7 de fevereiro de 2014

Um dia...



Um dia tinha que ser o último dia e esse dia é hoje. Já há muito tempo que luto comigo mesma para não deixar esta pequena/grande parte de mim, que alimento há cinco anos e meio. Mas a verdade é que o amor que lhe tenho não é o mesmo que me manteve aqui durante uma grande parte deste tempo.
Em cinco anos e meio muita coisa aconteceu na minha vida e muitas pessoas acompanharam esses acontecimentos, na sua maioria, sempre com palavras de carinho, sempre acolhedoras e foram elas a grande razão que me foi prendendo aqui. Não minto. Não sendo um blog famoso, confesso que se não tivesse leitores, há muito teria desistido, porque o ter alguém do outro lado a acompanhar-nos alimenta-nos as ideias e às tantas já mão estamos a escrever só para nós, mas para todos os que gostam (ou não) de nos ler. Mas escrevia eu que acompanharam tantas mudanças na minha vida: no início o casamento, a entrada nos trinta, a lua de mel, a minha relação com o amor da minha vida, a minha relação com o meu problema de saúde, todas as minhas cirurgias, as mudanças de trabalho, o desemprego, o início de um negócio meu, o dia em que perdi o meu cão, o meu amor pelos animais, os que salvei e os que tentei salvar, a minha luta com a infertilidade, a minha forma de ver a vida, de viver o amor, de sentir a amizade, o meu amor pela leitura...e tantas tantas outras coisas. Os assuntos não se esgotaram, apenas se esgotou a minha vontade de os escrever como Bê, porque o anonimato se perdeu há anos atrás e tudo teve que ser mais contido.
Fica sempre um pedaço grande de mim aqui. E ficam sempre no meu coração (e alguns no facebook ou instagram) muitos de vós que por aqui passaram, que isto dos blogues também me trouxe pessoas muito especiais à minha vida.
 
E agora vou continuar a ser feliz, sejam vocês mesmos, também, muito felizes. E sorriam muito.
 
Até sempre,
 
 
Bárbara

8 de janeiro de 2014

Hoje é dia de detox!

 
 
Depois dos excessos que começaram com o aniversário da minha mãe, uma semana antes do Natal e que terminaram só no fim de semana passado (somos uma família muito festiva e dada a jantaradas épicas, com regularidade), hoje estou a fazer detox. Vai ser um dia inteiro dedicado à limpeza interior e a deitar fora os desequilíbrios dos excessos cometidos! Como sigo os conselhos e dicas da Ágata Roquette, hoje o cardápio apenas inclui bananas e leite - até 8 bananas e 8 copos de leite. Pelo meio muita água e/ou chá (sem problemas, que sou viciada em ambos). Conto aguentar-me bem, não perder as forças e chegar ao fim do dia com o organismo mais limpo, mais leve e sem resquícios dos disparates alimentares cometidos. Amanhã retomo os cuidados alimentares de sempre - nada de dietas rígidas, mas equilíbrio de menus e de alimentos.
Para os interessados, depois posso partilhar os efeitos!

3 de janeiro de 2014

0 Resoluções para 2014!

Descobri que comigo não funciona. Essa história de fazermos uma listinha de coisas bonitas que desejamos fazer no início de cada ano, apenas me tem servido para chegar ao final do mesmo e perceber que não fiz nem metade. E fico frustrada, pois que fico. Além de que descobri que comigo o que funciona mesmo são as decisões tomadas e a hora em que as tomo. É o imediato e a força e a vontade que se tem em cada decisão tomada. Deixar para uma data específica não dá, que acabo sempre por a adiar.
Em 2013 acabei por decidir uma série de coisas que foram óptimas para mim. Voltei ao ginásio, deixei definitivamente de comer carne (já tinha estado 3 anos sem tocar em nada), comi melhor, li muito, iniciei o meu percurso no Reiki, conheci pessoas maravilhosas, cortei o cabelo mais curto do que alguma vez usei desde a idade adulta, tornei-me muito menos materialista (acredito que ainda tenho um longo caminho a percorrer neste sentido), comprei apenas as coisas que realmente precisei, investi no meu voluntariado, investi em formação, criei o meu próprio negócio e nada disto foi decidido como resolução  de ano novo. Foi acontecendo no momento em que me fez sentido.
Desse lado, alguma resolução/decisão especial? Alguma coisa que já tenham feito para que tal se torne possível?

31 de dezembro de 2013

 
2013 Foi um ano cheio de tudo. De sorrisos, de lágrimas, de dor, de más notícias, de alegria, de amizade, de amor, de aprendizagens, de descobertas, de magia, de luz. Foi o ano que tinha que ser para eu aprender o que aprendi e mesmo com todas as quedas que dei, sou grata por tudo o que vivi. E para 2014, mais do que pedir coisas ou trocar passas por desejos, há que olhar para dentro e sermos o melhor de nós. Porque somos os maestros da nossa vida e não devemos deixar ao acaso as mudanças que queremos ver. Não peçam a 2014 para ser bom para vocês. Sejam vocês bons para 2014, porque eu acredito piamente que recebemos tudo em troca, proporcionalmente ao que damos. Sorriam muito e sejam felizes.
 

Até já ❤❤❤

27 de dezembro de 2013

Do Natal no Cantinho

E um dia apercebemo-nos que crescemos e que damos muito mais valor a coisas que antes nos passavam ao lado. Acima de tudo percebemos que os melhores presentes não são aqueles que colocamos à descarada em listas, wishlists ou post's mal disfarçados no facebook e dicas lançadas a cada momento. Os melhores são aqueles que nem nos passavam pela cabeça receber, mas que são tão nós que nos comovem até às lágrimas. Porque eu quase não tive presentes este Natal - assim o combinámos entre todos - mas tive o presente mais bonito e inesperado de sempre das mãos do meu amor. E ele só mo podia ter dado por me conhecer como só ele conhece. De resto, foram dois dias cheios de amor, cheios de família e cheios de doces sorrisos e muitas cantorias e gargalhadas. Porque assim se vive o Natal por estes lados.
Espero que o vosso tenha sido maravilhosamente bom e sorridente!

12 de dezembro de 2013

E sem tempo e vontade para escrever, aqui ficam algumas imagens...

 
Louca por chás:
 


Gatos e mais gatos:
 





Alguns detalhes natalícios:
 




Têm sido umas semanas complicadas, com as minhas gatas a irem para o veterinário de urgência, por razões completamente diferentes. Uma chegou mesmo a ser operada e andámos com o coração pequenino e sofrido. Já está tudo bem. Com um bocadinho de sorte ainda vos mostro o meu novo e muito curto penteado*!
 
Para todos um excelente fim de semana, cheio de sorrisos.
 
 
* Vá, muito curto para quem o usa comprido há uns 15 anos, mais coisa menos coisa! Quem me acompanha no meu facebook pessoal sabe do que falo!

6 de dezembro de 2013

Hoje não podia deixar de vir aqui

Fica a minha homenagem a um grande Homem a quem as amarguras da vida não toldaram o espírito e as palavras de paz e de amor.


25 de novembro de 2013

O Gato que eu não salvei

Há poucos dias atrás, na mesma zona onde há meses apanhei uma gatinha que tinha sido abandonada, apanhei o maior dos pesadelos. Estava a conduzir num túnel da minha cidade e à minha frente atravessa-se um gato, perfeitamente baralhado, confuso e ali colocado (os gatos que vivem na rua não vão para túneis barulhentos). Travei logo, infelizmente a tempo de o ver ser atropelado por um carro que ia na direcção contrária. O condutor desse mesmo carro travou, mas seguiu a sua viagem impiedosa. Eu parei o carro, a tempo de ver o gato correr para a berma onde se encolheu. Vi-lhe o sangue no nariz e o corpo magoado. Tentei sair do carro, mas um muro separador, ainda que baixo, não me permitiu abrir a porta e por isso, fui dar a volta a uma rotunda próxima, para parar junto ao gatinho. Dei umas cinco voltas ao túnel, nos dois sentidos, porque não o via em lado algum. Por momentos quis acreditar que alguém o viu e enquanto eu dava volta, o salvou. Fui para casa, mas não descansada, voltei lá e dei mais umas quantas voltas, até que o vi, no sentido contrário, cheio de sangue. Tinha tornado a atravessar a estrada, mesmo todo magoado. De lágrimas nos olhos, dei novamente a volta. Rezei para conseguir apanhá-lo. Iria directamente com ele para o veterinário e faria tudo o que pudesse para o salvar. Parei mal o carro, mas à saída do túnel, liguei os piscas e corri até chegar junto dele. De coração partido, de olhos molhados e no meio daquela confusão, tentei apanhá-lo, mas infelizmente assim que me viu e embora todo magoado, fugiu de mim...na direcção dos carros. Eu só tive tempo de fechar os olhos. A zona era demasiado perigosa e embora eu estivesse na berma, estava a arriscar a minha vida e, pior, a vida de todos os que conduziam no túnel e que não esperavam ver-me ali...tive que desistir. Vim-me embora de lágrimas nos olhos, com um nó na barriga e a sentir-me mal comigo mesma por não ter tido coragem de ir mais longe e certa do pior dos destinos para aquele gato que merecia muito mais do que aquilo. Ao telefone, entre lágrimas, contei ao P. que me dizia o que sempre me diz: Não os podes salvar a todos. A verdade é que eu queria não ter que os salvar a todos. Queria que eles não precisassem de ser salvos, até porque só precisam porque nós, humanos, os colocamos nestas situações.
A quem o abandonou ali, para morrer e a quem o atropelou e seguiu caminho, desejo honestamente que a vida vos permita viver as aprendizagens de que necessitam para se tornarem pessoas melhores. Estas são daquelas situações que me marcam e sei que não vou esquecer nunca o focinho sofredor e assustado do gato que eu não salvei, como ainda hoje, passados dois anos, me lembro do gato bebé que apanhei na rua e que confiei à pessoa errada, porque o deixou fugir num dia de temporal. Sei que não me vou perdoar nunca por isso. Fazemos o melhor que podemos, mas custa sempre quando o que podemos não é suficiente...   
 

24 de novembro de 2013

Homem fora, acidentes em casa...

Nos últimos meses o P. tem ido com frequência para fora do país dar formação. Tem sido óptimo, porque é uma nova experiência e porque financeiramente compensa. E eu cá fico, morta de saudades, a contar os dias e sedenta de Skype.
Além das saudades, fica o medo do que é que vai acontecer em casa, daquelas coisas que acontecem quando se está sozinha e que só um homem consegue resolver sem ter que recorrer a terceiros. Senão vejam: da primeira vez que ele foi, assim que cheguei a casa, vinda do aeroporto, dei com o Tobias divertidíssimo a brincar com um fio de água que escorria da parede do contador. Sorte a minha de ter um gato que adora água e que assim me alertou para o facto de ter furo num cano, antes que a coisa ficasse mesmo feia. Ainda andei de chave inglesa a tentar apertar peças e coisas, que eu tenho uma reputação de mulher moderna a manter, mas tive mesmo que acabar por chamar alguém. Da segunda vez e em menos de nada, rebentei um estore do quarto (andei uma semana a dormir com ele aberto) e começou a chover na marquise onde tenho as máquinas e as caixas das areias dos gatos. Uma janela ainda que bem fechada, mas para lá de velha foi suficiente para tornar parte da minha casa numa pequena piscina. Foi a tal ponto que, quando dei pela situação, a água estava quase a por-se-me debaixo do frigorífico e da máquina da roupa. Lá foram toalhas, balde, esfregona e um par de horas a limpar e a chuva sem parar. Desta vez (foi para fora ontem de manhã) já brincámos com o meu historial de acidentes caseiros e apostámos qual seria a nova situação, mas até ver, nada que eu não resolvesse. Mas ainda faltam cinco dias para ele regressar e em cinco dias, tanta coisa pode acontecer...Até tenho medo!

12 de novembro de 2013

É oficial: sou do mais Natalício que há!

 
 
Hoje andei a passear pelo Gato Preto, pela Casa e pela Angelic e afirmo aqui que fiquei deliciada e para lá de maravilhada com os enfeites de Natal. Foi preciso uma grande dose de controlo doloroso para não me perder (deliro com as novidades a cada ano e acho que não há ano em que não me meta em despesas). Consegui sair de lá sem nada de nada, porque, convenhamos, a vida está difícil e imprópria para gastos supérfluos, mas foi a custo, muito custo e quase quase de lágrima no canto do olho. E não quero saber que seja cedo, que é um disparate, que ainda falta mês e meio e coisas que tais...estou desejosa de comprar o belo do calendário de chocolates para o meu sobrinho mais lindo e ir ao baú buscar os nossos enfeites, espalhá-los pela casa e esperar que os gatos façam uma festa com a árvore, as bolas, anjos e anjinhos e todos os bonecos de neve, gingerbread man e afins que eu vou coleccionando há anos. E depois, eu e o mais pequeno chegamos a casa do meu pai e tratamos do assunto todo outra vez, já que por lá, sou também a responsável por decorar a casa para a festa da família. Em dose dupla, como eu gosto, mas nos últimos anos, com a ajuda do meu duende preferido, o J.! Ele coloca o chapéu de Natal e eu umas orelhas de rena e tratamos do assunto, entre gargalhadas e cheiro a infância.
 
 

11 de novembro de 2013

Não falha!


Está um um dia maravilhoso lá fora, digno do Verão de S. Martinho! Acordar e ver este céu maravilhoso trasnforma logo a segunda-feira num dia bom e enérgico. E o que eu adoro castanhas assadas, o seu cheiro, o sabor e o ritual de as comer em família, com um bom vinho tinto (não sou a maior amiga de água-pé e outras coisas que tais).
 
Um bom dia para vocês, cheio de castanhas assadas, água-pé e muitos sorrisos!

9 de novembro de 2013

Dicas de chás - Cavalinha

 
 
Este é o meu 35.º Outono. E posso afirmar que em 35 anos de vida, nunca o meu cabelo me caiu como agora. É assim uma coisa para lá de assustadora e hoje até chamei o P. para ele ver o que se me ficou no banho. Não ando nervosa, não sou pessoa dada a stresses, faço uma alimentação equilibrada e tenho os cuidados que sempre tive. Corto o cabelo duas vezes a três vezes por ano. Não uso secador porque me dá a preguiça e a chapa serve só para muito de vez em quando esticar a franja. Sempre tive um cabelo farto e forte e gostava de poder continuar descansadinha quanto à sua saúde.
Como sou dada a produtos naturais e menos voltada para químicos e afins, vou dar-lhe forte no chá de cavalinha nos próximos tempos (a começar hoje - que eu sou das que recorre ao chá para tudo), porque desde sempre me lembro de dizerem que faz bem (é apenas um dos muitos benefícios deste chá maravilhoso). Estive quase quase a dar-lhe uma tesourada, mas depois investiguei e vi que não é solução e como também não está muito comprido, vou-me deixar estar quietinha. 
 
Caso conheçam dicas eficazes e que sejam naturais, toca a partilhar. Eu cá prometo mais dicas quanto a chás e afins e os seus benefícios para diversas maleitas!

True!


O que andam a ler desse lado, hein?

8 de novembro de 2013

Porque um dia tudo muda...

Ando a matutar neste post há já muito tempo. Talvez o seu conteúdo explique de uma vez por todas a mim própria e a vocês, o porquê do meu afastamento deste Cantinho que sempre me fez tão feliz.
A minha vida mudou. Eu mudei. Depois do desemprego, dos problemas de saúde, da criação de uma empresa, surgiram novas oportunidades na minha vida que me permitiram transformar-me, com base no muito que eu já conhecia, sobre o qual já lia e que andava a adiar. Em Janeiro deste ano iniciei o meu percurso no Reiki, área que talvez alguns de vocês conheçam e que não vou sequer explicar neste post (ficará, muito provavelmente, para um próximo). O Reiki mudou a minha vida e mesmo a minha essência - ou talvez tenha feito sobressair aspectos que já tinha, mas que andavam atolados nas questões mundanas do dia a dia e naquilo que a sociedade esperava de mim. Sempre fui uma pessoa ligada à terra, à natureza, aos animais e às pessoas. É isso que me faz sofrer quando vejo uma árvore a ser mutilada, uma flor a ser arrancada. É isso que me faz, desde sempre, salvar animais da rua, das estradas e sofrer com o seu sofrimento. É isso também que me faz dedicar o meu tempo, o meu amor e o meu carinho a idosos que vivem em lares, numa solidão disfarçada, porque os seus não têm tempo para eles. Mas faltava-me qualquer coisa. E o Reiki foi apenas o início de uma caminhada de descoberta e redescoberta. Outras formações noutras áreas se seguiram. Outras experiências, outros conhecimentos e outras pessoas que chegaram à minha vida cheias de tanto para me ensinar.
Estou ainda no início desta caminhada e posso afirmar que muito em mim já mudou. E ainda tenho um mundo de coisas para aprender, para Ser. Porque às vezes aceitamos aquilo que a vida nos dá e este tem sido o meu presente para mim e no qual estou a trabalhar para poder dar a outros. Abri uma empresa com um propósito e ela encaminhou-se para outro completamente diferente, mais enérgico, mais puro.
 
É por isso que não sei muito bem o rumo que hei-de dar ao blog. É natural que mude daqui para a frente, porque o que tenho para escrever e para partilhar será também diferente de muito do que partilhei até aqui. Sintam-se livres para ficar, para ler, para comentar, para partir. Eu serei sempre grata a todos os que de uma forma ou de outra fazem/fizeram parte deste Cantinho.  
 
Desejo-vos um dia cheio de sorrisos e deixo-vos com a certeza de que estou aqui para vocês, sempre que precisarem.

19 de outubro de 2013

...

O P. saiu de casa há coisa de apenas 10 horas e eu já estou aqui com o coração cheio de saudades. Já sabia que ia ficar aqui miserável, a olhar para o telemóvel, desejosa que ele chegue lá ao outro lado do mundo e que me diga que chegou bem, a ligar o skype na ânsia de ouvir a sua voz e de ter o Tobias deste lado a responder-lhe. A casa continua cheia. Sou eu e três gatos que não me largam de tão melosos e amigos que são. Mas falta-me o meu amor. Perdoem-me o excesso de melosidade, mas sem ele sinto-me tão incompleta...Não gosto de sentir saudades, porque só as sinto de quem quero sempre ao meu lado.

17 de outubro de 2013

Ainda por cá...

Errrr...tenho andado tão desaparecida deste blog, que nem sei como começar a escrever. Sabemos que o caso é drástico quando nos apercebemos que temos comentários a ganhar teias de aranha, completamente esquecidos e perguntas por responder.
A verdade é que a minha vida anda para lá de ocupada. Quando se cria um negócio próprio tudo muda e se eu nunca tive trabalhos com os típicos horários, agora, com a responsabilidade da gestão de um mundo de coisas e ainda do além, ainda me sobra menos tempo. Pelo meio ando a fazer cursos e mais cursos e o pouco que sobra é para mimar o meu P., o marido mais compreensivo do mundo. Só nas últimas semanas tenho variado entre chegar a casa às 22h e às 23h. Jantarmos juntos é mentira (a essa hora apenas consigo engolir um copo de leite ou um iogurte) e depois há ainda os sábados de trabalho e alguns domingos. Esta semana é ele que segue para bem longe (Luanda, tu trata-me bem o esposo) e fica fora uma semana durante a qual eu nem sei como vou viver sem ele - eu não preciso cá de saudades para apimentar a coisa, ou para saber que sinto a sua falta. Vou literalmente sofrer com esta distância, mas...adiante. Vai ser uma semana de rambóia de gatos, já que me recuso a dormir sozinha.
Pelo meio confesso que tem havido imensa coisa a passar-me pela cabeça para vir postar, mas depois passa-me e fica perdida para sempre na minha memória. Ando cansada. Muito cansada mesmo e por isso, algumas coisas vão ficando para trás. Tenho até pensado em fechar o blog de vez, porque acho que vir cá de vez em quando mandar uma posta de pescada para o alto não tem piadinha nenhuma - eu cá facilmente me canso de blogs assim. Mas depois fica aquela coisa de que já foram cinco anos aqui a debitar os meus disparates e a constatação de que este canto acaba por ser uma parte de mim, com tantos registos de momentos da minha vida e tantos pensamentos que me são importantes...
De resto...deixa cá ver... - A dieta vai bem e recomenda-se, pelo meio festejámos o nosso quinto aniversário de casamento em beleza, já que fomos de fim de semana mega romântico, estivemos uma semana de férias pl'os Algarves e regressei ao voluntariado (que tinha interrompido por causa da cirurgia e recuperação e afins) com mais responsabilidades e estou feliz e sorridente como sempre. E desse lado? Ainda há alguém por aí? 

27 de setembro de 2013

Dramas da vida real:

O que calçar com este tempo? 
Por aqui chove a potes, está uma ventania capaz de nos levar o Cristo Rei para a outra margem e a trovoada foi a minha alvorada e não me deixou dormir mais. Está calor para botas e botins (galochas então, ainda pior) mas tenho para mim que as sabrinas que trouxe nos pezinhos não vão aguentar grande coisa. E por aí? Como resolvem este verdadeiro drama?

24 de setembro de 2013

Marcas que eu gosto!

Já aqui tenho escrito sobre uma das minhas marcas favoritas, que alia a qualidade dos produtos ao facto de não os testar em animais, algo que para mim é extremamente importante - a BodyShop. Uso os cremes de corpo, gel de banho, óleos corporais, cremes de cara e tenho gostado de tudo. Depois,  tenho o cartão deles, o que me permite ter uma série de vantagens, nomeadamente uma prendinha até 10€ no meu aniversário. Hoje lá fui eu preparadinha para fazer a escolha, certa do que necessitava e feliz porque ainda ia aliar um desconto de 6€. Vai daí, escolhi dois produtinhos novos, que me faziam uma falta tremenda (porque no Verão, quase não me maquilho e por isso, todos o que tinha estão mesmo nas últimas):
 
Comprei então o óleo e o leite de limpeza, ambos da gama de camomila. Os dois produtos ficavam a 26€ e eu paguei apenas 10€. Se são bons não faço ideia, mas a avaliar pela minha opinião geral de todos os que tenho usado até aqui, não espero menos do que felicidade até à última gota!

 

23 de setembro de 2013

E depois das jantaradas de comemoração, das férias e da chegada do Outono, as prendinhas!

 

(a blusa)

(A saia-calção da moda que toda a fashion blogger tem, em branco. A verdade é que não lhes resisti de tão giroa que fica, mas gostei mais da preta)

 
(sim, sim, sou uma vaidosona do pior, com gostos baratos - brincos na parfois que são a minha cara)

E ainda recebi um vestido lindo, oferecido pelo maridão, uma camisola, duas malas, uma carteira, uma bolsa, uns botins pretos, uma túnica preta, uma saia, cinco livros e chocolates...e devo estar a esquecer-me de alguma coisa... Compras de Outono feitas e fica por aqui o momento fútil do mês.