E como não pode ser tudo mau na vida, depois há aqueles colegas que vão de fim-de-semana e se lembram de nos trazer cerejas, que nos telefonam quando precisamos, que nos amparam os golpes e nos lambem as feridas, quando necessário, que nos apoiam nos momentos difíceis, que não nos deixam sentir sozinhos. Aqueles colegas com quem podemos rir, chorar, contar piadas, ser sérios e ser parvos e muito parvos. Colegas que sentem que estamos mal, só pelo nosso olhar. Que sentem as nossas angústias na forma como falamos. Colegas que nos ouvem, mesmo quando estão cheios de trabalho e que nos acompanham no terceiro café, apenas porque precisamos, ou que nos trazem café, num equilíbrio entre chapéu, carteiras, chávena e pacotes de açúcar, mesmo debaixo de chuva, porque não temos como sair e fazer uma pausa. Colegas que se preocupam com o nosso trabalho, com a nossa imagem e connosco, enquanto pessoas. Que nos amparam nas nossas derrotas e vivem com intensidade as nossas vitórias. Que sabem o que dizer para nos acalmar e o que fazer para nos rirmos.22 de junho de 2009
O outro lado
E como não pode ser tudo mau na vida, depois há aqueles colegas que vão de fim-de-semana e se lembram de nos trazer cerejas, que nos telefonam quando precisamos, que nos amparam os golpes e nos lambem as feridas, quando necessário, que nos apoiam nos momentos difíceis, que não nos deixam sentir sozinhos. Aqueles colegas com quem podemos rir, chorar, contar piadas, ser sérios e ser parvos e muito parvos. Colegas que sentem que estamos mal, só pelo nosso olhar. Que sentem as nossas angústias na forma como falamos. Colegas que nos ouvem, mesmo quando estão cheios de trabalho e que nos acompanham no terceiro café, apenas porque precisamos, ou que nos trazem café, num equilíbrio entre chapéu, carteiras, chávena e pacotes de açúcar, mesmo debaixo de chuva, porque não temos como sair e fazer uma pausa. Colegas que se preocupam com o nosso trabalho, com a nossa imagem e connosco, enquanto pessoas. Que nos amparam nas nossas derrotas e vivem com intensidade as nossas vitórias. Que sabem o que dizer para nos acalmar e o que fazer para nos rirmos.Gosto de...
19 de junho de 2009
O poder da música II*
Desde tenra idade que sou daquelas pessoas que facilmente "agarra" uma música e fica com a mesma a tocar, mentalmente, horas a fio, até não poder mais. Fui educada num mundo cheio de música (era ainda pequenina e os Doors já se ouviam lá em casa, entre muitos outros, como os Eagles, U2, Rolling Stones, Led Zepelin, Depeche Mode, etc, etc, etc). Cheguei mesmo a ter aulas, primeiro de flauta, depois, mais crescidinha, de guitarra, tal era o entusiasmo. Mas, ser assim, é como ter um disco partido no meu cérebro, que toca, vezes sem conta, dias a fio, semanas seguidas, a mesma melodia. O que por vezes é bom, quando são músicas que adoro e que acabo por ir cantando baixinho, quase sem me aperceber. Mas, como é óbvio, é algo incontrolável, acontecendo muitas vezes com músicas que não gosto (sendo até bem mais frequente nestes casos), para não dizer que detesto...Ora vivendo eu junto de uma delegação de um partido político português, desses cuja música todos conhecem, imaginem o que é a minha cabeça em época de eleições: se a ouço logo pela manhã, assim que acordo, fico com ela na cabeça até ao dia seguinte...Agora estou numa fase de descanso, mas só até à próxima campanha e aí lá pareço eu uma militante acérrima, a divulgar a musiquinha para quem comigo priva.Noutras situações, como aquelas já partilhadas por aqui, em que o meu querido vizinho me acorda com hit's de gosto duvidoso dos anos 80, lá fico eu, o dia inteiro a cantar "you're my heart, you're my soul..." e, imbuída no espírito da música, quase me deixo levar e danço à modern talking (só faltando vestir um blazer colorido e arregaçar as mangas até aos cotovelos e bambolear as ancas em movimentos largos e ritmados, enquanto a cabeça faz movimentos dramáticos no sentido contrário).
Coisas que me irritam II
Pessoinhas sem espírito de equipa. Com os níveis de concentração altamente centrados no próprio umbigo e que fingem não reparar nos outros à sua volta. E que incham com as suas pequenas vitórias no dia-a-dia, alcançadas muitas vezes, com a ajuda dos outros, sem o reconhecerem. Pessoas que pedem ajuda a torto e a direito, que pressionam e stressam os demais, mas que, quando lhes pedimos ajuda, fazem cara de enojadas, como se tivessem acabo de cheirar um sapo azedo vindo do esgoto. Pessoas acomodadas, que se queixam de tudo e todos, mas que não fazem nada para implementar mudanças. Pessoas que manifestam medo, desagrado, insegurança, perante as vitórias dos outros. Pessoas que beneficiam da ajuda dos outros, mas que são incapazes de ajudar por vontade própria (e, para mim, para o fazerem de má vontade e com azia, mais vale não fazer). Pessoas que, na hora H, quando o trabalho aperta, fogem sorrateiramente e só aparecem no final, cheias de sorrisinhos e prontas a recolher os louros pelos outros. Pessoas que ficam à espera que os outros façam o seu trabalho, para depois se aproveitarem do mesmo para fazerem o seu. Que dão bitaites, mas não têm iniciativa. Que não mostram respeito pelos trabalhos dos outros e ainda têm a lata de mandar boquinhas a diminuir as suas funções. A sério que me irritam…fico fora de mim. E que falam mal de métodos, de procedimentos, das opções da chefia, mas depois, nas reuniões nem piam (nem apoiam os outros que assumem as suas posições) e ainda têm o displante de dizer ia falar para quê? não adianta nada. Arghhhhhhh!!Sempre fui considerada uma boa colega. Lembro-me de uma das chefes mais duras (e inteligentes) que tive até hoje, me dizer, na minha avaliação de desempenho (na qual, acreditem, eu tremia por dentro – ela era uma autêntica Nazi. Cada vez que errava em algo, juro que só o seu olhar fulminava os meus neurónios) que eu era das pessoas mais disponíveis que já tinha conhecido. Sempre atenta aos outros e com vontade de ajudar. A verdade é que, tendo o meu trabalho bem orientado, é com bom grado que me disponibilizo para ajudar os meus colegas. E o facto de ser assim só me faz ser cada vez mais intolerante perante quem é exactamente ao contrário. Mas também é verdade que o facto de já ter levado verdadeiros baldes de água fria na cabecinha, depois de pedir ajuda a alguém (ingénua, já fui tão, mas tão ingénua), também me faz ser mais selectiva sobre quem merece realmente a minha ajuda…mas, coração mole como sou…se vejo alguém em apuros, lá vou eu, qual bombeira voluntariosa, socorrer as madames em apuros…Mas que me irritam, lá isso irritam e a minha carinha n.º 25 diz tudinho.
Lollipop
O A., amigo da minha amiga A.L. esteve em Amesterdão (essa cidade que eu anseio por conhecer e que vou "visitando" através dos belíssimos programas, de qualidade duvidosa e bolinha vermelha no canto superior direito, que passam na sic radical a horas impróprias) e trouxe-me um lollipop verdinho, brilhante, redondinho que eu ainda não provei, um docinho portanto...para uma menina gulosa como eu, que não sabe se irá lollipar*... Por isso, está guardado, bem fechadinho, no seu invólucro transparente, dentro de uma qualquer gaveta de uma qualquer cómoda - inacessível a irmãos, sobrinhos, filhos de amigos e afins. 18 de junho de 2009
É para entender?
Se um homem, (digamos que se chama P.) resmunga com uma mulher (a quem vamos chamar B.) e ela não aceita, contrapõe e resmunga também, ele resmunga ainda mais. Mas, noutras situações, quando ela concorda e até lhe dá razão, ele diz que é táctica para o fazer calar-se.Mas então em que é que ficamos? Hum?? Gentinha complicada...
17 de junho de 2009
Salve-se quem puder
Este novo programa da SIC (como todos os outros baseado num qualquer programa já feito noutro país) é mau? É.Gosto de...
Ps: a todos os que comentaram o post anterior - é por vocês que não tenho coragem, pelo menos para já, de fechar o blog. Obrigada pelo apoio, que revela que no meio de algumas consequências negativas, há de facto muita coisa boa pela blogsfera. 15 de junho de 2009
Post aberto
Desculpem lá o palavreado, que eu até nem sou destas coisas, apenas quando me tiram do sério...
* Quando iniciei o meu blog não dediquei um minuto sequer a pensar se partilharia ou não a minha cara, ou algo mais. O que é certo é que, embora não dando o nome, partilho a sua existência com muitas pessoas que me conhecem: amigos, familiares...Partilho fotos, acontecimentos, viagens.
Aiiiiii 2!
Sim, porque no meu cabelo só fica giraço giraço, quando lavado com o champô e a máscara indicados para o efeito...(não podia ser tudo fácil...).
Aiiii!
Sou só eu, ou está um calor que não se pode? Dormi mal, muito mal, entre tapa com o lençol, tira lençol, vira para um lado e vira para o outro e acordei mal-humorada, coisa que nunca me acontece, nunquinha. Por estas e por outras é que durmo muitooo melhor no quentinho da cama de Inverno.13 de junho de 2009
Diário de umas férias...
Não foi fácil. Este dia fica marcado pela viagem. Embora tenhamos arrumado as malas e restantes bagagens, que incluem, sempre que vamos para sul, os nossos três felinos e tenhamos saído de casa com aquela boa-disposição quase tonta de quem vai estar uns diazinhos sem a pressão do despertador e sem horários, a viagem foi um pouquinho complicada. Uma das nossas gatinhas não aguentou a alegria e deu liberdade às suas necessidades fisiológicas como se não houvesse amanhã. Por isso, a meio do caminho, era ver o P. a limpar quilos de cocó da caixa transportadora, enquanto eu fugia a sete pés do cheiro, com a desculpa de ir comprar toalhetes. Por outro lado, para ajudar à festa, o Tobias foi a viagem toda a miar. Um encanto! Claro que chegados ao nosso destino tudo se dissipou. E a alegria do cheiro e sabor a férias tomou conta de nós.
Dia 2: A praia
Acordei com saudades da minha almofada (eu sou muito fiel à minha almofada, não gosto de dormir com outras). No primeiro dia, a praia não foi aquelaaaa coisa. Não estava muito calor e o céu estava um pouco nublado, o que para mim é suficiente para não ter coragem de ir à água. Mas soube muito bem pela calma de uma zona ainda pouco concorrida (especialmente a zona onde temos casa). À noite, destacam-se sempre os nossos jantarzinhos, em casa ou fora, onde caprichar é uma ordem e o bom vinho uma constante.
Dia 3: O jantar
Fomos jantar com uns colegas do P. e com os seus dois filhos, de 9 e 14 anos. São uns queridos, por isso foi uma noite muito simpática, entre um restaurante que serve muito bem e um bar de um ex jogador do Benfica, onde se bebem uns Mojitos divinais!
Este dia ficou marcado pela chuva. O S. Pedro lá resolveu fazer das suas e brindou-nos com uma valente chuvada quando o P. estava quase em alto mar, mais os seus óculos de snorkling. Quando voltou eu parecia, com certeza, uma Maria Madalena, enrolada na toalha e cheia de frio. Nessa noite grelhámos um peixe maravilhoso e bebemos vinho branco e vodka de morango pela noite dentro.
Dia 5: O almoço e a piscina
Fomos almoçar com os mesmos colegas do P, a um restaurante simplesmente excelente. Viajámos a caminho dessa terra com o nome exótico de Odiáxere, onde se comeu um peixe de babar. (Já deu para perceber que eu adoro peixe...). Ficámos horas a comer, a petiscar e na conversa. Este restaurante está inserido num espaço lindo, onde há cavalos, mulas, galinhas e pavões. Terminámos o dia na piscina do hotel deles.
Dia 6: Os desencontros
Neste dia fizemos uma praia maravilhosa. O tempo estava quente, o dia lindo. Rumámos à nossa praia preferida, carregados de fruta, sandes, sumos e muita água. Fartei-me de ler revistas de fofoquices e futilidades (que nunca leio durante o ano, mas na praia, vá-se lá saber porquê, entretêm-me horrores) - por isso tenho as novidades do jet 7, 8 e 9 nacional quase todas em dia. Combinámos jantar com a minha amiga A. à noite, uma vez que ela tinha rumado para sul na manhã desse dia. Andámos desencontradas o tempo todo e depois de irmos para a cidade onde combinámos encontrarmo-nos, para, pelo menos, dançarmos um bocadinho, a malandra deixou-nos umas horinhas à espera (solteirices, como diz o meu amigo S. - os horários de casados e solteiros não são compatíveis).
Dia 7 - O regresso
Ontem o P. já foi trabalhar, por isso aproveitei para ir almoçar com os meus pais* e matar saudades deles. Ainda dei uma saltada no shopping (onde comprei mais umas sandálias sem salto, que, ultimamente, fazem as minhas delícias) e o jantar: uma vez mais, um belo peixe para grelhar e uma garrafinha de vinho branco!
* Embora divorciados, como já aqui referi, dão-se bem, por isso, já faz parte dos nossos hábitos estarmos todos juntos.
12 de junho de 2009
Regresso
5 de junho de 2009
Fui...
Contra ventos e o marés, contra a chuva e contra o vento, contra um S. Pedro um tanto ou quanto baralhado*, mas voltarei em breve. Até lá, uma boa semana para todos e...A arte de bem olhar…
Ontem à noite, assim que o P. chegou a casa depois de um longo dia de trabalho, já cansadinho, a primeira coisa que fiz foi mostra-lhe, on-line, as maminhas de uma menina que anda por aí nas páginas de uma famosa revista. Porque se fala por aí que são tortas, mal feitas, bla bla bla. E eu pedi a sua opinião. Este é o tipo de coisas que eu faço com toda a naturalidade: mostrar mulheres bonitas (ou não), ou bem feitas, ou siliconizadas ao P. , sem problemas e sem pudor. Ah e tal, é bem bonita/boazona/giraça/feiotinha/sem-sal/magrademais/vistosa/pirosa/bimba/linda não é? Depende da mulher, pois claro! Nessas coisas sou completamente isenta. Não sou o tipo de mulher que se veja por aí a arranjar defeitos invisíveis e patetas em mulheres fisicamente (quase) perfeitas. Nem tenho prazer nenhum em realçar o que eu, na minha modesta opinião, possa considerar defeito nas demais - quem sou eu? Se as acho bonitas, digo-o e pronto. E prefiro que o P. seja sincero e me diga que concorda, que aprecia uma mulher bonita, do que me minta para eu “me sentir melhor”, que é o que muitos homens fazem. Sim querida, a Juliana Paes é assim para o engraçada, mas não te chega aos calcanhares e elas sorriem felizes e satisfeitas. Humpffff! Inseguranças, digo eu. É claro que a Juliana é linda, vistosa, bem feita, so what? Eu sou mais eu por gostar de mim como sou! E olhar não tira bocado, olhar não desnuda, olhar não é trair. Olhar é algo natural que todos fazemos quando algo nos chama a atenção, por boas ou más razões, não quer dizer que saltemos em cima da nossa mira. Por isso sou totalmente a favor da arte de bem olhar, que, é como quem diz, olhar sem maldade, com naturalidade.Sim, porque depois há os famintos que olham exageradamente, com sorrisos maliciosos, mesmo quando acompanhados, como se estivessem a despir e a imaginar coisas maliciosas…um horror e de um tremendo mau gosto. Nada mais deprimente do que estar a ser olhada abusadamente por um homem acompanhado!
4 de junho de 2009
Sonhar ou não sonhar
Sou a típica pessoa sonhadora, que se aproveita da máxima “sonhar não custa nada”. Sonho a dormir, sonho acordada. Sonho naqueles momentos de solidão, de longas esperas, sonho quando conduzo, ou durante um debate chato. Tenho uma imaginação que facilmente me transporta “lá fora” como costumo dizer, meio a brincar, meio a sério. O que normalmente é muito bom, sobretudo pela capacidade de abstracção nos momentos menos bons, como uma longa fila de trânsito, ou na sala de espera para uma consulta daquelas que me põe os nervos em pé. Mas pode ser mau, quando me impede de me concentrar em algo. Lembro-me de ser pequenina e me sentir já um pouco atormentada com o facto de sonhar, porque, ainda pouco conhecedora do mundo lá fora, sonhava constantemente que estava numa fila de pessoas num campo de concentração, quem sabe, influenciada pelos constantes filmes da 2.ª guerra mundial e afins, que o meu querido irmão via repetidas vezes e dos quais eu fugia a sete pés, receosa de algum dia ter que ir para a tropa, como ele fazia questão de me afiançar, apenas para me transtornar – o seu passatempo preferido nos nossos tempos de criança.
A minha mãe dizia sempre para não me preocupar, porque com o tempo (leia-se idade, pois claro) a tendência é perdermos a capacidade de nos lembrarmos dos sonhos. Mas não. Já no alto dos meus 30 anos, posso afirmar com toda a verdade que me lembro perfeitamente do sonho que tive esta noite e que, não sendo de terror, me deixou balançada. Por parecer tão real e envolver pessoas que conheço.
Outros sonhos são tão estranhos e abstractos que acordo sempre com a sensação de wtf?! Tenho até alguns livros de interpretação de sonhos, até porque o tema sempre me interessou e, durante algum tempo, dediquei-me a fazer uma análise, mas confesso que não o faço com frequência. Seria uma canseira. Não faria mais nada da vida.
Os meus preferidos são os sonhos em que consigo voar – porque tudo nos sonhos tem o seu quê de real e a sensação sentida parece tão real que é como viver o momento. Já os sonhos de queda são um horror, exactamente pela mesma sensação de realidade e acordo sempre no momento do embate, com o coração em sobressalto.
O que é certo é que tenho muitas insónias…algumas explicadas pelo meu receio/incapacidade de adormecer novamente após um pesadelo, por isso, por vezes, gostava de conseguir não sonhar…mas só por vezes. Os sonhos bons são sempre um bálsamo que me faz acordar com energia renovada e bem-disposta. E por estes, vale bem a pena sonhar…
3 de junho de 2009
Direito de voto
Eu, que desde que me recenseei, com a doce idade de 18 anos, sempre exerci o meu direito de voto, quer nas eleições autárquicas, legislativas, presidenciais, referendos and so on, que fico chocada/horrorizada com tantas e tantas pessoas que entrevisto no dia-a-dia e que me dizem que não votam, porque não vale a pena; são todos uns mentirosos; são todos iguais, etc, que pressiono familiares, amigos e afins a votarem, porque mais que um dever, é um direito que foi conquistado e que nos permite ter alguma voz...pela primeira vez na vida confesso que não vou votar nas europeias porque estou de férias e, quer-me cá parecer que o mesmo vai acontecer com muitos portugueses que vão também aproveitar os feriados que aí vêem...E, embora contente por ir de férias (bem merecidas, por sinal, depois de meses de trabalho intenso, com muitos fins-de-semana à mistura dedicados à formação), confesso que uma parte de mim se sente muito envergonhada por não votar...Shame on me...a torto e a direito!2 de junho de 2009
O meu fim-de-semana
(Com muita pena minha não fica bem ir de havaianas para o trabalho...)
Ps: O meu cabelo ficou um must depois de lavado ;) - valeu o investimento!
