25 de março de 2011

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E depois de uma manhã inteirinha passada num hospital*, venha de lá um fim-de-semana como deve ser, cheio de sorrisos, descanso, beijinhos e beijos, abraços e carinhos, sim? Que o dia de hoje deu cabo de mim e ainda só vai a meio. Muito agradecida, por antecipação, para não dar hipótese de algo correr mal!



*Para a semana há mais...

23 de março de 2011

Momento Zen

Foram os minutinhos mais felizes do meu dia...Qual natação, quais corridas no parque, quais bicicletas, quais quê. Ainda me estou a babar...

Que os há à rasca, lá isso há, mas...

Também há os que se enrascam. Os que deixam a escola porque “sei lá, não gostava daquilo”, “por parvoíce” ou porque “não tinha jeito para aquilo”. Os que não sabem o que querem fazer no futuro, porque vivem apenas o dia de hoje e pensam prolongá-lo eternamente. Os que dormem de dia e saem à noite e me dizem “não tenho tempo para nada” ou “não posso vir à escola todos os dias, porque também tenho as minhas coisas para fazer” – estar com os amigos no café, namorar, ver televisão, navegar pela internet. Os que dominam as tecnologias e que as têm até à última geração, mas que mal sabem escrever, porque foram passando numa escola desinteressada, porque o sistema assim permitiu. Que não sabem fazer contas de cabeça, que não sabem o que é o n.º de identificação e que não conseguem interpretar as informações mais simples. Os que procuram as soluções que julgam fáceis e milagrosas, que querem tudo, sem dar nada em troca. Os que são incentivados/obrigados por uns pais assustados com o dia de amanhã, mas que assim que conseguem, fogem a sete pés da escola, da formação, da instrução, do conhecimento, da evolução, do futuro que está já ali à espreita. Os que pensam que podem viver como se tivessem dezoito anos para sempre. Os que abusam dos “’tás a ver” e dos “prontos” ou dos “yas” e que os passam para o papel sem a menor dificuldade. Os que se enrascam, mas que se colam aos que estão à rasca. Os que não fazem nada por si mesmos, mas que esperam que os outros façam tudo. Os que, penso eu, correm o risco de ter um futuro muito negro amanhã. Os que me passam pelas mãos todos os dias…

22 de março de 2011

21 de março de 2011

Das asneiras e dos palavrões feios...


Por vezes nada é tão libertador e purificante como uma asneira bem dada. Alivia o corpo e a alma. Em determinados momentos, não há como fugir-lhes e acabam mesmo por nos fazer/saber bem. Não é com palavrinhas doces ou educadas que vamos lá. Não. Nem pensar. Como quando batemos com os dedinhos mais pequenos dos pés nas esquinas dos móveis. Naquele momento de dor lancinante, em que julgamos que o dedo se perdeu para sempre, não é com um "ai que doooorrrrr". Ou quando, nos últimos segundos de um jogo decisivo, a nossa equipa falha aquele último penálti, ou lance perigoso. Não nos pode sair um "que imbecil, que cretino...". E quando estamos a trabalhar arduamente num documento importante e a luz falha e as últimas alterações, aquelas mais brilhantes, inteligentes e importantes vão ao ar, para nunca mais serem recuperadas - nada como uma ou várias asneiras praguejadas para nos sentirmos menos mal.
É feio? É. Fica mal? Sem dúvida. Mas eu não estou nem aí...e como dizia uma antiga colega, professora de língua portuguesa, "as palavras devem ser todas usadas". Nem mais!

18 de março de 2011

É impressão minha ou, uma sexta-feira de sol, é um excelente prenúncio para o fim-de-semana que se avizinha?


E amanhã, enquanto todos correm para a praia, loucos e sequiosos pelos primeiros raios de sol de uma quase quase Primavera, é ver-me saltitar, pelas ruelas de Lisboa, uma vez que decidi ser turista na minha própria cidade, depois de dar conta que conheço palácios, castelos, ruas, edifícios históricos e afins por esse mundo fora e tenho algumas lacunas (graves, gravíssimas) na cidade que me viu nascer. E vamos de mota, pois claro!

Fica a pergunta: Qual o local mais bonito/mágico/especial/único de Lisboa para vocês? Hum?
Bom fim-de-semana, cheio de sorrisos!

15 de março de 2011

É só para avisar

...que não morri, não emigrei, não fugi, nem tão pouco desisti do blog. Apenas ando sem vontade e sem inspiração e sem ideias e sem tempo. É o que dá trabalhar, tirar mestrado e ainda andar a fazer formações a torto e a direito e ter uma pilha de livros lá em casa que se devora nos tempos livres (5 livros, nas últimas 4 semanas, de mais de 500 páginas) e a natação e as corridas no parque, and so on. Ando sem vontade de blogsfera, mas isto passa, acho eu...;-)

2 de março de 2011

Aqueles dias #2

Não ouvi propriamente o que queria. Mas também não ouvi nada que abale o meu optimismo crónico. Depois de um choque inicial (é o que dá ir a vários médicos, cada um com a sua opinião), toca a enfrentar a vida com a mesma confiança de sempre. Tenho para mim que as doenças só me vencem se eu permitir que isso aconteça - e nada de virem para aqui dizer o contrário, que eu já perdi demasiadas pessoas importantes na vida para não saber o que é a impotência e o não haver nada a fazer. Mas eu sou assim e assim continuarei a ser. E agora toca a mudar de assunto, que a vida é cheia de alegrias e sorrisos - algo que, ultimamente, é muito criticado pela blogsfera e que eu ainda não entendi porquê. Aguardam-se novos post's e também algum tempinho para ir aos vossos cantinhos!

1 de março de 2011

Aqueles dias

E depois há aqueles dias em que vamos fazer uma consulta, que poderia ser apenas de rotina, mas que, no nosso caso, é mais do que isso, porque nos recorda o problema que já tivemos, que já vivemos e que não queremos que volte e que tem que ser analisado cerca de duas vezes por ano e por isso, tentamos prolongar ao máximo as idas ao doutor, porque não saber é quase como não ter. E por mais optimistas que consigamos ser e positivos e tal e ver o mundo a cor-de-rosa e cheio de borboletas e joaninhas, a nossa mente traí-nos e toma de sonhar com isso a noite toda e com os piores cenários a decorrerem em simultâneo.
Aqui vou eu....Ai.