23 de fevereiro de 2017

Ainda sobre as obras em casa

Ora depois de uma semana dedicada à total remodelação da casa de banho (e que espectáculo ficou, era capaz de passar horas dentro da cabine de duche) seria de esperar que me desse a vontade de parar por uns tempos, certo? Não. Pois que fiquei cheia de comichões com o nosso "quarto de vestir" que gostava de transformar em closet. Há quem diga que já o é, porque se trata de uma assoalhada onde efectivamente temos a nossa roupa, sapatos, roupa da casa e acessórios mil, mas não está como eu quero, por isso chamo-lhe um muito mais terreno quarto de vestir. Por isso, agora vou pedir orçamentos para me fazerem algo à medida e para poder transformar aquela assoalhada, por vezes muito menos organizada do que gostaria porque calhou aproveitarmos para arrumação cómodas e guarda-fatos que não têm nada a ver entre si e alguns que não se revelaram nada práticos para o que pretendemos. Pensei que o homem ia dizer, como diz há anos, que está bem assim, que não vale a pena mas, surpreendentemente, disse-me para tratar disso (tenho para mim que acha que, por ser eu a tratar, vou simplesmente deixar a coisa arrastar, mas está muito enganado que eu até já tenho contactos para irem lá a casa orçamentar a coisa). Closet, aqui vou eu!  

Algo assim deste género para me ocupar uma parede inteira é coisinha para me deixar feliz da vida. 

22 de fevereiro de 2017

Por vezes há males que vêm memso por bem

Na terça-feira estava em Setúbal, como em muitos dias da minha vida, a trabalhar numa empresa cliente. Tinha chegado às 7h45, hora a que ainda não havia praticamente ninguém no edifício e fui para a sala onde trabalho, tranquila da vida, para dar início ao meu dia. Sabia do incêndio que tinha havido na SAPEC, a poucos km da zona, mas a nuvem que já se via parecia estar afastada da minha zona. Por volta das 8h30 é habitual começar a escutar os sons naturais de uma empresa a acordar, as pessoas a chegarem, a passarem pela minha porta e, nesse dia, nada de nada. Foi quando fui avisada de que estávamos a ser evacuados e tínhamos que sair. Num segundo arrumei as coisas e pedi ao P. que está aqui perto, para me vir deixar o carro para eu poder ir para casa. Estive na rua uns minutinhos apenas e foi o suficiente para ficar com um ataque de asma. Ora há mais de dez anos que eu, limpinha que estava, não tinha sequer bomba comigo. Mas em dezembro fiquei com uma infecção respiratória do pior o que me obrigou a ter novamente a dita. E em boa hora. Na terça feira parei o carro a caminho de casa, cheia de dores no peito, cheia de tosse, cheia de pieira. Se não tivesse ficado doente, poderia ter sido uma das pessoas a ir parar ao hospital. E porque acredito que há males que vêm por bem, só posso agradecer a malvada da infecção que me pôs de costados na cama por uns bons dez dias. Por isso acredito que às vezes coisas menos boas acontecem, para dar lugar a outras, mas precisamos sempre de alguma distância para o poder compreender. Bomba comigo? Check! Melhores amigas, como dantes. 

15 de fevereiro de 2017

E que tal essas obras em casa?

Aquele amargo momento em que uma pessoa (neste caso duas) se põem com obras, obras essas planeadas há muito tempo e finalmente idealizadas e contratadas e quando chegam a casa, no meio do pó, do caos, dos materiais, de não encontrarmos nada, de passar tudo o que está numa assoalhada para outra, de gatos a quererem explorar, de tão curiosos que são, só nos apetece voltar atrás e desistir daquilo tudo. Não fosse termos um buraco no lugar da banheira e loiças de casa de banho espalhadas pela casa e um espelho gigante depositado no chão em pleno hall e não sei não. E a quantidade de coisas que uma pessoa guarda na casa de banho? Senhores, aquilo é um poço sem fim de cremes, cremezinhos, maquilhagem sem fim (e eu que só uso rímel no dia a dia), produtos para celulite, para as estrias, para as borbulhas (devo ter tido uma nos últimos cinco anos, mas adiante), para as manchas e o diabo a sete, escovas para enrolar, escovas para alisar, escovas só para pentear de tamanhos diferentes, umas para ter sempre a uso, outra para guardar na carteira ou para ir de viagem, ferros para o cabelo (sim, ferroS), cremes para a barba e after-shaves e essas coisas cheirosas, cremes para a pele seca, para o verão, para quando faz vento, perfumes, amostras de tudo e mais alguma coisa, máscaras para o cabelo, para as diferentes etapas do tratamento que estou a fazer, mais os óleos para o cabelo, os cremes de pentear e águas micelares? Cremes de dia, de noite, ...Digam-me, sou só eu? É que vou aproveitar esta fase para fazer uma limpeza geral. Já o tinha feito a uma parte dos produtos, deitando fora todos os de cabelo abertos e sem uso há tantos meses que nem os consigo contar. Sou um bocadinho muito viciada nestas coisas, adoro produtos de beleza, mas depois uma pessoa entra no exagero de ter tanto que às tantas não usa nada.   Por isso, à semelhança do que pratico com a minha roupa, tudo o que realmente não uso, vai à vidinha. Hoje chegamos já com a obra feita (assim o esperamos, mas eu não sou muito crente do cumprimento do plano de obras...) e passamos à parte das limpezas. Ainda vou ter muito que penar até ter as coisas como quero. Mas depois, a recompensa e uma cabine de duche para lá de maravilhosa (excelente para banhos a dois ;-)) e uma renovação que há muito queríamos fazer. 

14 de fevereiro de 2017

Produtos e produtinhos

Já há muito tempo que escrevo por aqui sobre esse flagelo que são as manchas na cara, coisa de que padeço há uns anos. Já experimentei imensos produtos, dos mais caros, aos menos caros, todos eles com o mesmo resultado, ou seja, nenhum. No verão é quando as malandras se notam mais, ainda que eu não saia de casa sem um factor de protecção 30 na cara e que seja do mais cuidadoso que há na praia. No ano passado, em Setembro, fui à dermatologista, por conta de um outro problema (um sinal que tinha que ser removido) e ela falou-me no sérum white objective da bioderma, da linha com o mesmo nome, mas recomendou que não começasse logo em setembro, porque ainda ia fazer férias na praia e convém usar numa altura em que não se apanha sol. Estava quase esquecida do assunto quando numa ida à farmácia dei de caras não só com o sérum, mas com toda uma gama: creme de dia, stick corrector, água micelar. Para já trouxe já o sérum de noite, o que foi aconselhado pela dermatologista, que não já sou moça dada a crenças fáceis nestas coisas, depois de experimentar tudo e mais alguma coisa. O sérum aplica-se na pele limpa (eu limpo com água micelar da Vichy), antes do creme de noite. Devo estar a usar há coisa de pouco mais de um mês e claro que não tenho ainda feedback. O sol não tem sido abundante para estes lados e no inverno as manchas praticamente não se notam, mas a ideia é continuar a usar. Eventualmente quando acabar a água micelar que tenho lá por casa, comprarei a desta gama, quem sabe potencie a coisa.

 Numa ida à the body shop, para comprar desmaquilhante, saí de lá com este gel com efeito de peeling (sou o sonho de todas as vendedoras. quando dei por mim a senhora estava já a aplicar-me o produto nas mãos e depois de ver os efeitos, senti-me rendida). Usa-se duas vezes por semana e uma leve massagem permite limpar a pele, retirando as células mortas. Estou a usar há duas semanas e para já a gostar bastante. Gosto muito da body shop por todo o seu conceito, sendo que as manteigas de corpo são das minhas melhores aliadas para combater a pele seca e têm sempre um cheiro para lá de maravilhoso. 
   Comprei ainda este creme da Avene, marca de que gosto bastante, mas ainda não comecei a usar, por estar a terminar um outro. Uso creme anti rugas desde os vinte(s), não sem me escapar ao gozo de algumas amigas que me achavam uma exageradona, mas que agora me devem compreender. O que é certo (coincidência ou não) é que nunca ninguém me dá a idade que tenho e o que é certo também é que gosto de cuidar de mim, de me mimar, de comprar produtos bons. Já no meu cabelo procuro dar-lhe só do melhor e ando há uns tempos a fazer um cronograma capilar com efeitos muito bons. E o que é isto do cronograma capilar? Bem, basicamente é um calendário de tratamento do nosso cabelo, com fases para hidratação, nutrição e reconstrução e produtos específicos para cada uma destas etapas. Não é que aparentemente precise, mas a verdade é que tenho feito um a dois alisamentos por ano e o cabelo precisa de se regenerar. Mas sobre o cronograma capilar escreverei depois. Ainda preciso de entrar bem no esquema para poder escrever com propriedade. 

*Post escrito sem parcerias, apenas com base no que uso e na minha experiência, sim? :-)

10 de fevereiro de 2017

Pois que estou de volta...

Têm sido semanas intensas de trabalho, com muitas viagens pelo meio, com fins de semana extremamente ocupados, com pouco tempo para mim, para os meus livros, com pouco tempo para nós. Não me queixo, gosto da exigência dos horários, dos prazos, das responsabilidades, mas sabe bem a tranquilidade de não olhar para o relógio, de não ter o despertador a tocar a horas insanas. Por isso e em jeito de celebração dos 14 anos de namoro que entretanto comemorámos (sim, por aqui comemora-se o primeiro jantar, o início do namoro, o casamento, o dia em que começámos a viver juntos, é uma animação), o fim de semana que está quase quase aí será só para os dois, num bom hotel, com spa, piscina interior, campo e paisagens maravilhosas, boa comida e bom vinho (como bons foodies que somos) e muitoooo namoro. Diz que chove para lá de feio por estes dias, mas nem isso afecta os nossos planos a dois. 
Pois então, tenham também um feliz fim de semana, cheio de sorrisos!