31 de janeiro de 2013

Então mas as meninas passam a vida a falar de vestidinhos e coiso e ninguém fala deste aqui:



Já eu nunca falo nos vestidinhos e sapatunfos, mas este deixou-me engasgada. Adoro a Anne, mas o vestido, senhores, é qualquer coisa entalada entre a patinagem artística dos anos 80 e a loja do chinês da avenida principal da cidade. Quase senti vergonha por ela, que acho tão fofinha... 

29 de janeiro de 2013

Coisas de gatos



É que é tal e qual. Enquanto trabalhava na minha tese de mestrado, só não se deitaram na minha cabeça. De resto, está tudo lá...

28 de janeiro de 2013

Meninas, vocês que tudo sabem, digam-me:


Vai abrir uma loja da Kiko no shopping mais perto da minha casa. Nunca entrei em nenhuma loja da marca (devo ser a única alminha que nunca se tentou), mas do que vi na net (aqui) os preços são óptimos. O que gostaria de saber é se a marca tem uma boa relação qualidade/preço, que eu não compro muitos produtos, mas gosto de apostar na qualidade e de me mimar bem. O que me dizem? Algum produtinho favorito?

27 de janeiro de 2013

E sai mais um exame...



Hoje, além de ser mais um dia de formação (yeiii), começo a dieta de preparação para mais um exame (blhecc), o que significa passar fominha nos próximos dois dias e meio. Vou andar a gelatinas, chás e caldos de carne (águinha da canja de galinha, mas sem a galinha e sem o arroz, que eu simplesmente odeiooooo), o sonho de qualquer alminha que goste de se alimentar, como eu gosto. Isto é coisa para me deixar tão entusiasmada que já ando aqui a sonhar com o que vou comer na terça à tardinha! Amanhã por esta hora, ainda faltam cerca de 24h para o exame e já eu andarei pela certa a sonhar com donuts e batatas fritas, ou bolos recheados e puré de batata - coisas que nunca como, porque não gosto, mas quando se tem mesmo fome, marcha tudo.  Valha-me o jantar de ontem, preparado pelo marido, que está cada vez melhor nestas lides caseiras.
 
Bom domingo meus queridos - sorriam muito! 

26 de janeiro de 2013

Um fim de semana diferente*



E enquanto a maioria das pessoas vai passar o seu fim de semana a descansar, a namorar, alapado no sofá a por todas as séries semanais em dia, a passear... eu vou passar dois dias inteirinhos em formação. Estou aqui cheia de ânsias e de expectativas!
 
Bom fim de semana para todos vocês, cheio de sorrisos!
 
 
*Post agendado, que a esta hora já eu estou na minha aulinha :-)

25 de janeiro de 2013

Quando deixei de te procurar, encontrei-te

 
Porque é assim que funciona o amor. Não se procura, nem se constrói a partir de ilusões. É algo que se encontra e quando se dá esse encontro, de duas pessoas destinadas uma à outra, tudo muda. A própria percepção de amor muda, porque descobrimos finalmente o seu significado profundo e percebemos que muito do que sentimos até ali, até àquele momento fisica e emocionalmente arrebatador, não se lhe compara.
Não sei se realmente fui que te encontrei ou tu que me encontraste. Ou se nos encontrámos um no outro naquele dia em que resolveste avançar e eu me enchi de sorrisos. Isso não interessa. O que realmente interessa é que eu sei e sinto que estes 10 anos de nós são só o início. Porque és a melhor parte de mim. Porque me fazes muito feliz. Porque me fazes sorrir e querer ser melhor, todos os dias da minha vida. Porque contigo os obstáculos são apenas isso e não barreiras à nossa felicidade. E juntos, ultrapassamos tudo.
Parabéns a nós meu amor .

23 de janeiro de 2013

E que o dia de hoje passe depressinha...

E quando lerem estas linhas estarei a preparar-me física e psicologicamente para ir fazer aquele que é para mim o mais temido dos exames. A ressonância magnética. Vá que, sendo pélvica, fico com a cabecinha de fora, mas sendo eu a pessoa mais claustrofóbica de todo o sempre, asseguro-vos que é das coisas mais complicadas para mim e olhem que para a semana espera-me uma colonoscopia e já fiz outros tantos que fisicamente são bem dolorosos (com a dor posso eu bem, agora enfiem-me num espaço apertado e é ver a mais triste alminha). É que só de me imaginar na máquina, quase que se me falta o ar e um mundo de acontecimentos potencialmente trágicos e improvavelmente possíveis enche a minha já de si muito fértil imaginação. Tanto que os pesadelos começaram há dois dias já que, conscientemente me esforcei por nem me lembrar da coisa. E nos meus pesadelos tudo acontece...
6H de jejum e um medicamento para lá de detestável e aqui vou eu, com a esperança de não me dar nenhum fanico. E não me venham com a converseta de que sou psicóloga e bla bla bla, que não só eu sou da área social (e não clínica, portanto) como tenho direito às minhas fobias, como o mais comum dos mortais.
Até já pequenos!

22 de janeiro de 2013

(In)Sensibilidades masculinas...ou como mexer com o ego da mulher


- Eu, toda sorrisos e inchada - Hoje saí do Centro Paroquial com o ego bem em cima. Os meus velhotes não queriam acreditar na minha idade. Só me diziam que parecia não ter mais do que 26 aninhos, uns até me deram mesmo 24 anos.

- Ele, olhando para mim de lado, com sorriso trocista - Sabes que devem ter cataratas, certo?...


Errrr... não soubesse eu que o meu marido me acha linda e maravilhosa e tinha ficado com o ego todo esfrangalhado logo ali. Homens, sempre à procura de sarilhos com elas...



21 de janeiro de 2013

Truque para passar a adorar as segundas-feiras:

Escolhermos uma actividade da qual gostamos mesmo mesmo muito, daquela que nos preenche a alma, para esse dia. E passa a ser não o dia menos desejado da semana, mas o dia ansiado. Seja ir tomar café com a melhor amiga e por a conversa em dia, agarrar naquele romance esquecido há meses e dedicarmo-nos inteiramente à leitura depois do trabalho, seja cozinhar e fazer das segundas-feiras o dia do jantar especial com a nossa pessoa, ir à ginástica, passear no parque, o que for. Eu dedico-me ao voluntariado e tenho um dia super apressado, entre o centro paroquial e a escola onde trabalho, porque vou ao centro de manhã fazer técnicas de relaxamento com um grupo, de seguida vou trabalhar sem hora de almoço, volto à tarde para o grupo de teatro e ainda regresso para trabalhar até bem mais tarde neste e em todos os dias da semana, para compensar as ausências. E vale-me tão apena. Conforme passa o tempo de dedicação a esta nova experiência, conforme vou conhecendo as pessoas, as suas vivências, as suas necessidades, cada vez mais tenho a certeza de que quem ganha mais nestes momentos sou eu. E as segundas-feiras passaram a ser o meu dia especial.

20 de janeiro de 2013

Dúvida!


Serei a única alminha da blogsfera que deixou de conseguir carregar fotografias e anexá-las aos post's? Seriously? Há dias em que a única alternativa que tenho é anexar fotos já existentes no blog (como no último post antes deste), noutros nem sequer  ponho mas fico para lá de amuada, sobretudo depois de investir algum tempo na pesquisa dA fotografia, porque espero sempre que seja um problema temporário. Assim não há condições!



Adenda: A solução para este dilema encontra-se nos comentários - Rosa Cueca rules!

18 de janeiro de 2013

E por aqui, o fim de semana vai ser inteiramente assim::


 
Entre livros marcantes e chás mágicos, daqueles que nos aquecem a alma.
 
E porque alguém perguntava aqui há dias num blog desses muitos famosos, como é que alguém pode gostar tanto de ler, respondi que quem o pergunta, jamais entenderá a resposta...Não critico quem não o faz, quem não o sabe fazer, quem não gosta de fazer. Apenas lamento que fique por viver o sentimento que cada livro que nos marca, nos transmite. E só quem gosta de ler, sabe o que quero dizer.
 
Bom fim de semana a todos, cheio de sorrisos.

16 de janeiro de 2013

Sobre uma das polémicas do momento

Lembro-me como se fosse hoje, de um dia já distante em que fui com o meu querido cão, o Rafa, ao veterinário. Na sala de espera estava um rapaz com um rottweiler ainda jovem, que abanava a cauda a tudo o que mexia. Quando me inclinei para lhe fazer festinhas (eu e esta minha mania de sempre, de fazer festas a todos os animais) o rapaz solta-me um "cuidado que ele é mau". Cruzes, credo, pensei eu. Que perigoso que é aquele rapaz. Não devia ter um cão, muito menos um cão com um potencial daqueles, que precisa acima de tudo de disciplina e, claro, de amor. Fiz a festa ao cão, que se derreteu todo e ignorei o rapaz. Acredito que, mais tarde, se tenha efectivamente tornado um cão mau, quando essa era a clara e expressa intenção do dono. Perigosas são as pessoas, é o que tenho aprendido.
No ano passado perdi o meu Rafa e o meu coração ainda hoje sofre a sua perda. Choro-o com uma frequência que muitos podem achar absurda. Mas no coração não se manda. E ainda me custa chegar a casa do meu pai e não ser recebida por ele. Custou-me no natal não o termos connosco, sempre feliz com a casa cheia, sempre brincalhão, sempre atrás de mim.
Isto para explicar que eu não ia escrever nada sobre a história do cão. Li muita coisa, senti muita coisa, mas ia ficar caladinha no meu canto. Toda a gente tem uma opinião e muitos julgam a sua como irrefutável. Eu tenho a minha, que é apenas a minha opinião e não tento vendê-la a ninguém. O que me entristece por aí é a quantidade de pessoas que fala dos "defensores de animais" como um grupo de fanáticos, irracionais, que colocam os animais à frente de todo e qualquer ser humano e que se são defensores de animais, não o são de qualquer outra causa. Errado meus caros.  Eu considero-me uma defensora dos animais. Desde pequena que os recolho da rua, que os alimento, que levo animais abandonados e doentes ao veterinário, suportando os custos. Tenho três gatos na minha casa e nove na casa do meu pai, a quem dou todo o meu carinho e sim, amor. Porque o que se sente pelos animais, quem realmente gosta deles, é uma forma de amor. E só o sentimos porque é o que eles realmente nos dão. É um sentimento de retorno. Existem outras formas de amar e cada um ama à sua maneira e não temos todos que amar os animais. Eu amo com um sentimento de protecção imenso. Amo com carinho. Amo com palavras. Falo com os meus gatos. Dou-lhes beijos a toda a hora e fico tremendamente preocupada se algo não me parece bem, se não comem ou se me parecem diferentes. E se houvesse um tremor de terra, sei que não sairia de casa sem salvar o meu marido e os meus gatos. Mas não gosto menos de pessoas por isso e não amo mais os meus animais do que qualquer pessoa que me é próxima e importante. Sou também uma defensora das pessoas. É por isso que à minha maneira, ao longo destes 34 anos de existência, já salvei muitos animais. É por isso que faço trabalho voluntário junto de idosos, que precisam de companhia, de atenção e de carinho. É por isso que publico imensas coisas no facebook sobre protecção animal. É por isso também que sou dadora de medula óssea e dadora de sangue e publico todas as campanhas e pedidos de ajuda de que tenho conhecimento. É por isso que me emociono com a história dos cavalos abandonados, sem comida e sem água, como me emociono com a reportagem sobre um senhor que se viu obrigado a viver na rua, porque perdeu tudo e que recusou toda e qualquer casa para onde não pudesse levar o seu cão - aquele senhor, abandonado por muitos, não o foi, nunca, pelo seu cão. Ser defensor de uma causa não invalida ser defensor de outra. Amar animais não significa amar menos as pessoas.  É esta a minha vivência, é esta a minha opinião. E sei que não sou a única a sentir assim.

15 de janeiro de 2013

Love it ❤


Sem tempo para postar, deixo-vos com esta versão de uma das minhas favoritas do momento. Para todos, uma boa semana, cheia de sorrisos!

10 de janeiro de 2013

Outras decisões

Já andava há demasiado tempo a adiar o meu regresso ao ginásio. A verdade é que aquele que frequentei durante anos fechou e o que abriu bem pertinho da minha casa é daqueles ginásios só para mulheres, com circuitos de meia hora. O ginásio é todo catita, giro, limpo e fresco, mas acontece que nunca me incentivei com  essas aulas de meia hora, durante a qual imagino as mulheres meio tresloucadas, com os bofes de fora, a correr de máquina em máquina, umas para lá de mortas e outras orgulhosas da sua capacidade física e resistência, nos seus fatos minúsculos e coleantes. Eu já fiz spinning, abs e body pump, entre outras coisas e depois experimentei o body balance e o pilates e descobri que há exercícios que me fazem desejar o tempo todo que a coisa acabe, qual tortura medieval e há outros que além de adorar, me fazem sentir mais tranquila, mais zen. E agora esse mesmo ginásio, atento à crise, não só eliminou a questão dos contratos (que sempre me pareceram uma bela treta de uma obrigação) como não exigem taxa de inscrição e, mais importante, passaram a ter aulas de pilates, uma das modalidades que mais gostei de fazer! Descobri-o ontem à noite, quando caminhava para casa, depois de um chato dia de trabalho e hoje de manhã, logo pela fresquinha fui inscrever-me e começo já hoje ao fim do dia. Também ando muito cuidadosa com o que como (o problemazinho de saúde assim o exige e até o café, no qual era viciada, desapareceu de vez da minha vida) por isso cheira-me que lá para o verão estou tipo sereia. Assim é Lady Bê a dar a volta à sua crise.    

8 de janeiro de 2013

E assim começa 2013

Uma pessoa até quer escrever uns post's sobre as coisas boas da vida, mas depois começa o ano com a sogra enfiada num hospital por três semanas (osso partido) e a certeza de este ano será o ano de mais uma operação e os post's ficam todos na gaveta do esquecimento (sem contar com o desemprego, ai o desemprego...). Eu brincava dizendo que ia à faca de dois em dois anos, mas contava escapar-me este ano. É que já estou um bocadinho farta de tantos hospitais, exames, consultas, anestesias, análises de sangue, o braço todo dorido e roxo, médicos a mexer em todo o lado como se eu fosse um presunto em exposição, comida de hospital e afins. Parece que não. Este mês continuo com os exames dolorosos que iniciaram no mês passado e assim será até meados de março, com o stress de fazer tudo dentro das datas exigidas e as preparações chatas e dietas altamente rigorosas, com náuseas e desarranjos à mistura. Eu sabia que o problema tinha voltado, mas contava que fosse em menor escala e que fosse só para controlar até, sei lá, 2027. Mas pronto, como eu dizia ontem ao P., quando ele me mostrava a sua doce preocupação, eu sou rija. Sou mesmo rija. O que não me mata, torna-me mesmo mais forte - eu sei que é cliché, ainda para mais, repetido neste blog, mas é também um lema de vida.

4 de janeiro de 2013

Decisões

Pois que o meu marido voltou ao futebol, desta feita, para ser treinador adjunto num clube no qual já jogou e que lhe vive no coração e na memória. Quando recebeu o convite não o aceitou sem falar comigo, sem pedir a minha opinião. E eu, atenta que sou ao seu amor pelo futebol, por tácticas e técnicas e sabendo que os seus 37 anos já não lhe permitem ser jogador com a agilidade do antigamente e que as jogatanas em clubinhos de 5.ª divisão não lhe enchiam o estômago, não pensei dois segundos antes de lhe dizer que tinha a certeza que deveria aceitar. Custam as ausências sentidas, que custam, custam os domingos inteiros fora, o ter menos tempo para nós,  mas a felicidade que sinto por sabê-lo envolvido num projecto que tem tudo a ver com ele, ultrapassa o sentimento de ausência. E aproveito para ter mais tempo para mim. Tempo de qualidade, entre escrita e leituras, entre compras e cozinhados, entre pesquisas de receitas e projectos. E continuamos felizes como sempre. Porque viver uma relação é também saber dar ao outro espaço para si.

2 de janeiro de 2013

...

E se o destino nos prega uma rasteira, nós respondemos-lhe com uma finta. Por isso, sendo este o mês em que enfrento o desemprego, ataco com garras e com formação numa área inteiramente nova. Eu não sei estar parada, por isso, nada como investir em mim. Pimbas!