27 de outubro de 2011

E Outono é também sinónimo de...

Cheirar e comer estas pequenas deliciosas que, vá-se lá saber porquê, nunca me apetecem quando ainda está calor. Esperei religiosamente pelo primeiro dia fresquinho deste mês, para enfardar umas quantas, maravilhosas, assadinhas e cheinhas de sal, como eu gosto. À venda perto da minha casa e das melhores que já comi. Cheiram a uma quente e aconchegante memória de outros Outonos. M-A-R-A-V-I-L-H-A.

26 de outubro de 2011

Fazer ao contrário #1

Ora bem, dando seguimento ao post anterior, vou começar por escrever sobre uma questão que me foi colocada por e-mail - dado a vontade de anonimato de quem a colocou e que eu entendo perfeitamente.


Quem me conhece já há algum tempo e me vai lendo regularmente sabe que eu e o P. estamos a ser acompanhados num hospital, por questões de infertilidade. Esse bicho feio, tema tabu, do qual a maioria das pessoas não tem coragem de falar. Um dia resolvi abordá-lo por aqui e não me arrependo, até porque me senti muito envolvida por todo o carinho que possa vir desse lado e que sabe sempre tão bem. Contudo, no dia a dia, é frequente sermos confrontados com situações um pouco mais chatas, até porque não andamos a apregoar aos sete ventos que, até ao momento, a mãe natureza ainda não cumpriu o seu papel aqui para estes lados, deixando a cegonha perder-se algures pelo caminho. Não imaginam a quantidade de respostas tortas que afloram nos meus lábios, mas que substituo sempre por aquelas mais banais: "andamos nos treinos" seguido de um sorriso a dar para o malandreco e coisas assim do género.


Estas situações só são chatas porque vivemos numa sociedade extremamente padronizada: as pessoas namoram, têm que casar, têm que ter filhos e pronto. Idealmente antes dos 30 e por esta ordem, aconteça o que acontecer. E não passa pela cabeça da maioria das pessoas que nem todos o queiram, o que até nem é o meu caso, mas é o de muitas pessoas, com toda a legitimidade, ou que simplesmente não possam.


E a pergunta que me foi colocada é: Como é que nós lidamos com a situação - com toda a naturalidade minha querida M. Embora empurrados sucessivamente de hospital em hospital, com a agravante de me terem sido detectados problemas de saúde que têm atrasado o nosso processo (duas operações em dois anos e cheira-me que a coisa não fica por aqui), vamos aguentando todas as etapas, todos os momentos e todas as consultas com o positivismo que nos é característico e com a certeza de que alguma coisa nos estará destinada. Não temos respostas concretas e a expectativa é e será sempre a de que será possível, até nos provarem o contrário e aí e só aí, pensaremos em alternativas. Eu não preciso de ser mãe na verdadeira acepção da palavra, mas sim de dar todo o amor a um filho e isso consegue-se de muitas maneiras ;-)


Nota: a seu tempo, vou tentar abordar todas as sugestões que me foram feitas. Mesmo as mais marotas!

24 de outubro de 2011

Vamos fazer a coisa ao contrário?



Juro que quando não tenho o computador a jeito, nem cadernos, nem folhas e lápis, me surgem imensos temas que, no momento, me parecem óptimos para debater, desfiar e analisar por aqui. E depois dou comigo a olhar para este quadrado branco das mensagens, com o meu cérebro totalmente vazio. Tão depressa vêm as ideias, como se evaporam para todo o sempre. Ao mesmo tempo, tenho aí uns 20 post's em rascunho, que não me convenceram o suficiente, para os publicar. Não sou mulher de choradinhos, mas este ano não tem sido muito fácil e as razões são mais do que muitas e isso acaba por se reflectir também aqui. Por isso, vou tentar fazer a coisa ao contrário. Certa de que alguns de vocês, conhecedores da linha de (des)orientação aqui do cantinho, sabem sobre que temas poderia escrever, aceitam-se sugestões, questões, dúvidas, o que quiserem. A caixinha dos comentários está aberta! E eu agradeço a possível inspiração que possa vir desse lado ;-)

22 de outubro de 2011

Finally...

E não, deste lado ninguém me vai ler, mais à frente, a queixar-me do frio e da chuva e do vento. Eu sou uma pessoa de Outono e de Inverno, não há nada a fazer...

12 de outubro de 2011

...

Nunca deixem nada por dizer, nunca deixem nada por fazer. Nunca deixem uma história mal resolvida manter-se assim para sempre. Nunca desistam de alguém sem primeiro tentar. Nunca se afastem, sem primeiro ouvir. São o conselhos de alguém que, presa à menina de um dia, de apenas 17 anos, se deixou levar pelos dramas de adolescente e se afastou de uma grande amiga, para só, há pouco tempo, ter dado oportunidade a que a nossa história se pudesse reescrever. Quando 16 anos depois, as pessoas ainda mexem connosco, é porque fazem parte de nós. E eu só lamento não ter sido mais rápida, mais inteligente, mais sabedora. Porque fui a tempo de resolver por mensagens e e-mail e de marcar um encontro para um dia melhor (as duas a sofrer problemas de saúde, quase em simultâneo...). Mas esse dia não chegou e ela partiu...e neste momento eu sofro com a sua ausência como se nos tivéssemos despedido há 5 minutos atrás. Ela nunca se esqueceu de mim. Eu nunca me esquecerei dela.


Até sempre minha querida I. Hoje, o céu ficou mais brilhante e eu, muito mais pobre...

Pois que...

Uma pessoa fica séculos sem vir ao blogue e sem bloggar. E depois quando vem, é tanta novela, tanto drama, tanto cambalacho, tanto lavar de roupa suja, tanto ódio e inveja e outros tantos sentimentos negativos a pairar por aí (e eu completamente à toa), que fica logo sem vontade de por aqui os dedinhos por um tempo outra vez...Assim fica difícil!

11 de outubro de 2011

11-10-08

E há três anos foi assim...





Mas são quase 10 anos de mim, de ti e de nós...e eu sei e sinto, que serão muitos muitos mais. Parabéns a nós meu amor.

2 de outubro de 2011

Das coisas que me fazem feliz...

Ontem trouxe estes 3 meninos para casa:








Quais roupa, calçado, acessórios ou maquilhagem - que compro e gosto, claro que sim, mas eu fico mesmo feliz é quando olho para a pilha crescente de livros por ler cá em casa e imagino as horas de prazer que ali estão à minha espera. Consigo entrar numa livraria e agarrar-me logo a três ou quatro tipo lapa, sem os quais a minha vida deixa de fazer qualquer sentido. Acho que até beicinho faço, se estiver naquela fase menos abonada do mês e tiver que optar por apenas um. São o meu vício, que não consigo descrever em palavras. É que não me dão dinheiro, mas fazem de mim uma pessoa muito mais rica...

1 de outubro de 2011

Just for girls #7

Estou feliz que só eu! Então não é que hoje, depois de fazer uma cauterização capilar (hidratação profunda), ali para os lados de Alvalade, entrei numa lojinha de produtos de cabelo, daquelas meio escondidas e descobri estas duas maravilhas:






Orofluido Condicionador e Orofluido Shampoo



Eu, que já sou fã do óleo da Orofluido e desde Janeiro não vivo sem ele, juntei agora estas duas maravilhas ao ritual, espero, irão por o meu cabelo (ainda) mais sedoso e bonito! Também há uma máscara que parece ser excelente, mas comprei uma há pouco tempo e achei por bem não abusar da minha carteira. Para a próxima, não me escapa!