27 de junho de 2013

N.

 
 
Por vezes há anjos que passam pela vida das pessoas por breves momentos mas cheias de amor para dar, amor esse que fica no coração de todos, preservando a sua memória eternamente. Prometo A., que sempre que fizer algo de verdadeiramente, bom me lembrarei desse anjo que vive agora num plano mais elevado e que olhará por ti por toda a tua vida. Para ti, um beijo do tamanho do mundo.

25 de junho de 2013

Acho uma piadinha doida!

 
 
Pois que acho imensa piada às pessoas que passam o Inverno inteiro a queixar-se que está frio, que chove, que está vento, que horror e isto e aquilo e que depois, estão 40º à sombra e não deixam uma pessoa que gosta do frio e da chuva, sequer sussurrar que está um bocadinho de calor a mais. Não é que eu não queira o Verão, que quero e que até gosto. Mas para mim, 40º é um tremendo de um exagero e eu tenho o direito de me queixar tanto quanto vos ouvi a queixarem-se desde Novembro, ok? Olhágora!!

24 de junho de 2013

Os meus gatos, os meus amores

 Blue na dúvida entre o mergulho ou o banho de sol...
 Territorial como é, a casinha dos pequeninos ficou para ela
 Gata estás à janela
 Sou gira, sou fofa, a minha dona adora-me, por isso posso fazer este ar de má, porque ela derrete-se à mesma
 Tobias a sentir a relva
 Tobias a passear
 Tobias, o maior, mais fofo e mais doce gato de sempre
 Tobias e Gata
Mais Tobias e mais Gata

E no regresso..

De regresso a casa, só me apetece fugir. Iniciámos umas obras grandes na semana passada, para aproveitar a nossa ausência, mas ainda duram, pelo menos, mais esta semana. E tenho a casa caoticamente desorganizada, empoeirada e partida. Tudo o que estava na cozinha e numa das salas está espalhado por todas as outras assoalhadas. Só em livros devo contar-vos que ocupei um quarto inteiro. As cadeiras e mesa ocupam uma grande parte da casa e os móveis tiveram que ser desmontados sob pena de não conseguirmos dar nem um passinho em casa. Assim conseguimos dar uns dois, mais coisa menos coisa. Andamos loucos da vida, sem saber bem onde anda o quê e nem podemos fazer refeições esta semana, porque a cozinha está inacessível. Já os gatos andam felizes da vida, a rebolar na poeira e a explorar a zona de guerra. Uma parede foi abaixo e eles estão a gostar da coisa e do espaço para saltar e fazerem perseguições felinas, daquelas que acabam sempre com um deles a chatear-se com os outros, ou a refugiar-se no nosso colo.
Depois das obras terminadas, vamos simplesmente trocar tudo de lugar. Literalmente. Só a cozinha e wc se mantém no lugar por razões óbvias. De modos que agora vivo aqui no meio da poeira, de sacos de cimento, baldes de tinta e muitos apetrechos que nem sei para que servem. E não vejo a hora de tudo terminar e de iniciar a organização do espaço. Espera-me uma semana difícil...mas depois da tempestade, uma casa como eu quero e umas renovações de decoração, mesmo como eu gosto!

23 de junho de 2013

Além Tejo

Pelos verdes dos montes me perco, a contrastar com as searas solitárias ou a frescura das águas. O cheiros, os sons, as cores, a alma, tudo difere da minha vida citadina de todos os dias. Por isso e muito mais, vale sempre a pena regressar ao meu Alentejo.
Aqui ficam alguns momentos:
 
 A piscina da casa onde ficamos sempre
 Um cantinho delicioso, para os fins de tarde
 A vista através de um limão
 Pôr-do-sol no monte...
 Uma das muitas praias de Porto Covo
 Tobias a ser muito feliz no Alentejo
Tobias a fazer-me companhia nestes dias de recuperação. Dorme assim, a tocar o meu braço, como quem transmite carinho curador...

17 de junho de 2013

Momentos felizes


Sou uma mulher com o corpo na cidade, mas com o coração no mais profundo dos alentejos. Foi lá que vivi os momentos felizes da minha infância, mimada pela minha querida avó (que saudades tuas), entre flores perfumadas, canteiros de ervas aromáticas, frutas doces à distância de um braço e uma casa cheia de seres mágicos para mim: gatos, cães, coelhos e coelhinhos, pombos, periquitos e as encantadoras borboletas, os calmos bichos de conta e as trabalhadoras abelhas, com as quais aprendi a conviver. Na casa grande da minha avó, de altas abóbadas caiadas e recantos escondidos, com cheiro a fotografias antigas, havia ainda um sótão de janelas muito pequeninas e baús enormes cheios de segredos: roupas sem tempo e maravilhosas, amarelecidas pelos anos e pelas histórias, mas ainda assim, adoradas por mim, fotografias a preto e branco, que ainda hoje são as minhas favoritas, livros da infância da minha mãe e tantas outras coisas que me mantinham entretida nas horas do sol impiedoso, que nos obriga a recolher no interior das casas frescas. Enquanto todos dormiam a sesta, eu brincava. Pela janela havia sempre um gato que ia ter comigo e assim passava as tardes no meu mundo. Sempre feliz. Ao fim da tarde tomava banhos frescos de mangueira no quintal enorme, entre gargalhadas e o verde das árvores, vestia roupas leves e, depois do jantar (sempre comidas maravilhosas) passeávamos pela aldeia ou sentávamo-nos nos banquinhos baixos nas portas das vizinhas a conversar e a ver a lua e as estrelas. Os cães vinham connosco e deitavam-se a noite toda aos nossos pés e um ou outro gato aparecia sempre, atrás dos meus mimos incansáveis.
E é por isso que amo o Alentejo. Foi o meu refúgio enquanto os meus pais se divorciavam e organizavam as suas vidas. Foi lá que passei todas as férias até aos meus dezassete anos, quando a doença maldita me levou a minha querida avó. Foi lá que vivi entre plantas, flores e animais, que tanto amo. E é ao Alentejo que sonho um dia regressar, quando o corpo já estiver velhinho e cansado e não me restar mais do que viver das memórias passadas. Nos entretantos, vamos fazendo férias por lá. Noutras zonas que não a quente e longínqua aldeia do meu coração, mas os cheiros são os mesmos, as cores são as mesmas, o pão e os poejos são os mesmos e até o sotaque delicioso é o mesmo.
Segue-se assim uma semana de nós. Na bagagem, além dos livros, dos vestidos e dos cremes de praia, levamos os gatos. Prontos a criar mais memórias da nossa vida. Prontos a ser muito felizes e a criar as nossas memórias. 
 
A todos uma semana maravilhosa, cheia de sorrisos.

15 de junho de 2013

No mundo dos sonhos

 
Maneiras que, se não são as insónias que me estragam o sono de uma noite, muitas vezes são os próprios sonhos, sempre tão intensos, muitas vezes assustadores e quase sempre de fuga. Não sei porquê. A minha mãe sempre me disse que com a idade mais facilmente nos esqueceríamos dos sonhos (mais um engano honesto de mãe) mas, se é verdade, comigo isso não acontece. E entre dois ou três sonhos mais tranquilos, por vezes alguns sem qualquer sentido, a maior parte das vezes os meus sonhos envolvem catástrofes mundiais, perseguições quase cardíacas, mortes horrendas, animais a sofrer e um sei lá de coisas que me fazem acordar muitas vezes a meio da noite angustiada, não me restando outra solução que não seja levantar-me e agarrar-me ao livro que estou a ler ou a alguma série esquecida na box.
Sendo eu psicóloga, tenho em casa um livro daqueles de interpretações de sonhos de Freud e Jung, mas aquilo leva-nos, muitas vezes (quase sempre) a questões relacionadas com sexo, fobias ou sexo. Ou fobias e sexo. E sendo eu uma pessoa de fobias perfeitamente identificadas (fobia a baratas e claustrofobia) e com uma vida intima muito bem resolvida, a verdade é que os malvados sonhos me trouxeram uma nova fobia - medo de andar de avião. Pois é, eu que sempre gostei, que me sentia sempre tranquila entre as nuvens, depois de sonhar exasutivamente que estava num avião em queda, com o P. (sempre com o P., a viver aqueles momentos terríveis de pânico de quem sabe que vai morrer e nada pode fazer para o mudar), ganhei-lhes medo. Toma lá. Não tinha e agora pimbas, tenho medo de andar de avião. Ando na mesma, mas com stress, prestes a tornar-me daquelas pessoas que bebem wisky com calmante, para não darem pela viagem e que atravessam aeroportos num estado quase comatoso de semi-sonabulismo. Já estive mais longe disso. E sonho todas as noites. E lembro-me todas as manhãs. E gostava de saber se há algum truque, que não envolva fármacos, para dormir na mais pura das tranquilidades...que sendo eu uma pessoa tão tranquilamente calma quando acordada, quero sê-lo também enquanto durmo.

14 de junho de 2013

Ainda o amor

Hoje ganhei coragem e arrancámos do sofá para irmos até à nossa praia favorita, apanhar um sol ventoso, cheirar o mar e comer uma sandes de salmão fumado , entre banhos de praia do P. e cheiro a creme de praia. E agora, enquanto recupero de um banho quente e perfumado, continuo a reflectir sobre a questão que me foi ontem colocada pela Ana, no post anterior: E aquelas pessoas que não encontram a cara-metade? (de uma actual descrente no amor).
Confesso, Ana, que desde ontem que penso na pergunta e que a coloco a mim mesma, tentando a distância de quem não vive um grande amor actualmente. E a conclusão a que chego, é que no amor, não há respostas certas. Não há regras. Não há teorias comprovadas. Não há como saber o que vai acontecer a seguir, se é que vai acontecer alguma coisa. Posso apenas basear-me na minha experiência quando digo que, muitas vezes, aparece quando menos se espera, onde menos se espera. No meu caso foi exactamente numa fase em que eu não queria saber de homens para nada. Queria distância deles, apesar das listas imensas das minhas amigas, prontas a tratar dos arranjinhos com os amigos dos namorados. Estava magoada, de coração sofrido e prestes a acreditar que a vida sem homens, sem amor, era tão mais descomplicada e fácil. Sempre fui uma pessoa de poucos namoros, pelo que achava que ia ficar um bom par de anos a fazer a minha vida tranquilamente celibatária. Mas o coração continuava magoado, enganado e por isso, tudo não passava de uma defesa minha, face à crença de que todos os homens são trastes. E todos à minha volta assim mo pareciam. E ele estava mesmo ali. Há um ano e meio, a trabalhar no mesmo sítio que eu. A sorrir para mim. E de forma arrebatadoramente rápida agarrou no meu coração, para não mais o largar e eu mandei  todas as ideias celibatárias e todas as teorias sobre o traste humano às urtigas. Porque por aquele amor, estava disposta a arriscar tudo novamente, mesmo que num futuro isso pudesse significar um coração novamente partido. Porque todos os momentos valiam a pena esse risco. E cada sentimento reforçava essa ideia. E o que é certo é que entrei neste amor sem expectativas românticas exacerbadas e foi com este amor que tudo mudou para mim. Foi com ele que mudei do extremo de não querer casar a querer casar. É com ele que planeio o dia de hoje, o futuro próximo e o futuro longínquo, em que seremos já velhinhos, daqueles que andam deliciosamente de mãos dadas nos jardins. E se não chegarmos lá, porque a vida dá voltas e não sabemos o que o futuro nos reserva…caramba, cada minuto com ele valeu a pena e nem a dor de uma perda me pode nunca mais fazer acreditar que o amor não acontece. Porque acontece. Não se procura. Encontra-se. Muitas vezes quando e onde menos se espera…exactamente porque não se espera.
Convido quem quiser a contribuir com a sua visão para a Ana. Vamos fazê-la acreditar no amor. E no futuro.

13 de junho de 2013

Do amor...

Não acredites nunca nos homens. Só não trai o que não tem oportunidade. Gosta mais de ti do que de qualquer namorado que venhas a ter. Eles não prestam e são todos iguais. Estes foram alguns dos conselhos que a minha mãe foi partilhando comigo conforme eu crescia. Claro que são fruto de uma vida de desenganos que culminou num divórcio de um casal que nunca se devia ter casado, já que só o fez perante a insistência ignorante dos meus avós dada a barriga avantajada da minha mãe, que carregava o meu irmão aos 21 anos de idade, uma vergonha para a época e para os seus costumes e achaques católicos. Eu ainda tive tempo de nascer. Dois anos e meio depois. E digo tempo, porque ainda hoje não sei como se aguentaram juntos tanto tempo. Quando tinha seis, divorciaram-se - outra vergonha para as famílias. Mas bem, no meio disto, cresci eu, uma tímida e protegida rapariga, achando que todos os homens à face da terra seriam verdadeiros trastes (o meu pai não o é, atenção, apenas não era o homem ideal para a minha mãe, ok?), porque tudo o que vinha da boca da minha mãe era lei para mim. Não sei se por isso ou se por me ter cruzado com alguns trastes, não obstante fizesse algum sucesso junto dos rapazes, tive apenas dois namoradinhos na adolescência, com os quais acabei tudo depois de umas semanas de mãos dadas e beijos melosos ao som das baladas das bandas da altura. Eu estava mais preocupada em participar em todas as competições desportivas da altura e em estar com as minhas amigas. Cresci e a coisa não foi muito diferente. Um namoro de quatro anos, antes de conhecer o P.
E se com os namoradinhos de adolescência não podia dizer se seriam trastes ou não (na verdade qualquer deles parecia verdadeiramente apaixonado por mim e ficaram devastados quando terminei com eles... - Mas duas semanas depois já andavam aos beijos melosos e de mãos dadas com outra miúda qualquer), a verdade é que o meu primeiro namoro a sério foi algo conturbado e carregado de ciúmes masculinos. E todos sabemos como os ciúmes em excesso do que se vê, do que não se vê, do que se imagina que se vê, podem ser doentios, chatos e, digo agora, indicadores de uma morte anunciada. Adiante, quis o destino que eu conhecesse o P. no meu primeiro trabalho a sério. Ainda andámos um ano ali, só a ser colegas de trabalho que se conhecem mal, que sorriem, que conversavam pouco. Mas o que é certo é que não me esqueço nunca da primeira vez que o vi.
Lembro-me do local, do sorriso dele, do à vontade, da forma como se sentou perto de mim e de como fomos apresentados como sendo colegas também de faculdade. Não me lembro da primeira vez que vi pessoas que são hoje importantes na minha vida. Amigas, colegas, eu sei lá. Mas lembro-me perfeitamente, um ano e meio antes de saber que estava perdida e completamente apaixonada por aquele homem, de o ver pela primeira vez, sem saber que a partir dali os nossos destinos, que já se vinham a cruzar anteriormente, se iriam unir desta forma.
Isto tudo para dizer que, dez anos de P. depois, posso afirmar que a minha mãe estava enganada. Os homens não são todos iguais. Não são todos uns trastes. Não são todos mentirosos. Felizmente. As generalizações são tão perigosas quanto frequentes e depois temos pessoas a sofrer desgostos de amor e a acreditar que não podem ser felizes nunca. É mentira. Podem sim. Se encontrarem a vossa cara-metade, como eu encontrei. E podem ser felizes e sentir-se completas e saber que têm ao vosso lado o amor da vossa vida e que são o amor da vida dele. Eu sei disso a cada momento. Quando os nossos olhares se cruzam nas reuniões de família e eu sei o que os olhos dele dizem. Quando me sorri silenciosamente. Quando procura a minha mão para a abraçar com os seus dedos fortes. Quando durante a noite, mesmo no sono meio profundo, me abraça e beija o pescoço.
Acreditem no amor. É ele a força que move o universo. E a força que nos move. Sejam felizes.

11 de junho de 2013

Por aqui estamos assim:

Muito mimo do marido e dos gatos (e dos que me vêm visitar, ou que na impossibilidade, me enchem de chamadas e mensagens carinhosas), muito sofá e muitas leituras em dia. Hoje estou aqui agarradinha ao MEC, que recebi ontem do melhor papá de sempre. É tramado quando a cabeça quer mais do que o corpo consegue, por isso nada melhor do que entregar-me ao meu maior vício.

9 de junho de 2013

@Home

Quando estiver em condições e quando me conseguir manter sentada muito tempo, venho cá contar os detalhes sórdidos todos e partilhar as aventuras de Lady Bê e as casas de banho dos hospitais. Agora vou só recuperar-me e assim que estiver fina, eu regresso.
 
Um bom domingo, cheio de sorrisos

5 de junho de 2013

...

 
 
Depois morre-nos o Rodrigo e todos os que estivemos de uma forma ou de outra envolvidos na causa, os que torcemos por aquele menino de sorriso doce, os que acompanhámos a sua página, os que acreditámos que aquela onda solidariamente mágica e imensa o podia salvar, sentimos que perdemos um bocadinho de nós. Morre-se-nos a fé e a esperança. Hoje o meu coração está de luto. Hoje chorei como se efectivamente conhecesse o Rodrigo. Hoje foi um dia triste. Todos os meus pensamentos vão para a sua família e amigos e para todos os que agora sofrem com esta perda.
 
Até já meus queridos - voltarei assim que a saúde me permitir.

Ainda a malvada cirurgia

Hoje venho escrever sobre casas de banho. Hoje atinjo a decadência total neste blog. É que se há coisa que nunca vos contei, mas que é uma daquelas características que me estão entranhadas na pele é a minha incapacidade de usar toda e qualquer casa de banho deste mundo. Não sou daquelas pessoas descontraídas que baixa a calcinha e se alivia em qualquer canto do mundo. Não. Eu sou do mais esquisito que há, ao ponto de preferir sofrer de bexiga ultra cheia a usar uma casa de banho daquelas em que não se pode tocar em lado nenhum de tão decadentemente sujas que estão. E, quando uso, não é para tudo, se é me faço entender. Há coisas que só consigo fazer no conforto do meu lar (vá e em hotéis, quando vou para fora). Mas só mesmo na minha casinha de banho lindinha e perfumada, ainda que seja com o gato Tobias ao meu lado, a pedir festinhas com olhos de carneiro mal morto me sinto bem. Até agora tenho aguentado bem a coisa, sem qualquer episódio de terror que me obrigue a fazer o que seja fora de casa. Quando fui operada há dois e há quatro anos tive a sorte de poder ser no privado. Tive um quartinho só para mim e uma casa de banho só minha. Sobrevivi bem à coisa, porque estava tudo super limpo e desinfectado e, era só minha. Só que agora vou ser operada no público e, tendo a sorte de até aqui ter vivido na santa ignorância, falei com uma menina, que tem o mesmo problema que eu e que vai ser operada no mesmo dia (boa, vou estar acompanhada no filme de terror) e que já foi lá operada e fiquei a saber todos os detalhes de apenas duas casas de banho para dois corredores imensos cheios de mulheres acamadas e a fazerem medicação que nos obriga a fazer espera na casa de banho. É o drama, o horror, o pior filme de dramático/terror da minha vida. Qual anestesia, qual cirurgia, qual cicatriz chata na barriga e fominha de não sei quantos dias. Eu vou ter que usar uma casa de banho partilhada com não sei quantas mulheres e isso é o meu maior pesadelo. Vou munida com paletes de toalhetes perfumados e com a minha melhor disposição (se é que é possível) já com os olhos postos no dia em que regresso a casa. Mal vejo a hora!
 

4 de junho de 2013

Fujam de mim!

 
 
Mas fujam para bem longe de mim. É que hoje começa a minha dieta forçada (basicamente sobrevivo a chás, gelatinas e água de arroz) e isso é coisa para me deixar, senão raivosa e mal-humorada, pelo menos com vontade de comer tudo o que me aparece à frente e de só pensar em comida. Eu, que sou uma esquisita com a comida e tenho hábitos super saudáveis, fico a imaginar o que será comer aquelas coisas que agora me parecem medonhas e inaceitáveis, como torresmos, caracóis, favas cozidas, borrego, cabrito, arroz de pato, coelho e outras coisas que tais. Coisas que simplesmente não fazem parte, nem farão, dos meus consumos alimentares.Vão ser uns dias chatos, os que se avizinham, eu vou estar mega chata mas, vendo pelo lado positivo, algum quilinho se deve perder pelo caminho. Que o sofrimento não seja em vão!

1 de junho de 2013

Por aqui é mesmo dia da criança!

Hoje o dia de trabalho foi dedicado às crianças. Um dia muito feliz, portanto!



 Eu com o avental da minha querida avó, a melhor doceira de todos os tempos e mais além!

Bom fim-de-semana, cheio de sorrisos!