20 de abril de 2011

Esta blogger...




Vai desaparecer por uns dias. Coisa pouca, mas o suficiente para namorar muito, sorrir muito, amar muito e passear muito, por estas terriolas do nosso país encantado. Até ao meu regresso - façam o favor de ser muito felizes e sorrir, sempre!

18 de abril de 2011

Porque...

Eu sou uma romântica, porque eu gosto de casamentos, porque eu gosto da felicidade estampada no rosto dos outros, porque eu gosto de finais felizes, porque eu gosto da Irina e da sua sinceridade realista, aqui fica um pequeno pedido, pouco habitual neste cantinho - vão aqui e cliquem no like. Vamos ajudar a Irina a ter o seu casamento de sonho! ;-)

17 de abril de 2011

É só para avisar

Que hoje não há cup of tea para ninguém. Está muito calor e não me apetece. Já agora, pede-se encarecidamente que parem de imitar o Futre. Já chega. Já não se aguenta. Já perdeu a piada, ok?

15 de abril de 2011

Digam-me lá por favor...

Se também andam a ser inundados com comentários russos e ingleses e o que o valha, que não fazem sentido nenhum? Mas o que é isto? Muitas das vezes até os publico e só depois me apercebo. Que chatice! Bah!

11 de abril de 2011

Sonhos...


Eu tenho. Mais do que muitos. Habitam na minha mente e na minha idealização de futuro. E hoje é o dia de começar a torná-los realidade...a passinhos calmos de lã, mas cheia de uma vontade teimosa.

10 de abril de 2011

My cup of tea #6


Hoje vou fazer chá marroquino (felizmente, vim bem abastecida da minha viagem a Marrocos) - muito fresco e carregadinho de hortelã, como se quer. Maravilhoso para os dias quentes. E ainda consegui arranjar uns biscoitos feitos na aldeia onde vive o meu coração (meu querido Pingo Doce!), para preparar um lanchinho saudosista para a família, com sabor a memórias e sorrisos...como quando era pequenina e a minha avó me enchia de mimos protectores e doces caseiros.

Bom domingo!

8 de abril de 2011

Porque é que a generalidade das pessoas ouve músicas tristes e depressivas quando está em baixo?


Porque são parvinhas. E masoquistas. E tontinhas.

Depois de ter tido, ontem, um dia de mer%$3da, perdão, de cocó no trabalho, hoje saio de casa com o MP4 no máximo, com uma daquelas músicas* que me transmite energia, sorrisos, força e determinação. Lá foi a Maria Bê, pela rua acima, formosa (?) e segura, de cabeça erguida e preparada para a acção. Felizmente as músicas podem ter esse poder, mas também podem ter o efeito inverso, sobretudo se estamos a passar por uma fase menos boa e nos pomos a ouvir aquelas músicas lamecho-dramalhonas, que só nos conseguem por ainda mais em baixo e ainda põem a chorar as pedrinhas da calçada - como quando éramos adolescentes e achávamos, a cada derrocada sentimental, que o mundo acabava ali e que não existiria mais ninguém no mundo certo para nós e que éramos as pessoas mais infelizes de todo o sempre (oh god, a adolescência é tão, mas tão dramática).

Por isso, fofinhos do meu coração, quando o mundo se abate à vossa volta, é favor escolher aquela banda, ou aquela música e colocar em modo repeat e acreditem que tudo se enfrenta com outra vontade.

Bom fim-de-semana, cheio de sorrisos (e de boas músicas!)!



Nota: o mesmo para os filmes, pois claro. Nada de dramas e romances e afins,Ok??


*Esta aqui é uma delas! Embora as pernas da moça - que felizmente não aparecem no MP4 - me deprimam assim um bocadinho...

7 de abril de 2011

E mais uma greve abençoa este nosso quintalinho

A Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública diz que quer "o FMI fora de Portugal". Os protestos contra as medidas de austeridade e a chegada do FMI são as razões invocadas para esta paralisação dos trabalhadores da Função Pública - daqui.

Eu cá não sou da área financeira, mas cheira-me que é melhor mudarem a greve de 6 para 13 de Maio e irem a Fátima rezar e muito, porque sem FMI, não consigo atingir como Portugal se poderá endireitar deste caos...(mas se algum de vocês souber, sou toda "ouvidos" e curiosidade)...


E olhem que eu sou das que vai sofrer as consequências com o FMI - toda e qualquer luzinha ao fim do túnel sobre a minha situação no trabalho, se desvaneceu nas últimas horas. Mas, caramba, sei ver que sozinhos não vamos lá!

6 de abril de 2011

Contas à vida


Desde que comecei a trabalhar "a sério" (isto é, sem contar com aqueles trabalhos mal pagos de adolescente e jovem adulta) habituei-me a ter o meu dinheiro, a minha independência, os meus gastos. Pouco depois aluguei uma casa, comprei os móveis necessários e fui viver sozinha e o dinheiro continuou a chegar para os vícios que facilmente se instalaram: as roupas novas, os sapatos, as malas, os produtos de maquilhagem e os livros - sempre mais do que aqueles que consigo ler, mas que tenho desesperadamente que ter, mesmo com a perspectiva de só lhes conseguir tocar um ou dois anos depois. E depois os jantares fora, as férias, sem olhar a gastos. O carro novo.

Durante muito tempo, pouco controlada e preguiçosamente inábil nas artes financeiras, para mim a coisa era sempre chapa ganha, chapa gasta. Sempre me chegou e, fora um mês ou outro de maior aperto nos dois dias anteriores ao dia de receber, nunca me faltou. Neste momento, continua a não me faltar, mas, certa de um passado de perfeita estupidez cega, não consigo perdoar-me os anos de vida farta. Porque olho para trás e o que tenho? Tenho sapatos a mais (já tentei contá-los, mas perco-me sempre a meio), malas a mais, maquilhagem que chega para a minha rua inteira, durante uns 3 meses. Bugigangas e bijuteria. Só os livros não considero demais, assim como a formação, os cursos e o mestrado. Tenho ainda uma vergonha imensa por ter sido assim. Até ser quase tarde demais. Fui estupidamente insensata, insensatamente fútil, futilmente desprendida, pouco dada a análises e totalmente desorientada. Felizmente juntou-me o destino com um homem das finanças que aos poucos me vai orientando e dando leves lições de poupança e de sensatez. Eu bem tenho precisado. E nos tempos que correm, estou cada vez mais poupada e até já tenho um ficheiro em excel, cheio de fórmulas e afins (desenvolvido pelo meu assessor privado) onde coloco os meus gastos, as minhas contas, o que tenho e o que gastei. E de cada vez que penso que podia agora, em vésperas de ficar desempregada, ter um bom pé de meia que me proporcionasse alguma estabilidade, em vez de uma meia meio esburacada...só me apetece bater com a cabeça na parede e puxar os meus próprios cabelos. Mais vale tarde do que nunca, mas o que eu não dava para ter aprendido esta lição bem mais cedo...

5 de abril de 2011

Mudanças


Este fim-de-semana deu-me uma da daquelas pancadas tão grandes quanto raras, ou seja, que só me acontece de tempos em tempos, felizmente. O Paulo agradece (sobra sempre qualquer coisinha para ele) e o meu corpo, longe da frescura dos 20 também: apeteceu-me mudar as coisas cá em casa. E quando eu digo mudar, não foi trocar um bibelot pelo outro, ou mudar as fotos das molduras. Não. Esta menina gosta das coisas em grande e vai daí que, sem grandes dinheiros para comprar coisas novas (estou proibida por mim própria de fazer gastos desnecessários, até saber como se desenrola o meu futuro (?) profissional), resolveu trocar móveis de divisão, o que implicou tirar portas (que pesam, muito), desmontar mesas, carregá-las e tornar a montá-las noutra divisão, carregar as carcaças velhas e desconjuntadas de dois computadores de mil novecentos e troca o passo, mudar cortinados, arrastar estantes de uma ponta à outra da casa, isto tudo sob o olhar atento de três gatos que adoraram a confusão, na qual aproveitaram para se esconder e brincar. No final do dia, a satisfação orgulhosa era total - de um quarto todo desarrumado, passámos a ter um quarto de vestir (não é closet, é quarto de vestir!), espaçoso e cheio de sapatos e roupa, agora organizadinhos, de uma varanda cheia de tralha, passámos a ter um espacinho todo catita para refeições, agora que o bom tempo o permite. E a simples mudança de cortinados fez maravilhas na minha sala de jantar. Mas, no dia seguinte, o desgosto trintão era inegável. Não há nada que não me doa: o rabo, as pernas, os braços, as costas. Acho que até os dedinhos dos pés e a ponta das orelhas estão doridos.
É o que dá ter mais de trinta anos, achar que se pode tudo, agarrada que estou à Serenidade dos trinta e esquecida que sou de que apesar de todas as coisas boas que a idade traz, o corpo já não tem a mesma capacidade, elasticidade, tenacidade...agora vou só ali descansar mais um bocadinho, que hoje é dia de trabalhar até às 21h30 e ainda me dói tudinho.

3 de abril de 2011

2 de abril de 2011

Procura-se companhia


Feminina ou masculina, dos 8 aos 80, não precisa de ser bonito(a), mas tem que ser cheiroso(a)...ah e que não roa as unhas, bem-disposto(a), amante de petiscos e boa pinga e emocional e fisicamente (que é como quem diz fervorosamente) benfiquista, para ver o jogo de domingo à noite...


A alternativa é ver com o meu marido portista... Alguém se chega à frente??

1 de abril de 2011

Damn it!


Como se não fosse suficientemente deprimente estar sozinha em casa, numa sexta-feira à noite, ainda apanho o gato com o focinho enfiado no meu pobre jantar de microondas, quando este ainda ia só a meio...E começa assim o fim-de-semana, com o Tobias de castigo e eu de barriga vazia...

Coisas* que me tiram do sério...


Aqueles senhores que vendem créditos nos centros comerciais. É coisa para ficar perto de uma apoplexia de cada vez que um se dirige a mim. Pior ainda, quando o tenta fazer duas vezes no mesmo dia, num curtíssimo espaço de tempo. E as abordagens? Desde o "estuda ou já trabalha", a abordagens mais aproximadas das típicas de um trabalhador das obras, depois de emborcar uma grade de minis, ou algo do género, seguidas daquela perseguição quase claustrofóbica durante dois ou três metros (chega a parecer assédio, a sério que sim - aliás, nas Amoreiras, há uns anos atrás, havia um que de tão desagradável, chegou a levar respostas bem tortas de várias mulheres, eu incluída). Eu bem tento olhar para o chão, ou olhar de forma altiva e antipática em todas as direcções que não a deles, ou falar ao telemóvel, ou andar a passo muito rápido, mas qualquer coisa faz com que venham sempre ter comigo. É que dá raiva. Caramba. Há-de chegar o dia em que, armada em avó M.**, lhes bato com aquilo que tiver nas mãos...



*Neste caso, pessoas ;-)


**(sim, a minha querida e lindíssima avó bateu com, nada mais, nada menos, um saco com batatas, em cheio no nariz de um homem que a assediou!).