25 de fevereiro de 2011

17 de fevereiro de 2011

Just for girls #5



E sem tempo para blogar (ele há fases mesmo tramadinhas de todo), aqui fica um dos produtos para o corpo que adoro e que tem lugar cativo na prateleira da minha casa-de-banho: adoro o cheiro maravilhoso e o facto de hidratar realmente a minha pele, habitualmente muito seca.

E fica a pergunta - qual é o vosso creme de corpo favorito?

16 de fevereiro de 2011

...#2

E depois há aquelas pessoas que acham que são as únicas no mundo com problemas reais. Que vivem dramas. Que ultrapassam verdadeiras tragédias. E que desvalorizam constantemente os dramas dos outros à sua volta, porque só os seus são verdadeiramente reais e profundos. Sobretudo se os outros não fazem dos mesmos o mote do seu dia-a-dia e se não estão constantemente a falar deles. E o que me cansam as pessoas assim...

14 de fevereiro de 2011

...

Diabetes. AVC em idades proibidas. Desemprego, depois de 30 anos a trabalhar para a mesma empresa. Não ter dinheiro para comer, para ir ao médico, para apanhar um simples autocarro, para arranjar os dentes. Perder a custódia dos filhos por não ter dinheiro, nem emprego. Perder os amigos e até a família. Ter filhos doentes. Ser bipolar ou ter asperger ou ter familiares com estes problemas. Ter os pais em fim de vida e não poder fazer nada para lhes prolongar mais um sopro. Perder os dedos de uma mão, a mão tão precisa para trabalhar. Ser jovem e saudável e ter um acidente e perder a saúde física e a sanidade mental.Ter cancro e nenhumas certezas de sobrevivência, com filhos pequenos, que não compreendem o que se passa. Ter sido toxicodependente, porque a vida assim o permitiu. Não ter nada, nem ninguém a quem recorrer nos piores momentos. Ser avaliado constantemente pela cor da pele, pela idade, pela escolaridade, pelas roupas (pobres) que se vestem. Viver num bairro social, repleto de criminalidade e nada conseguir fazer para fugir a esse triste destino. Ser maltratada pelo marido. Violentada. Espancada. Ter medo de o dizer...
É este o público com quem trabalho. Com quem lido diariamente. Que me deixa de lágrimas nos olhos, assim que fecham a porta que nos separa. Que quero ajudar, mas sozinha não consigo. Que quero carregar nos meus braços, mas não tenho força suficiente. E que me deixa a pensar, todos os dias, o quanto nos queixamos, sem fazer a ideia do que se passa à nossa volta. E o que eu aprendo com cada um deles...

10 de fevereiro de 2011

(Not so) Ugly?!

Para quem não sabe, esta que vos escreve é do mais pitosga que há. Ironicamente, a minha miopia é tão grande quanto o meu ódio aos óculos. Odeio andar com eles. E nem é por questões de estética ou vaidade, mas sim porque me pesam e porque odeio aquela sensação de dependência. Por isso, há uns bons anos atrás aderi à moda das lentes de contacto descartáveis e nunca mais as larguei. Tanto as uso, mais do que as horas recomendadas que, nos últimos dias lá as pus de parte e recorri aos óculos, para ver se dou descanso aos meus belos olhos cansados. E digo-vos, depois de todas as reacções, ao longo de dois dias de óculos, acho que não os vou largar mais. Desde "uau, tu não me passes à frente que ainda te salto para cima" (proferido mais do que uma vez por umA colegA heterossexual); a "mas tu hoje estás muito sexy" (por outros e outras tantos/as colegas) a um " mas que ar de colegial intelectual" por parte de um colega mais velho, que este ego inchou mais do que nos últimos dois meses e está prestes a rebentar. Fica a prova viva de que os óculos não tornam ninguém mais feio, têm é que ser muito bem escolhidos e adaptados à cara de cada um de nós - eu tenho a cara pequena e os olhos grandes, mas depois de uma demanda de horas, lá arranjei dois pares que, pelos vistos, me ficam a matar. Nem sempre os que estão na moda são os indicados para nós. Adoro os de massa preta, assim maiorzinhos, mas a mim ficam-me péssimos. Tenho uns cinzentos e uns roxos, de massa sim, mas mais discretos, adaptados às minhas feições.
Claro que isto não chega para me convencer a aderir aos mesmos a 100% - estou desejosa de os atirar para um canto, colocar as lentes outra vez e esquecer-me que vejo tão mal, mas fica a certeza de que os mesmos não tornam ninguém mais feio!

9 de fevereiro de 2011

Das modas que eu gosto...

Anéis, enormes ou não, com pedra ou sem ela. Adoro. E não é de agora. O melhor é que há para todas as carteiras e para todos os gostos: os meus variam entre a identidade desconhecida, a Parfois e a Tous, a H&M e a Calvin Klein, a Bershka ou a Hot diamonds, mais clássicos ou mais arrojados, adequados a todas as ocasiões.Venham mais modas assim que a menina aqui agradece!

8 de fevereiro de 2011

O Cantinho


Quando há uns aninhos atrás decidi começar o blog, não tive nenhuma razão inegavelmente romântica, ou super introspectiva para o fazer. Não o comecei sequer com um objectivo concreto de se tornar um blog cor-de-rosa, ou de moda, ou de conselhos, ou o que fosse. Como já referi antes, não é um blog linear e escrevo, sobretudo, sobre o que me apetece - desde iogurtes, a conselhos amorosos, de biquinis, a partilhas muito minhas. Escrevo sobre a minha relação, sobre a minha família, sobre os meus gatos, sobre flores e sobre livros. Escrevo sobre o que gosto e o que não gosto. E escrevo porque gosto. Sempre escrevi, quer em cadernos, quer no computador, quer em folhas de rascunho e sei que irei escrever sempre, aqui ou através de outro qualquer meio. A escrita, boa ou não, faz parte de mim. Admito, claro, que o blog foi mudando e se foi ajustando, conforme os visitantes foram surgindo. Acho natural que assim seja.

Quando comecei o Cantinho, incentivada pelo blog de uma amiga e pelo facto de sempre ter gostado de escrever, nunca pensei que alguém cá viesse parar. Não tinha sequer a noção da dimensão das coisas na blogsfera, sendo que se na altura me dissessem que um dia ultrapassaria os 500 leitores e que até daria um programa de rádio (da rádio comercial), acharia isso um feito fabuloso, porque não teria sequer a noção da quantidade de blogs que ultrapassam os 2000 seguidores e que já escreveram livros e artigos para revistas ou que apareceram na televisão. É mesmo um mundo que por aqui anda, no qual entrei, sem saber que caminho iria percorrer. E a piada toda está em continuar sem saber até onde isto vai. E por isso agradeço a todos o que têm feito este caminho comigo, aos mais de 500 seguidores, aos que comentam e aos que lêem mesmo sem comentar. Agradeço aos que me enviam e-mails (e que não se zangam comigo mesmo quando demoro séculos a responder) e aos que me abraçam virtualmente com cada palavra, com cada visita. Assim sim, vale a pena ;-)



E vocês, o que vos levou a criar o vosso blog? Contem-me tudinho!

7 de fevereiro de 2011

Das modas que eu (não) gosto


Verniz mate. Não me convence. Não gosto. Nahhh. Atirem-me já todas as pedras e calhaus disponíveis que já sei que está na moda e as meninas adoram. Eu não. Para mim, verniz que é verniz, tem brilho, seja de que cor for. Pode até ser que venha a gostar. Mas, para já, as minhas queridas unhas não vão aderir à moda e vão continuar a passear-se orgulhosamente brilhantes.

Bah. Estou aborrecida, pois claro que estou!


A minha box, cheia de séries, filmes e concertos gravados, está prestes a ter um fanico. A toda a hora bloqueia, desliga-se e precisa de festinhas, até a podermos ligar outra vez. O que implica perdermos séries que estamos a ver no momento e as gravações serem interrompidas, logo, uma chatice das pegadas. A hipótese que nos foi dada pelo serviço, é a substituição da mesma por outra. Nova. Vazia. Cheia de espaço para gravar, mas sem as gravações que ando a acumular (só em How I meet you mother, são uns 30 episódios, que por lá andam), à espera de tempo e de melhores dias. E eu estou aqui a ponderar seriamente não dormir ou acordar de madrugada, dar uma bela de uma desculpa para faltar ao trabalho e ver tudo o que mais gosto até a virem buscar (já corremos a ver o Dexter, que não perdemos nem por nada).

Por isso, fica a dica para os meninos da zon, da meo e afins: que tal podermos passar as cenas para o computador, hein? Já que os vossos serviços são altamente falíveis e a malta não gosta de perder tudo o que andou a gravar com tanto amor e carinho, façam lá umas boxes com ligação. Please. Ajudava muito a que esta menina não estivesse agora tão desgostosa.

5 de fevereiro de 2011

Dias assim


Por aqui, hoje, o dia vai ser assim...entre computador e marcadores coloridos (que adoro), com muita música e muitos livros à mistura...Trouxe trabalho para casa e tenho que preparar um documento para o mestrado e ninguém merece um fim-de-semana assim.
Ou então, fujo até à praia, com o meu P. e o meu livro, que está um lindo dia lá fora e o meu barzinho de praia favorito chama por mim.Hum...está tão difícil escolher (NOT!).

3 de fevereiro de 2011

Coitadinhos deles...

Parece que os homens que se enamoram pelas raparigas da minha família ficam assim, como é que hei-de dizer, em estado espavorido, quando são apresentados ao meu pai. É aquele primeiro impacto em que uma pessoa, que parece mais austera e séria à primeira vista, causa. E depois eles são os homens que andam com as suas filhinhas queridas, o que faz com que qualquer pai, seja desconfiado à primeira. Primeiro foi o P. há alguns anos atrás, que em pleno aniversário da minha irmã C., partiu uma mesa (sim, leram bem, uma mesa) - o tampo era de vidro e não resistiu ao vigor com que ele pousou uma garrafa. A reacção do meu pai, enquanto olhávamos todos nervosos, sem saber o que vinha dali, não podia ter sido melhor - "Ainda bem. Estava mesmo a precisar de uma nova e assim já não tenho desculpa" - respirámos de alívio, continuámos em festa, mesmo sem mesa e hoje são grandes amigos.
Ontem, foi a vez do namorado da minha irmã C., no aniversário do nosso irmão A., que, ao despedir-se de mim, encostou-se ao carrinho das bebidas e mandou ao chão uma garrafinha de cachaça que por lá andava, à espera de caipirinhas. O rapaz ficou tão atrapalhado que me apressei a dizer que a culpa era minha e o meu pai, esperto que só ele e que se apercebeu de tudo, uma vez mais, reagiu bem. Pegou nos vidros, limpou com a esfregona e riu-se. Não sei porque é que eles ficam tão nervosos, sei que se tivesse mais filhas, o meu pai tinha que começar a fazer os jantares de aniversário/primeiros momentos em família dos genros, fora de casa.

2 de fevereiro de 2011

Estou mesmo muito feliz...

Ahhhhh Benfica, tantas alegrias que me dás... :-)


(e depois de arriscar este post, o meu marido vai, com toda a certeza, pedir o divórcio...)

Bê, a desportista!


Finalmente cumpri a promessa feita na passagem de ano, corria por aí o ano de 2002 e depois, em 2003 e 2004 e inscrevi-me na natação. Já tinha praticado este desporto quando tinha 17/18 anos, que depois substituí pelo ginásio e pelas aulas de spinning, body pump, body balance e, mais recentemente, pilatos. Mas depois deixei o ginásio, uma vez que era mais frequente pagar e não por lá os pés, por incompatibilidade de horários - trabalhar em Lisboa, das 09 da matina, às 21h, tem destas coisas e o corpo não agradece. Ainda fui uns tempos, só ao fim-de-semana, mas convenhamos que, no Inverno, é muito difícil tirar o rabo da cama para ir suar para o ginásio e no Verão então, nem se fala, que sou mulher encalorada e fico com a tensão alta, com suores e indisposta. Comecei então a caminhar e correr no parque mais próximo da minha casa, o que, diga-se de passagem, também era feito uma a duas vezes por mês, nos meses bons, ou seja, o resultado na manutenção do corpinho era igual a zero. Pior era, quando acometida de um ataque de fome, como se não comesse há 3 dias, chegava a casa e adquiria o triplo das calorias perdidas. Resultado: a celulite alapou em mim, pelo rabo a cima e pelas pernas abaixo. Acho que até em algumas zonas da barriga ela começa a espreitar. Por isso, agora é a sério. E quando não vou, como hoje, por ainda estar meio constipada e não querer arriscar uma recaída daquela gripe horrorosa, faço bicicleta, pesos e step em casa e ainda vou, aos domingos, correr para o parque.
Desta vez é que é, que os trinta não estão para brincadeiras e as minhas costas assim o exigem e o meu rabo, pernas e barriga agradecem fervorosamente. Mas a verdade é que foi preciso uma ordem da minha médica, depois de ver uns raio-x que me mandou fazer, para eu ir, qual menina bem comportada, a correr inscrever-me na natação e comprar todo o material necessário: fato-de-banho, touca, chinelos, óculos, toalhas, etc, etc. Na verdade a médica aconselhou-me hidroginástica, mas depois de assistir a uma aula, cuja média de idades se situava nos 70 anos e que me fez recear pela incapacidade de controlo da bexiga e de gases dos utentes, achei que a natação seria mais interessante, mais enérgica. E ainda arranjei companhia, o que, convenhamos, nestas coisas uma mulher agradece sempre. Só que a minha companhia precisa de mais incentivo do que eu, porque é ainda mais preguiçosa. Acho mesmo que o período já lhe apareceu umas três vezes durante o mês de Janeiro, sempre no dia antes de irmos à piscina.
Aguardam-se novos post's sobre o tema, que ainda vai correr muita água sobre o assunto e sobre os meus parceiros.

1 de fevereiro de 2011

Não se aguenta!

A minha gatinha mais nova com o cio, é pior do que uma mulher ninfomaníaca. A sério. Não se aguenta. Roça em tudo o que mexe, esfrega-se no chão enquanto faz olhinhos para todos os que passam por ela. Mia alto, mia baixo, mia o dia inteiro. E o Tobias...esse meu querido gato, castrado aos 7 meses de idade, não está nem aí. É vê-la a fazer pontaria de forma a aterrar com o rabo em cheio no focinho lindo dele, enquanto ele aproveita para lhe dar umas dentadas e umas patadas e correr, pronto para a brincadeira. E ela, melosa, continua a esfregar-se no chão, de barriga para o ar, soltando miados mimosos. Por vezes parece que ele até vai fazer o servicinho, quando se coloca em cima dela e aí, é vê-la completamente histérica, pronta para a acção, apenas para levar um balde de água fria, quando ele lhe dá novamente umas patadas e corre pela casa. E é assim que anda o ambiente cá em casa nos últimos dias. Quando ela acalma, é uma paz e os meus outros gatos agradecem...E eu também!


* Antes que me perguntem porque não foi ela castrada também, a minha gatinha mais nova era uma gata abandonada que, quando veio viver connosco, desapareceu durante uma semana, escondida em todos os recantos da casa. Ninguém lhe punha os olhos em cima. Tinha passado um mau bocado e ainda hoje, anos depois, é super nervosa, super assustadiça e só suporta os nossos dois gatos e os donos. Além disso, tem epilepsia, o que me faz evitar ao máximo permanências no veterinário, além do necessário e com companhia dos donos...