dos nossos dias, nos sentimos verdadeiramente sozinhos, como que esvaziados e sem sentido...e todos temos momentos desses*...

*Felizmente o meu momento já passou...

Conselho do dia:


Quando já tiverem tido a oportunidade de entrevistar e de esmiuçar a vida pessoal e profissional de quase toda a cidade onde vivem (incluindo o vizinho de baixo e o do lado, a recepcionista do consultório médico, a assistente do dentista e a caixa do supermercado)*, nada como uma mudança radical no look - a começar pelo cabelo, para passarem despercebidos, sem encontros imediatos de terceiro grau enquanto compram produtos de higiene feminina, entre outros momentos do dia-a-dia. No meu caso bastou-me uma franja como a da Liv, a tapar a minha mui característica testa de quase 20 cm, que nem os amigos e/ou colegas me reconhecem (foi vê-los a passar por mim na faculdade e a sentarem-se noutra mesa).

* também serve para afastar ex namorados e todo o tipo de pessoas inconvenientes e, aliado a uns óculos de sol, faz maravilhas ;)