25 de agosto de 2011

A difícil vida de um gato




Das alcunhas...parvas

No meu tempo de adolescente, muitos eram os amigos e colegas de escola que foram simpaticamente baptizados com alcunhas, com mais ou menos sentido. Alcunhas essas que se agrafaram à pele e se mantiveram ao longo dos tempos. Eu tive a minha dose, mas como mudei muitas vezes de escola e até de cidade, elas foram-se perdendo. Fui a Girafa (naquela fase em que os rapazes ainda não deram o pulo), a Olívia Palito (pois que já fui mesmo muito magra), a Russa, porque era muito loura (o que se foi perdendo com a idade - foi-se o louro, vieram os quilos), a Barbie (essa não durou muito, porque nem me dava ao trabalho de responder) e depois a coisa ficou por ali.


Mas agora, enquanto passeava os meus olhinhos pelo facebook e fui dar os parabéns a um colega de escola, que não via há anos e que reencontrei por esta via, apercebi-me como estas alcunhas podem ser terríveis. No meu secundário tivemos de tudo: o Couves, o Borras, o Dentes, o Bifes, o Conguito e ainda um Cowboy e um Verdes (não me façam explicar esta), entre outros. Bastava um malfadado dia, alguém usar a roupa errada, ou dizer algum disparate e ficava marcado para sempre. E porque é que pode ser terrível? Porque tenho a certeza absoluta que se me encontrar com algum deles na rua e tiver que o apresentar a alguém ou dizer o seu nome, a alcunha vai andar a cirandar pela minha boca, querendo sair, enquanto me esforço por disfarçar a coisa. Sou do género de dizer exactamente aquilo que não quero, nestes momentos.

Então e por aí? Qual a(s) vossa(s) alcunha(s)?

6 de agosto de 2011

Urgente!!



Precisa-se de mega-fantástica-única-fabulosa-super-especial ideia para o jantar de amanhã à noite, que antecede o aniversário do meu amor e que se quer a dois, à luz das velas, na nossa adorada casinha. Ah e tem que ser realizável por alguém que, não sendo uma cozinheira espectacular e não sabendo muito de cozinha*, mas gosta de tentar. Anybody?


* Ando agora a dar os primeiros passos além arroz e massa e básicos e a descobrir um novo mundo terapêutico.

Just for girls #6




Este ano não fiz praticamente praia. Apenas uns dias em Junho e depois, o castigo! Pode ser que agora em Agosto ainda consiga por lá os pezinhos, mas isto não está ainda grande coisa. De qualquer forma, queria partilhar um pequeno, simples e barato truque a que recorro sempre que as minhas melenas apanham muito sol e água salgada, essa dupla terrível que seca até a mais macia das cabecinhas: óleo de amêndoas doces diluído com um pouco de água. Tenho já a mistura feita num frasquinho que comprei na Women Secret (também há na Body shop) e aplico nas pontas a cada ida à água. O cheiro não é o melhor (mas aguenta-se bem - a mim cheira-me a pacote de batatas fritas de praia - um cheiro inventado por mim) e é naturalmente um pouco gorduroso, mas o cabelo agradece e o meu cabeleireiro também! Fica a dica.


PS: Não aconselhável a cabelos oleosos...

5 de agosto de 2011

Coisas boas de ter sido obrigada a hibernar em pleno Verão...

Descobrir esta série fantástica: As taras de Tara, ou no original United States of Tara, na Fox Life. Mas por onde é que eu andei, que só agora se me abriram os olhinhos?


4 de agosto de 2011

Das relações e das diferenças...




Relações...existirá algo mais complicado? Não me parece. As relações que estabelecemos com todos à nossa volta gerem a nossa vida e da qualidade das mesmas depende a nossa felicidade. Mas de todas, as mais complexas são sem dúvida as relações amorosas. Quando escolhemos alguém com quem namorar, viver, casar, ter filhos, não escolhemos com base no que poderíamos considerar os requisitos ideais, mas porque nos apaixonamos, porque é aquela a pessoa com quem queremos estar. Porque é o nosso coração que nos comanda. E se na altura do encantamento tudo se desculpa e até aquelas coisas que nos irritam profundamente em qualquer outra pessoa, se tornam encantadoras e cheias de graça, com o decorrer dos tempos, as diferenças vão emergindo e é aí que surge o grande desafio: aprender a lidar com elas. É que além das diferenças de carácter e de feitio existem ainda as diferenças que tornam os homens e as mulheres tão opostos entre si: elas chegam a casa e adoram falar sobre como correu o seu dia. Eles chegam a casa e querem descanso e o comando da televisão ou a play station disponível. Elas gostam de dissecar, eles de simplificar. Elas analisam a relação à lupa, eles acham que tudo se resolve por magia. E nenhum tem mais razão do que o outro. O truque é encontrar o ponto de equilíbrio entre as diferenças que vamos descobrindo ao longo dos tempos. É ceder um bocadinho em cada coisa, de parte a parte. É parar para pensar, sentir, analisar e deixarmo-nos levar pela sensatez. É avaliar a importância da relação e agir de forma a mantê-la, quando é merecedora. É acima de tudo, saber amar e preservar esse amor que nos permite respirar. Se é fácil? Não. Claro que não. Mas vale bem a pena, quando é aquele amor que nos faz sorrir com a boca e com a alma. Mas atenção que não há uma receita certa - cada um tem que encontrar a dose ideal de cada ingrediente daquilo que o define como parte de um casal.