4 de fevereiro de 2013

Padrões que se repetem...

 
 
Na festa de aniversário do meu irmão, a minha afilhada de quase seis anos descobriu-se declaradamente apaixonada pelo meu sobrinho de sete. E o cenário foi este: ela completamente amorosa e delicada atrás dele. Ele, sabidão e sem paciência para namoradas, a mandá-la fazer um milhão de coisas (inclusivamente a subir e descer as escadas 10 vezes), dar a volta à casa e coisas assim. Ela a cumprir tudinho à risca, cheia de esperanças e de sorrisos, até porque o último "namorado" veio a saber-se um malandro cheio de namoradinhas por aí. E ele " estou nem aí, mas deixa cá divertir-me um bocadinho".
E eu apercebi-me que os padrões generalizados das relações amorosas começam bem mais cedo do que pensamos. Elas com tendência para a burrice e eles para a malandrice. Oh god...

8 comentários:

  1. tão novinho e já assim... aí aí :P

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  2. Alguém explique a essa criança que com tanta vontade de agradar, tem muito que sofrer por essa vida fora!

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  3. Comigo nunca foi assim.Devo ser burro, eu...

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  4. ai, ai o amor :D

    recentemente assisti a um caso oposto, ele todo interessado e ela " ó mãe, olha ele que chato" :D

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  5. Logo, o verdadeiro padrão posteriormente se generaliza da seguinte forma: elas com tendência a não acreditar que existem caras cheios de esperanças e de sorrisos, enquanto se divertem um bocadinho com os malandros; por vez, se divertem com um bom rapaz e não percebem quando destroem seus sonhos e valores; ou quando percebem, já é tarde demais. O que é mais injusto pra você? Ser enganado ou enganar sem querer?

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Aceitam-se elogios, críticas, gargalhadas, lágrimas, sorrisos e afins