28 de março de 2013

Programinha para hoje

 
Tobias, o Gordo, a aquecer o lugarzinho de sempre...
 
 
Pois que fui abandonada pelo meu homem e por isso será uma daquelas noites entregues ao sofá, com uma tijela cheia de massa e legumes, mantas, três gatos gordos e carentes, talvez um chá lá mais para a noitinha e um filme. Por vezes também sabem bem os programinhas assim.
 
Bom feriado para todos, cheio de sorrisos e, já agora, de ovinhos de chocolate, amêndoas e todas essas coisas doces e maravilhosas que eu não posso comer! 

Pura loucura?

Lembram-se de vos ter perguntado o que achavam de alguém investir num negócio nos tempos que correm? Pois bem, para quem achou que seria o meu caso, acertaram! Ainda nem tive tempo de ir alapar o rabo no centro de emprego (tecnicamente ainda estou de "férias") e já tenho um projecto quentinho quentinho em mãos. Quem me acompanha no meu facebook pessoal já teve oportunidade de ficar a conhecer. Será algo direccionado para a formação e o desenvolvimento pessoal, ligado à psicologia, mas também a outras áreas, nomeadamente a da saúde e as terapias alternativas. Pretendemos ser inovadores e oferecer serviços diferentes, ligadas ao contexto em que vivemos, acessíveis a todos, desde o bebé, até ao idoso, passando por essa etapa maravilhosa e lúcida que é a adolescência e, claro a idade adulta. Se vai correr bem? Eu acredito que sim, senão não me metia numa aventura destas, que me vai ficar com todo o dinheirinho e mais algum e que tanto tempo me tem exigido, mas que me tem dado um prazer para lá de bom. Já não era feliz no meu trabalho anterior. Agora vou ser ser muito feliz no que aí vem. 
Mais novidades em breve!

27 de março de 2013

Cambada de incoerentes pá!

A avaliar pelas amostras do meu facebook, o meio mundo que criticou com garra e piadas repetidas o regresso do Sócrates à RTP (canal pago por nós, hein?) é quem o está a ver agora. Eu recuso-me. Nem sequer faço zapping hoje. Estou aqui quietinha, a ver as notícias da SIC e a passear pelo facebook, enquanto faço uma sopa de courgette. Nem é para não o ver - embora o senhor me provoque ânsias que vão daqui até à lua - mas porque acho que a RTP abusa da nossa paciência e do nosso dinheiro enquanto contribuintes e não merece as audiências que vai ter.

New look

 
Ontem deu-me para mudar, uma vez mais, o look aqui do blog - tons mais suaves, mais primaveris, ainda que na mesma linha do modelo anterior. Ainda não estou totalmente convencida comigo mesma, por isso não estranhem se nos próximos dias encontrarem coisas estranhas por aqui, nomeadamente na mudança dos tons do cabeçalho, tamanhos e outras coisas que tais. Experiências senhores, muitas experiências, que incluem a forte possibilitade de voltar ao modelo anterior no final disto tudo. Pois...

26 de março de 2013

Coisas que me chateiam na blogsfera #1

 
 
Ir a um dos blogues daqueles que visito frequentemente, prontinha para ler as novidades do dia e assim do nada, sem aviso e de um momento para o outro "Parece que não foi convidado a ler este blogue". Ora raios'me'partam toda. É que ainda por cima não sou pessoa de andar a pedinchar acesso privilegiado. Ora se o fecharam, adeus. Fiquem bem. Eu cá, amuei!

25 de março de 2013

Shop shop - coisas de mulheres

Pois que como quase todas as mulheres, eu adoro perder-me com maquilhagem. Não sou grande coisa na arte de me maquilhar e basicamente uso sempre mais ou menos o mesmo, variando em alguns tons de batom ou de sombras, mas adoro ver as novidades. Hoje fui finalmente à Kiko e vim de lá com alguns (muitos) produtinhos:






  
O último produto é um creme para as manchas, mal do qual sou vítima assim que os primeiros raios de sol primaveris despontam - fico assim como que... com ar de farrusca. Comprei também dois vernizes (as cores são espectaculares, só espero que a qualidade também o seja), um top coat, uma sombra e umas toalhitas de dupla acção, com função exfoliante (scrub & peel dizem eles). Os preços são de babar - o que é quase assustador, se não fosse tão conveniente nos tempos que correm. Agora vamos a ver como se portam cá em casa e se vamos ser amigos para sempre ou inimigos para a vida.

23 de março de 2013

Porque há histórias com finais felizes

Esta é a história da Pipa, cuja curta história conhecida por mim, partilhei convosco por aqui. Ficam as imagens dela, para verem como é um doce, embora só mostre verdadeiro à vontade comigo - para já ainda foge de todos os outros, mas creio que talvez seja por ter sido mal tratada e ainda estar a adaptar-se a uma nova vida, completamente diferente da anterior. Uma fofura, não é?
Bom fim de semana a todos, cheio de sorrisos!
 




21 de março de 2013

Perguntinha

E investir num negócio nos tempos que correm... acto de pura loucura ou de estúpida coragem? Fica aberta a discussão - Opinem!

20 de março de 2013

Black cat - my lucky charm

Imagem - Grupo Meninas para sempre, no facebook


No final da semana passada, numa das avenidas mais movimentadas da minha zona, imediatamente antes de um túnel e na berma junto à faixa da esquerda, meti na cabeça que tinha visto um gato preto, deitado, numa posição muito pouco provável, no caso de ter sido atropelado e ter morrido. Tinha coisas para fazer e não podia parar no momento em que me apercebi, porque estava na entrada de um túnel, a alguma velocidade, mas claro que o bichinho não me saiu da cabeça e assim que me despachei, cerca de 40 minutos depois, tive que voltar lá. Desta vez fui devagar, atenta, já a fazer piscas a a aguentar os condutores atrás de mim, certos de que ali estaria uma verdadeira naba ao volante e lá vi o gatinho. Eu estava com a minha mãe, parámos e debaixo de uma enchente de buzinadelas aproximei-me e vi uns olhos muito amarelos, que assim que me viram pediram socorro. Deixei-o cheirar-me, percebi que era meigo e fiz-lhe festinhas. Aparentemente não havia feridas abertas, mas havia o risco de estar magoado. Nem pensei duas vezes, banco de trás com ele. Como se mexeu tranquilamente e miava para nós de forma como só um gato habituado a pessoas mia, levei-o para casa do meu pai (uma vez que eu já tenho o máximo permitido por lei num apartamento), que tem um terreno enorme e já uma boa conta de gatitos e onde comem 8, comem 9 - muitas vezes comem uns 12 ou 13 que os da vizinhança andam lá sempre batidos.
Lá chegadas, colocamos o bichinho na zona mais resguardada, onde há caminhas e lugares para se esconderem à vontade, comida e água. Examinámo-lo com cuidado, mas, felizmente, mexia-se bem e parecia bem disposto embora um pouco assustado. Aos poucos e porque voltei a casa do meu pai várias vezes depois, percebi que é uma gata, completamente humanizada, uma vez que é super meiga e sedenta de festinhas e carinho e nada habituada a outros gatos. Tanto que fica uma fera quando vê os outros que lá andam que, felizmente, apenas têm curiosidade em cheirá-la. Cheguei à conclusão que só pode ser uma gata de apartamento, quanto muito de quintal fechado e sem acesso a outros animais. Quer-me parecer que foi abandonada para morrer na berma de uma estrada à qual sobreviveu por milagre e por uma sorte tremenda - eu não era para estar ali, mas à última da hora decidi mudar os planos. Tanta gente que ali passou e não ligou. E deixa-me cada vez mais triste este mundo em que vivemos, em que as pessoas não têm valores, não tê limites, não têm sentimentos e abandonam assim os seus animais, animais que os amam e que lhes têm carinho. Nós ganhámos uma gatinha - até agora chamada de Pipa por mim e de Pulga pelo meu pai. Está segura, alimentada e bem-disposta. Com o tempo vai habituar-se aos outros gatos, porque esses estão habituados a visitas dos gatos da zona. Mas que traumas terá por ter perdido a sua casa, os seus cheiros, a sua comida própria, o seu nome e os seus donos?

18 de março de 2013

Opiniões precisam-se

Com o desemprego vem também o fim da ADSE, sistema que me acompanhou nos últimos anos e que embora me tenha dado imensas dores de cabeça, lá foi comparticipando alguns exames e consultas. Neste momento e no que ao meu problema de saúde diz respeito, sou acompanhada no sistema público, mas há sempre a necessidade de outras consultas, como dentista, dermatologista e tudo o mais. Por isso pergunto a quem aqui passa: qual o vosso sistema de saúde? Estão satisfeitos com o mesmo? O que aconselham/desaconselham? E valores - simpáticos, ou nem por isso? Vai ser a minha próxima dor de cabeça...ler, analisar, decidir e pagar com o pouquinho que vou receber. Auch...

E no fim de semana esteve-se muito bem por aqui:



O jacuzzi só para nós - doce maravilha.  

 
 Ao fundo a cama, à esquerda uma sala, atrás o wc e no centro das atenções a espectacular banheira

Piscininha com água a 30º, só para nós!

Na zona da Lourinhã, entre gargalhadas, sorrisos, muito namoro, passeios e comida boa, como se quer. O nosso quarto é o da imagem, sendo que todos os quartos são diferentes. Convenhamos que a banheira/psicina foi o critério de selecção. E fizemos jacuzzi, sauna (estive dois minutos lá dentro, que sou claustrofóbica e fico em ânsias), piscina aquecida e comemos que nem uns reis. Hoje é dia de voltar ao ritmo habitual, com a minha cabeça a fervilhar de ideias e com projectos prestes a surgir por aí.
 
Uma boa semana a todos!

14 de março de 2013

Uma das bandas da minha vida

E o DVD acabadinho de chegar às minhas mãos, prenda do melhor pai de sempre - aquele que sabe do que nós gostamos. Isto é o que se ouve hoje por aqui:








Bom fim de semana a todos, cheio de sorrisos - o nosso vai ser numa qualquer localidade litoral, deste nosso belo país, a namorar muito.

13 de março de 2013

Produtos que gosto

Tenho uma relação de muitos anos com o meu perfume, talvez uns 13 ou 14, mais coisa menos coisa. Não lhe sou completamente fiel, já que gosto de variar entre dois ou três, dos quais também gosto muito. Mas não é a mesma coisa, não é o mesmo amor. Não são o meu perfume, o meu cheiro. São apenas perfumes de que gosto. O meu perfume faz parte da minha identidade. Está associado a tantos momentos da minha vida, especialmente ao início de tudo com o P., que eu sou pessoa de ligar os cheiros a pessoas e a momentos. Para o bem e para o mal - tanto que há perfumes que nem sentir-lhes o cheiro. São para ficar no passado, bem guardadinhos na memória. É o perfume que uso em todos os momentos especiais da minha vida.
Por vezes alguns produtos de beleza são descontinuados e se algum dia acontecer com o meu,  acho que demoraria séculos a conseguir encontrar outro com o qual me identificasse tanto, a que pudesse chamar  O meu perfume. Já ando há anos nisto de usar perfume e nunca uma relação foi assim, tão duradoura:
E por aí?  Qual o Vosso perfume de eleição?

12 de março de 2013

Comprinhas em conta

Eu, outrora fanática por saltos altos, daquelas que ia com eles para quase todo o lado, sou de há uns anos para cá grande fã de sabrinas. Já as tenho de quase todas as cores. Hoje foi dia de comprar mais umas, super confortáveis, a um preço muito catita (9,95€) e numa cor que chama desesperadamente pela primavera (I wish):
 

 H&M

11 de março de 2013

Porque no final do dia sorrio, porque no final do dia agradeço por tudo o que tenho. Porque mesmo com todas as perdas e quedas, sinto que a vida, na verdade, me corre bem. Sou feliz comigo, sou feliz com a pessoa que tenho ao meu lado. Sou feliz com as pessoas que povoam a minha vida. E a felicidade é a maior das inspirações.
 
Uma boa semana para todos, cheia de sorrisos.
 
The Temper Trap - Sweet Disposition
 

10 de março de 2013

Inspiração precisa- se...

Estou a tentar desesperadamente terminar de escrever uma peça para os meus queridos velhotes. O problema é a sua dificuldade em decorar falas e alguma insubordinação a que a idade lhes dá direito. Tentámos fazer uma coisa assim, mais livre e louca, mas os ensaios foram uma rambóia, com todos a falar uns por cima dos outros, todos a querer aparecer - elas então, são umas vaidosonas. Agora preciso de os pôr até junho na linha e a decorar, pelo menos, algumas falas - falas essas que estou a tentar escrever, mas hoje estou com a inspiração de um caracol, sobretudo porque se trata de uma comédia e por isso, a coisa tem que ter pelo menos alguma piada.
São uns queridos. Adoro-os com todo o meu coração. Mas dão trabalho...nossa! Mas é como se tivesse ganho meia duzia de avós e  outra de tios fofinhos que me tratam com a maior das doçuras e carinho. Sou uma sortuda, é o que é.

8 de março de 2013

Planos para a tarde de hoje



Depois de um sorridente pequeno almoço com amigas, de um almoço solitariamente vegetariano e de uma navegaçãozinha por aqui e por ali, vou enfiar-me no quarto mais caótico cá de casa, simpaticamente chamado quartinho da (des)arrumação para arrumar sapatos, caixas, malas, casacos e um monte evereste de roupa por organizar e tentar descobrir a cama de ferro antiga, por baixo de parte desta imensa tralha, para o meu sobrinho fazer uso dela amanhã, como cama que é e não cabide ou depósito (há anos que ninguém dorme ali). Vai ser duro, que vai, mas vai valer a pena. Teremos um sábado de divertimento e sorrisos com o puto mais fixe e giro de sempre.

5 de março de 2013

Coisas que os homens nunca vão entender, nem que tentem


Como é que nós mulheres, passamos o dia inteiro com a nossa grande amiga, chegamos a casa e, no mesmo dia, falamos com ela ao telefone durante um bom bocado e depois, ainda há tempo e tema para trocar umas quantas mensagens, importantíssimas - e às vezes, até acontece trocarmos mensagens pelo facebook ou mesmo e-mails.

E o que andas a fazer Maria Bê, agora que estás de férias forçadas antes de ficares oficialmente desempregada?

Ponho o sono em dia. Ponho as leituras em dia. Ponho o sono em dia. Ponho os filmes em dia. E ponho novamente o sono em dia. Para hoje temos:


Amanhã já acordo para a vida. É que estava a precisar de uns momentos assim.

3 de março de 2013

Actividades domingueiras

Acabadinha de ler o Anna Karenina, fui logo ver o filme. Já sabia que seria desilusão na certa, mas não esperei sentir-me tão enfadada e não tem a ver com o cenário teatral nem tampouco com a escolha da Keira para o papel principal, como muitos criticam por aí. Tem mesmo a ver com a questão de cortarem cenas importantíssimas e de não conseguirem transmitir os conflitos, medos e dúvidas interiores de cada personagem - quanto a mim o mais importante do livro. E o Vronski...não convence nada...Acho mesmo que quem nunca leu o livro, perde a vontade de o fazer, sem saber a grande obra que acaba por perder.
Hoje segue-se o Argo (filme) e o Grande Gatsby (livro). Sim, que isto de ter tempo para mim (e de estar bem adoentada), permite-me dedicar-me ao que foi ficando para trás durante tanto tempo. Opiniões sobre o filme? Por aqui a expectativa é grande.  

1 de março de 2013

Last day...

Quatro anos e meio da minha vida, numa caixa de cartão
 
 
Acordo entopercida, como em qualquer outro dia. A almofada é sempre mais atraente do que o chão do meu quarto, mas eu luto comigo mesma para ganhar a coragem de enfrentar o frio fora dos cobertores. A minha gata segue-me os movimentos lentamente ensonados com os seus olhos doces e sedentos de carinho. O despertador toca uma e outra vez e eu marco-o, como sempre, para 10 minutos depois. Faço o mesmo que faço todas as manhãs: tomo o meu banho bem quente, tomo o pequeno-almoço minimalista de sempre enquanto espreito as notícias...de sempre, em alguns minutos escolho a roupa, enfadada com um guarda roupa que já pede a primavera, faço uma maquilhagem rápida e saio de casa, pronta para enfrentar o frio nos 5 minutos que separam a minha casa da escola onde trabalho. Volto atrás para garantir que o ferro ficou desligado e que os gatos não ficaram presos em alguma assoalhada fechada. Sigo caminho. Como em todos os outros dias, vou ao bar dos professores - esse território proibido quando era aluna nesta mesma escola - e bebo o meu carioca muito muito fraco, sob protestos de quem acha que carioca fraco não presta, acompanhada de alguns colegas (e não adianta repetir que não posso beber café nem carioca normal, porque não há como entender). Pomos a conversa das últimas horas em dia, rimo-nos e saudamos cada colega como se não o víssemos há tempo demais. Descemos para o nosso espaço. A nossa casa nos últimos quatro anos e meio. As nossas paredes, as nossas mesas, agora já praticamente vazias de tudo, prontas para ganhar pó. Terminamos um relatório que nos veio ocupar os últimos momentos, entre gargalhadas e memórias que teimam em não nos deixar e planeamos o almoço no melhor italiano da nossa cidade. Somos cinco a despedirmo-nos hoje do trabalho que nos despede.
Olho as paredes que me envolvem e que me acolheram durante este tempo. Paredes que me viram a viver tanto: derrotas e vitórias, a ansiedade do casamento, o sorriso do regresso da lua de mel, discussões, fases boas e fases más, descobertas das mais puras amizades, lágrimas de angústia por não poder fazer mais, lágrimas de tristeza pela cada vez mais desesperada sociedade em que vivemos, imaginação para ultrapassar as limitações de um sistema público, o medo em cada fase que antecedeu cada operação, cansaço, motivação, alegria, ansiedade, tristeza e esperança. E tanta coisa mais. Sentimentos ambíguos, associados a muito mais do que um emprego, porque eu vivo de entregas e entreguei-me a este trabalho com toda a minha alma. E fica lá um pouco de mim, um pouco de nós, desta equipa maravilhosa com a qual tive a felicidade de trabalhar. Sem lágrimas, sem lamentos, com a certeza de que os nossos caminhos se cruzarão, porque somos muito mais do que uma equipa de trabalho.
 
Hoje será o último dia neste trabalho. Amanhã será o primeiro dia de uma nova fase. Até já meus queridos - tenham um excelente fim de semana, cheio de sorrisos.