30 de setembro de 2011

Para viciados na Anatomia de Grey

Se, como eu, estiverem sempre à espera que sexta-feira de manhã chegue bem depressa, para sacarem os episódios que dão nos states 5.ª à noite e poderem deliciar-se com os mesmos fim-de-semana adentro, cuidado com as pressas e com as ânsias. Não vos vá acontecer o que quase me aconteceu hoje de manhã que, com um olhar mais atento (uma sorte puramente circunstancial), dei comigo a sacar não a grey's anatomy, mas sim a... gay's anatomy. Nada contra, atenção, mas não estava com muita vontade de ver possíveis sósias do Mcdreamy e do Mcsteamy a brincar aos doutores...

19 de setembro de 2011

...

Todo o trabalho, todo o esforço, todas as horas aparentemente perdidas, todas as noites mal dormidas, todas as preocupações, todos os convites negados, todos os fins-de-semana de castigo...compensam, quando a nossa pessoa nos diz que tem muito orgulho em nós.

E a esta hora




Estou a caminho de mais uma consulta. Esperemos que a última dos próximos, vá, meses, que eu sou uma pessoa realista e detesto cair com a cara no chão - já me bastou o balde de água fria da última consulta, há cerca de duas semanas. Vamos lá a ver se desta vez as notícias são melhores. Estou farta, fartinha de tantos cuidados e cuidadinhos, tantos "nãometoques" e "não podes fazer isso". Quero voltar a ser eu, quero voltar à natação, quero usar saltos altos à vontade, quero saltar, pular e cair para o lado de exaustão. Por isso, fica o pedido - todos, desse lado, a torcer por mim, sim?

18 de setembro de 2011

Sobre as fotos mais comentadas na internet...post impróprio para púdicos

Agora querem ver que nunca ninguém, por essa blogsfera fora, experimentou tirar fotos a si própria e até mesmo, enviar as ditas ao seu mais do que tudo. Diz por aí que é brega, ordinário, sinal de uma baixeza sem limites. Eu não concordo. Mesmo nada. Só que acho que uma mulher tem que se sentir muito bem consigo mesma, muito segura de si, para se sentir à vontade para o fazer. E, acima de tudo, muito segura na relação que está a viver - não convém fazê-lo com o rapaz one nigth stand, ou com alguém com quem cuja relação nos parece condenada à partida.


Tenho para mim que, tal como no sexo propriamente dito, não nos devemos limitar às coisas convencionais e há uma série de coisas que podemos fazer para despertar o desejo em quem queremos ver esse desejo despertar. Quando estamos à distância, com vários km e horas de viagem pelo meio, porque não? Qual é o verdadeiro problema? Claro que convém apagar tudo depois, porque, mesmo não sendo famosa (e com um corpinho danone) como a Scarlett, ninguém (?) quer alcançar tal patamar dessa forma e nunca se sabe a que mãos pode ir parar o nosso telemóvel (pior do que um estranho é mesmo ir parar às mãos do paizinho, credo!). É isso e enviar sms picantes à pessoa errada! Diz quem já viveu uma situação dessas que é coisa para ser gozado durante uns bons tempos, senão para o resto da vida.


Eu cá sou apologista de que nós estabelecemos os nossos próprios limites e, dentro destes, não devem haver grandes limites. Quando se vive uma relação, a relação, porque não apimentar as coisas, fazendo algo de inesperado?


Se eu já o fiz? Não tenho vergonha nenhuma em assumir que sim (já tinha dado para perceber, certo?). Apenas e unicamente com o meu ser perfeito, o meu outro eu. O efeito? Vale bem a pena ;-) Um conselho - sejam menos púdicas e experimentem-no com alguém que o mereça.


E agora venham daí os calhaus, as pedras e os paus, que eu estou preparadinha à espera.

Objecto de desejo de um domingo à tarde



Assim como quem não quer a coisa, estava capaz de comer um destes num tirinho, a ver se me acalmava as ânsias, que isto de ter dead lines é coisa para me tirar uns aninhos de vida e polvilhar a minha cabecinha de (mais) uns quantos fios brancos. Nada como o chocolate dos chocolates para ver a vida logo por outro prisma...

16 de setembro de 2011

Quase...

Quase quase a acabar a tese de mestrado, o que significa mais tempo, mais vontade e mais capacidade de escrita sobre tudo o que não envolva o meu tema. E quando acabar o dito, já fiz o P. prometer-me que me impede de me meter noutra nos próximos 5 anos, pelo menos. Sei que rapidamente vou esquecer a trabalheira que tem sido, sobretudo naquele momento de euforia, após a defesa, com os neurónios todos inchados e vaidosos e vou descobrir novas áreas da psicologia ou da educação para estudar, mas tenho que me portar bem. A todos aqueles que conseguem tirar pós-graduações, atrás de pós-graduações e mestrados atrás de mestrados e doutoramentos e tudo e tudo, os meus parabéns. É que isto de trabalhar que nem uma louca, com horários impróprios, dormir pouco, ser operada pelo meio, andar sempre preocupada, ter pilhas de livros para ler, tentar manter a vida social e não descurar os amigos e a família e ter a casa num pandemónio, é dose. Mais sei que, no fim, vai valer a pena. É isso e ter a família a tratar-me por Mestre Bê, que depois deste trabalho todo, tenho que dar uso ao novo canudo ;-)

7 de setembro de 2011

Próximas compras

A pilha de livros por ler cá de casa nunca termina. Compro-os sempre que me é possível e, ao ritmo a que anda a minha vida, consigo ler cerca de 2/3 livros por mês, de cerca de 600 páginas. E mesmo sabendo que tenho uns quantos que quero muito ler ali a olhar para mim, ando ansiosa por comprar estes dois meninos aqui:



Vou ficar tão feliz quando os trouxer debaixo do braço - estou apenas à espera do cheque oferta que sei que vou receber dos colegas de trabalho, no meu aniversário! Do Jonathan Franzen ainda não li nada, mas a crítica é excelente. Do David Nicholls li o "Um dia" e gostei bastante, embora o tenha achado levezinho. Diz por aí que este é muito melhor, por isso - quero! alguém já leu algum dos dois? Opiniões?

6 de setembro de 2011

E depois

Para animar a alma, nada como umas comprinhas. Mas como ando muito poupadinha, fiquei-me por um verniz. Provavelmente o 324º verniz que anda cá em casa - coisa que os homens não entendem, mas nós, mulheres, bem sabemos que precisamos de vários, para alternar consoante o estado de espírito, a roupa, o evento, a estação do ano...


O que veio cá para casa viver - e que estou desejosa de experimentar - foi este aqui:

5 de setembro de 2011

Notícias minhas

Hoje tive consulta. A minha segunda consulta pós-operatória. E só hoje me apercebi que estava uma pilha de nervos. Assim que estacionei o carro no parque de estacionamento fiquei cheia de náuseas e vontade de correr para o wc mais perto. Mas lá fui eu, formosa e segura, sorridente e esperançosa. Tive boas notícias, muito boas notícias mesmo, mas também soube que, mesmo quase dois meses depois, ainda não estou a 100%, o que devia ter cicatrizado ainda não cicatrizou e ainda não posso voltar ainda à minha vidinha de sempre - o que é uma valente treta. Daqui a duas semanas lá estou eu de volta, para ver se melhorei.

Ora, tudo isto, a acrescer ao final do meu contrato de trabalho a 31 de Agosto, a incerteza após esta data e um prazo apertado para entregar o relatório de mestrado - o qual não me apetece mesmo nada fazer - tem feito com que a motivação para vir a este cantinho não tenha sido lá grande coisa...esperam-se melhores dias! E espera-se, sobretudo, que se ainda há alguém desse lado, não desista de mim. Eu hei-de regressar!