16 de novembro de 2012

De vez em quando é preciso...


Pois que vou estar uns diazinhos ausente do blog. Preciso de me concentrar noutras coisas. Mas eu regresso. Prometo. Até lá, fiquem bem, sorriam muito e sejam muito felizes.

13 de novembro de 2012

Coisas que não se devem dizer #1

Nunca dizer a alguém que sofre de infertilidade- “Porque não adoptam?”.

Adoptar não é uma forma de remediar um problema difícil sem solução à vista. Não pode nunca ser uma segunda escolha, a última alternativa. Adoptar tem que ser algo que se quer e se faz de coração e de alma, independentemente das barreiras, dos obstáculos, dos problemas e vivências que se nos deparam e sempre sabendo que ao fazê-lo, estamos de facto a ter um filho, que vamos amar incondicionalmente desde o primeiro momento, aconteça o que acontecer. Não pode nunca ser equacionado, porque alguém achou que seria a forma perfeita de ultrapassar os tentáculos persistentes da infertilidade. E quem vive com este problema, deve lutar enquanto as forças o permitirem e a ciência deixar.



Nota: Desde muito cedo que faz parte dos meus planos adoptar. Mas o meu plano sempre foi primeiro ter um filho biológico e depois um filho adoptivo e enquanto acreditar que posso ser mãe biológica, vou manter-me agarrada a este plano.

12 de novembro de 2012

1.º dia de voluntariado

Às vezes basta darmos um pouco de nós, um pouco do nosso tempo, alguns dos nossos sorrisos,  e do nosso carinho, que recebemos tudo isso multiplicado e ficamos tão, mas tão mais ricos. Como referi à responsável enquanto me despedia, sinto, sem querer parecer egoísta, que pode ser ainda mais importante para mim, do que para eles.

9 de novembro de 2012

Finalmente sexta-feira!

E, como vai sendo habitual, a família do Cantinho deseja a todos um excelente fim de semana, cheio de castanhinhas assadas e jeropiga e água pé e tudo o que vos faz felizes, sempre cheio de sorrisos, claro. O nosso vai ser um fim de semana caseiro e sofaniano, que é como quem diz entre a completa preguiça e o namoro, debaixo de mantas quentinhas e na companhia dos nossos amigos de quatro patas.

8 de novembro de 2012

It's a new day, it's a new life...


E a partir de segunda-feira, começo a trabalhar como voluntária junto de idosos numa residência e centro de dia, em duas vertentes: técnicas de relaxamento e no grupo de teatro (sim, eu fiz teatro durante anos e anos) e mal posso esperar. Estou para aqui tão, mas tão entusiasmada, já a preparar tudinho e a ter imensas ideias, que até me esqueço dos problemas, da falta de motivação no trabalho e afins. Vou fazer uma ginástica tremenda com os horários no trabalho, mas tudo é possível de conciliar. É caso para escrever Yeiii, estou feliz! 

7 de novembro de 2012

Vizinhos do meu coração

Adoro de paixão os vizinhos que deixam consecutivamente os seus cães fazerem o belo do cocozinho mesmo mesmo junto à porta do meu prédio. Fico sempre dividida sobre se o melhor momento do meu dia é logo pela fresquinha, quando ainda meio ensonada e sempre apressada, faço autênticos malabarismos para não me esparramar em cima deles, ou ao fim do dia, quando chego cansada e ansiosa por um banho quente e quase me escapa a obra de arte, por conta da escuridão outonal.

4 de novembro de 2012

Um domingo como outro qualquer ❤

 


 
Comprei o meu primeiro rolo da massa aos 34 anos. Uma vergonha, é certo, ainda para mais sendo neta de uma doceira maravilhosa, mas agora já ninguém me pára. Por isso, hoje o dia vai ser assim, entre cupcakes, farinha, chocolate derretido e cheiro de bolo caseiro no forno, entre chás frios e quentes, com sabor a frutos vermelhos, entre amigos e gargalhadas, como se quer.
 
 
Bom domingo a todos, cheio de sorrisos.

3 de novembro de 2012

Diz que é burgundy...


Diz que burgundy (tive que pesquisar na net para ver como se escrevia) é a cor tendência deste outono-inverno. E eu apenas pergunto: quando é que deixámos de chamar as cores pelos seus nomes? Para mim, amarelo é amarelo, verde é verde e burgundy é estrangeirismo cor de vinho ou rosa muito escuro, ou roxo qualquer coisa. Bah, qualquer nem dia já não sei pronunciar e muito menos escrever tudo o que esteja relacionado com cores e com moda! Esta mania de incluirmos estes palavrões no nosso dicionário não é para mim.

Nota: Isto, para os 99% dos homens que mal sabe distinguir um amarelo canário de um amarelo torrado, deve ser pior do que chinês.

A mudança no Cantinho

 
De tempos em tempos mudo o look ao Cantinho. Normalmente acontece nas mudanças de estação, agora que reparo atentamente na coisa. Um refresh, portantos.
Desta vez escolhi um fundo e uma imagem fortemente ligada aos desejos. Talvez porque esteja já imbuída pelo espírito natalício, talvez porque estou numa altura em que preciso que alguns dos meus desejos de concretizem, ou apenas porque sim. Apenas estou a vacilar ainda entre o cabeçalho a preto ou da mesma cor dos títulos das mensagens. E vacilei muito entre as imagens porque encontrei algumas verdadeiramente deliciosas, que vou aproveitar para algumas mensagens. A imagem de perfil encontrei completamente por acaso e não podia ser mais parecida comigo e com o P.
Fiquem então com a nova imagem do cantinho. Espero que gostem. Eu adoro!
 
 
 
Nota: Como se chamam mesmo? Apenas descobri o nome em inglês e eu cá sempre chamei bruxinhas:) 

2 de novembro de 2012

Eu cá não sou de cometer estes pecados, mas quando os cometo é porque preciso emocionalmente deles!

O dia está cinzentão, a motivação está beeeemmm lá em baixo, a vontade de trabalhar é nula e o humor está para lá de fraco no dia de hoje (estou sempre a convencer-me que é segunda feira, nada a fazer e estou mais do que saturada deste trabalho para fechar a casa, que me está a matar o físico e os neurónios aos poucos). Por isso alambuzei-me toda com um destes, ainda morninho e deliciosamente estaladiço, como se fosse a última coca cola do deserto. Foi orgasmático. Para grandes males, grandes e doces remédios.

1 de novembro de 2012

La Rafle



Sempre gostei de filmes, livros e documentários sobre a II Guerra Mundial. Por isso foi com vontade que aceitei a sugestão do P. para vermos este filme, do qual, confesso, não tinha ouvido falar. Um filme francês, sobre o tormento real vivido pelos judeus franceses, muito particularmente por um grupo de meninos e suas famílias. Uma história triste, mas com momentos felizes, um filme despretensioso, sem perseguições hollywoodescas, ou finais apoteóticos, que me fez chorar em vários momentos (sou muito lamechas, é certo, mas aqui tem sobretudo a ver com a consciência de que tudo aquilo aconteceu mesmo). E fica a sensação de que o ser humano pode ser do mais frio, mecânico e cruel que há, mas também capaz dos maiores e mais bonitos actos de bondade...