31 de dezembro de 2014

Adeus 2014 e olá 2015!

2014 foi bom. Foi cheio de quedas, de balanços, de novas decisões, de mais quedas, de sorrisos, de aprendizagens, mais quedas, novas experiências, novos projectos, portas fechadas e portas abertas, pessoas novas que apareceram na minha vida e as pessoas de sempre ao meu lado. 2014 foi mesmo muito bom e eu sou muito grata por isso. Por cada momento, por cada segundo, por cada lágrima, por cada sorriso. E fica a certeza de que 2015 será ainda melhor, para mim e para todos. Façam por isso, sejam bons para 2015, sejam gratos por todas as bênçãos na vossa vida. Celebrem cada um dos 365 dias que estão a chegar. Sejam muito felizes!
 
 
 

30 de dezembro de 2014

Dramas, só dramas...

O drama verdadeiro da véspera de fim de ano, quando está um frio deliciosamente invernoso (sim, não me queixo do frio, coisa que adoro): o que vestir amanhã à noite? Tinha planeado usar uma saia linda de morrer, que adoro, mas pede blusa fina e sapatos elegantes e a casa onde vou passar a noite pede roupão e pijama polar, meias grossas, pantufas de lã e a lareira sempre a queimar. Tenho 24h, mais coisa menos coisa, para decidir o que vestir, que seja elegante e quente q.b...Não é tarefa fácil...

29 de dezembro de 2014

Lembram-se do Óscar?


Óscar. A minha história mais feliz deste ano. Ter feito tudo por ele e ter conseguido salvá-lo e poder agora visitá-lo (sim, já o fui ver duas vezes e fico sempre cheia de saudades entre visitas)e sabê-lo tão amado, tão saudável e tão feliz, não tem preço. É uma verdadeira bênção.

27 de dezembro de 2014

Este vazio que chega depois do Natal

Tanta correria, tanta azáfama, tanta preparação e vai-se a ver e já se foi o Natal. Uma das minhas épocas favoritas do ano. O nosso foi, como sempre, de um lado para o outro: almoço com o Tio, lanche com a mãe, jantar com o Pai e, dia 25, fomos para o Norte logo de manhã e só voltámos a tempo de jantar novamente na casa do meu pai. Se já me dividia quando era solteira, por ter pais divorciados, desde que ganhei uma nova família, a do lado do marido, somos ainda mais e queremos tanto estar em todo o lado e com todos, que às vezes parece que estamos pouco com cada um. Mas estamos de coração cheio. Foram dias de muitos sorrisos, muitas alegrias, muita confraternização à mesa, muitas cantorias (nesta família canta-se sempre, principalmente no Natal) e muito amor. No norte éramos 17, dez dos quais perdidos em gargalhadas e cantorias e nem se deu pelo tempo passar.
E depois chega-nos Janeiro, aquele mês longo, frio, escuro, mas cheio de oportunidades, cheio de esperanças, pelo novo ano que se inicia. Não sou adepta de grandes festarolas pela passagem de ano, mas mais de festas controladas e tranquilas, com boa comida e longe dos perigos dos copos e das loucuras dos outros. E desse lado, muitos planos?
Um fim de semana cheio de sorrisos para vocês!

9 de dezembro de 2014

Por aqui festeja-se

Aquele momento em que, um ano depois de deixarmos a medicação de parte porque sabemos que não só não é 100% certa de nos impedir de ter uma recaída como não gostamos dos efeitos secundários, em que vamos fazer os exames de check up meio seguras, meio receosas, em que a médica demora imenso (muito mais do que o habitual) e passeia-se por tudo o que é orgão pélvico e em que ouvimos no final: está tudo óptimo - Não tem preço. Depois de três cirurgias ano sim, ano não, saber que está tudo bem, não obstante tanta coisa que podia ter corrido mal, dá-me a força para acreditar que sou mais forte do que qualquer problema de saúde.

5 de dezembro de 2014

12

Quando doze anos passam assim por nós, sem darmos por eles...quando, doze anos depois, continuamos a sentir o frio intenso na barriga na antecipação da sua chegada... quando doze anos depois, a saudade dolorosa ainda toma conta de nós quando a distância é obrigatória, quando doze anos depois sabemos que não precisamos de viver essa mesma saudade para dar valor ao que mais amamos... quando doze anos depois nos rimos das mesmas piadas tolas, cruzamos olhares como quem troca palavras, nos compreendemos no silêncio das mãos dadas e nos conhecemos como se fôssemos um só... quando doze anos nos parece pouco, tão pouco e ao mesmo tempo tanto tanto, que nem nos lembramos de como eram os tempos antes desses doze anos...quando sentimos que doze anos são apenas o começo da mais bela história de amor, sabemos que temos ao nosso lado a nossa melhor metade, a nossa alma gémea, o nosso príncipe encantado, sem receio de parecermos pirosas, porque é o mais puro e verdadeiro sentimento.
Doze anos passaram, desde aquele primeiro de muitos dias juntos e eu ainda sinto que vamos só no início da mais bela das caminhadas. Completas-me e ensinaste-me que o amor verdadeiro, forte, intenso, inquebrável, perfeito mesmo na sua imperfeição e belo existe sim. És o melhor de mim.

4 de dezembro de 2014

Faltam só 3 semanas!!

Ao olhar para o calendário, assustei-me. Faltam apenas 3 semanas para o Natal e eu tenho exactamente 3 presentes comprados e um deles vai ser trocado. Ainda não fiz a árvore, tal é o receio de ser mais um Natal de árvore a mergulhar no chão todos os dias e as figuras do presépios a passearem pela casa. Ainda estou na dúvida entre fazer a árvore grande, que adoro, ou a mais pequena, cujos estragos serão consideravelmente menores nas garras dos meus felinos.
Não sei como é desse lado, mas eu adoro o Natal. Adoro. Mesmo sendo uma época em que ando a mil, dividida entre a casa do pai, a casa da mãe e a casa dos sogros, ou dos tios do marido, mais a norte, como é o caso este ano. Chegamos a ter dois jantares na consoada e sei lá quantos pratos de comida no dia 25, espalhados por este nosso Portugal. Mesmo com tanta confusão e com viagens pelo meio e não sendo eu das que dá importância às prendas, mas sim ao espírito e à união, às vozes que se juntam para cantar (nas nossas famílias canta-se sempre no Natal), às comidas de sempre, ao quente da lareira, vivo o Natal com toda a intensidade e por isso me assustei quando vi que já só faltam 3 semanas. Onde é que eu andei com a cabeça que se perdeu algures entre o "já está tudo enfeitado e ainda é Outubro" ao "estamos quase no Natal". O que é que aconteceu ao meu Novembro? Foi-se-me e eu nem dei por ele!
Bem...agora é ganhar coragem e hoje vou dedicar-me a enfeitar a casa, embora ainda não tenha decidido onde e como. Segue-se uma olhadela pelas listas de prendas dos anos anteriores (guardo sempre, para não me repetir) e traçar um plano, juntando dois aniversários importantes: o da mãe e o da sogra. Na casa do pai já combinámos fazer amigo oculto, que isto não está para gastos e a essência não é na realidade essa (apenas o sobrinho tem direito a prenda de todos). E desse lado, como estão as coisas?